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Traição, vamos falar disso?

Homem jovem branco, abraçado à sua namorada, também branca e jovem, e, ao mesmo tempo, tentando beijar outra menina, também branca e jovem. Todas as pessoas estão sentadas no sofá de uma sala.
Thaís Guerra
Escrito por Thaís Guerra
Acredito que você já ouviu pelo menos uma vez na vida a seguinte frase: “Fulano me traiu”; ou já ouviu que cicrano fez algo que “é uma traição”… Pois é, já ouvimos. Mas aqui faremos uma reflexão a partir de uma outra perspectiva.

Te pergunto: quantas vezes você já se traiu? Pode soar estranho a princípio, mas é muito mais comum do que imaginamos. Faça uma pequena reflexão: quantas vezes você já disse “sim”, mas no fundo queria dizer “não”? Quantas vezes você agiu de tal forma apenas para agradar os outros? Quantas vezes você ignorou sua intuição e seguiu a opinião dos outros, mas não foi feliz com essa decisão? Quantas vezes você se abandonou e se anulou? Se a sua reposta foi positiva para algumas dessas perguntas, preciso lhe dizer que você já se traiu.

Nós  nos traímos quando deixamos de lado nosso querer, quando silenciamos a voz do coração, quando ignoramos nossa sabedoria interior, quando “seguimos o baile” conforme todo mundo, quando nos esquecemos de nos alimentar da melhor forma possível, quando esquecemos dos nossos sonhos, quando deixamos de brincar, quando deixamos de sorrir, quando deixamos de ser felizes, quando deixamos de nos amar.

Mulher insegura

Talvez aquela traição do outro na sua vida é apenas um reflexo de como você já se traiu. Talvez fulano que fez isso e aquilo com você é apenas um espelho de como você já se trata. Essa verdade pode doer, mas como Mestre Jesus falou: “A verdade vós libertará”.

Mamãe de plantão, sabemos o quanto os filhos precisam de uma demanda especial, porém não se esqueça de você! Afinal só conseguimos dar aos pequenos aquilo que já damos para nós.

Não precisa se culpar por ter se traído ao longo da vida e nem é necessário entrar na cilada do vitimismo. Estamos todos aqui para aprender e crescer. Mas torne-se consciente dessa atitude em ti e comece a se observar e a agir conforme a sua verdade.

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Nesse processo de autocura, uma grande lição que trago hoje é o autocuidado, ter zelo, amor e compaixão por você, pela sua história e pelo seu processo. Não ignore os sinais do seu corpo em prol de algo. Não deixe de lado sua necessidade de descansar, de se alimentar e de se exercitar. Não se deixe de lado. Organize seu dia para que você também seja sua prioridade. Dedique um tempo a si mesmo, do mesmo jeito que se dedica à família e aos amigos. Seja seu/sua melhor amiga. Cuide-se!

Sobre o autor

Thaís Guerra

Thaís Guerra

Apaixonada pelo despertar da consciência e pela evolução humana.

Trabalho com a medicina visual, que é uma técnica exclusiva de pintura, e com a junção do poder dos arquétipos e das cores para auxiliar na cura e no caminho do despertar da consciência.

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