Doenças Mentais Saúde Integral

Síndrome de Asperger

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

A Wikipedia sintetiza que a Síndrome de Aspenger pode ser conhecida também como Transtorno de Asperger ou simplesmente Asperger. É uma condição neurológica do espectro autista, caracterizada por dificuldades significativas na interação social e comunicação não verbal, além de padrões de comportamento repetitivos e interesses restritos. Difere de outros transtornos do espectro autista pelo desenvolvimento típico da linguagem e cognição. Embora não seja fundamental para o diagnóstico, ser fisicamente desajeitado e ter uma linguagem atípica ou excêntrica são características frequentemente citadas pelas pessoas com a síndrome. O diagnóstico com a nomenclatura de Síndrome de Asperger foi eliminado na quinta edição (2013) do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V) e a síndrome foi incorporada aos transtornos do espectro autista de grau leve. O termo técnico aplicado à Síndrome de Asperger nos manuais médicos atuais é Desordem do Espectro Autista de Nível 1, sem a presença de prejuízos intelectuais ou verbais. Existem 3 níveis de severidade no autismo, sendo 1 o mais leve, 2 o nível médio/moderado e 3 o grau mais severo.

Trata-se de uma condição próxima do autismo, mas o indivíduo que tem Asperger consegue interagir com as outras pessoas até certo ponto. Em síntese, a pessoa Asperger é 50% autista e 50% não autista, o que, ao invés de ajudá-la a ter uma convivência mais fácil do que as limitações que uma pessoa autista sofre, na realidade não é bem assim.

Nesse documentário, Alex Olinkiewicz, um jovem de 16 anos, relata suas experiências de vida sendo um portador da doença de Asperger.

Num dado momento, ele diz que não se sente nem no grupo dos autistas nem dos não autistas e que tem dificuldade de entender de forma clara as palavras contidas num livro, por exemplo. No entanto, ele consegue compreender o conteúdo passado em programas de TV. Com Aspergers, alguns conceitos considerados bons para pessoas sem doenças, para eles é o contrário.

Alguns sintomas apresentados são problemas de socializar, comportamentos repetitivos, algumas manias adquiridas e problemas de comunicação. Mesmo sendo em menor escala, ao mesmo tempo, é muito difícil manter-se “nos dois mundos”.

A Síndrome não tem cura, mas é possível minimizar os sintomas ao longo da vida através de profissionais da psicologia. Procurar um médico e fazer o tratamento adequado é o melhor a se fazer nesses casos, assim o portador será direcionado para realizar o melhor tratamento. O apoio de família e amigos é essencial, sem dúvida nenhuma.


Texto escrito por Bruno da Silva Melo da Equipe Eu Sem Fronteiras.

Sua opinião é bem-vinda, sempre que colocada com a educação e o respeito que todos merecem. Os comentários deixados neste artigo são de exclusiva responsabilidade de seus autores e não representam a opinião deste site.

Sobre o autor

Eu Sem Fronteiras

Eu Sem Fronteiras

O Eu Sem Fronteiras conta com uma equipe de jornalistas e profissionais de comunicação empenhados em trazer sempre informações atualizadas. Aqui você não encontrará textos copiados de outros sites. Nossa proposta é a de propagar o bem sempre, respeitando os direitos alheios.

"O que a gente não quer para nós, não desejamos aos outros"

Sejam Bem-vindos!

Torne-se também um colunista. Envie um e-mail para [email protected]