Sopra sobre emoções e sentimentos mil.
“Nada eu peço em troca porque sei que é a longo prazo que eu partirei deste agora.” — Filósofo Nilo Deyson.
Olá, amigo leitor do Portal Eu Sem Fronteiras. Trago nesse momento uma reflexão sobre uma nova visão do que está acontecendo com seu evento enquanto turno em vida.
Somente o para sempre dura enquanto houver você e jamais o mundo vai ser aquilo que uma vida inteira não pode dar por princípio universal. Não acreditar em tudo que nada se prova por apenas se fazer por assanho, aparição em exigir uma validação de sua falsa verdade. Pouco triste das mudanças inesquecíveis do secreto benefício profético do que o destino escolheu, contagia filosoficamente o recuo da própria decadência de uma vida ser feita e nunca ter sido, nunca por protagonismo e sim, por mistura de ismos.
Pelo menos a vida é só ilusão de ótica no âmbito da realidade e o que me trouxe de volta foi a não previsibilidade de uma continuação de onde fiquei ao ligar para onde fui, na confusão do ser diário diante do nada, não me lembro de onde me perdi. A vida é caótica e poética, drama, tramas e eventos de dores e alegrias, minha vida é uma renovação de um novo achado e uma distância do perdido. Desisti de sobrar na vida e do sentido que dei e me culpo por nada que não cometeu minha ignorância.
Inocência de uma vida de mudanças de tudo, a todo tempo mudamos de uma fé para uma avaliação de uma dose mais forte, um novo afã. Químicas naturais em nossos organismos que, quando acessadas sem consciência, trarão uma série de estranhamentos e, o pior, não se saber explicar tal evento.
Angústias, sensação de impotência diante do caos no mundo que tenta se exibir em explicações esdrúxulas, causam repúdio ao sistema criado por cadáveres adiados na condição de adultos infantilizados.
“Olho calado para os montes pela janela do meu carro, reflito se a nossa vida é tão séria superando a natureza de ser o que em sua totalidade aquilo que se sente por pertencimento e então; vidas secas pelos vilarejos e zumbis nas metrópoles, afinal, o fio de cabelo caiu pelo caminho e sua importância é incondicionalmente posta no campo oculto de um instante sagrado de um ser em fragmentos na extensão do próprio quintal, a saber, todo o planeta.” — Filósofo Nilo Deyson.
O vento sopra e prova o quão natural é o bem e o mal em um mundo que ficou grande demais para uma criança tentando se validar nesse teatro de poluição verbal. Quem nos garante a verdade das coisas? Tudo é invenção e nada é natural por nomeação, quiçá por significado de santidade, pois todos são dementes, inclusive os que acreditam nos deuses e os ateus, todos crianças de colo, mimados que entraram em um grupo para ter validação. Valeu muito a vida refletida fora da rotina dos limites de nossa ignorância.
Cadê o tempo que passou? Na sua memória, um armário de inutilidades e a vida um espetáculo em mistério real e uma ilusão da realidade criada pelos imbecis que falam com cobras, que saem do ventre de uma baleia, que ouve uma jumenta falar e cadê os psiquiatras? Ah, é mesmo, não existia a verdade!
O que se criou por narrativa do passado em todas as civilizações são fragmentos de uma validação de domínio, onde todos mentiram, absolutamente todos, pois nem tudo que brilha é ouro e nada que reluz é prata e só se engana quem tem a mente de babaca. A vida é linda; pura convivência e contemplação em cada detalhe da criação de um verdadeiro espetáculo em cada cenário.
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Culturas diferentes, culinárias diversas, músicas locais, costumes peculiares para cada nação, cada tribo, tudo se perde no vento que o tempo se vai. Estamos indo embora, nossa geração é ou foi a mais forte para quem nasceu antes dos anos 2000. Estamos diante de uma sociedade doente, mental e intelectualmente, por serem frágeis no tocante ao que a elas se poderia fazer para melhorar o mundo dos alucinados imbecis. Eis aí a polis, para lhe proporcionar uma vida cheia de vazio existencial nas correntes ideológicas de domínio em uma servidão voluntária. Vida dos doentes por nada que vai acontecer só tornam todos vivos até a aurora de uma nova ilusão.
Como pode um mundo de tantas coisas boas e tanta gente vivendo o pior que essa vida poderia proporcionar? Ao passo que foram acessadas emoções de dose mais forte, logo nasceram os vícios que tentam dar estímulo à mente tagarela.
Tudo é de uma complexidade que não vale perder tempo sem aprender a curtir a própria potência como ser humano e hoje o tédio pode ter fim se o sujeito se vê com uma possibilidade de tornar essa vida um verdadeiro espetáculo.
Palestras: @Palestrante Nilo Deyson
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