Espiritualidade

Vida além da Vida – Educadores no tempo

Professor em pé em biblioteca. Ele se apoia em uma mesa cheia de livros. Usa óculos e tem cabelo grisalho.
Escrito por Nilton C. Moreira
Quando falamos em educadores nos vem à mente evidentemente a figura do professor. De fato, este profissional ocupa o topo da lista de educadores. Mas temos várias classes que também educam como os religiosos e até mesmo os pais.

Mas educar mesmo é uma tarefa de grande responsabilidade e que muitas vezes não é valorizada como deveria, pois ter educação serve de base para tudo na vida. Sem educação não chegamos a lugar algum, pois embora cheguemos a este mundo com o conhecimento das ideias inatas conforme o filósofo Alan Kardec referiu, pois que, ao nascermos, podemos esquecer-nos do que se passou em outras vidas, mas ao longo do tempo aqui o “arquivo” vai sendo colocado a nossa disposição, conforme a necessidade que temos de buscar as peculiaridades.

Sabendo disso, muitas vezes temos que recorrer à meditação para que consigamos êxito em algum campo intelectual, mas a principal maneira de fazer vir à tona algo que tivemos aptidão em vidas passadas é através do estudo e recebendo os ensinamentos de um professor, cujo profissional se dedica inteiramente a pesquisar as respostas para as dúvidas que surgem.

A tarefa de Professor é das mais antigas falando-se filosoficamente, pois vem dos primórdios. Moisés, o profeta que trouxe a nós a primeira revelação, que a recebeu mediunicamente no monte Sinai, cujo livro foi escrito em pedra, passou o conhecimento aos seguidores como legítimo Professor, pois que não bastava apenas transmitir o que tinha escrito, mas sim teve que explicar em detalhes o que significava a mensagem Divina que recebera!

Táboas dos Dez Mandamentos. Fundo de céu e montanhas.

Depois tivemos Jesus que nos traz a segunda revelação e que também se apresenta como legítimo Professor, pois ensina as boas maneiras e o caminho para obtermos êxito na vida. Tinha uma particularidade interessante, que era de reunir-se com seus alunos nos mais diversos locais, sem cerimônias e na maior simplicidade para estudar e levar a educação tão necessária.

Certamente esta profissão ocupará num futuro não muito distante o patamar necessário de destaque e serão com certeza nossos educadores reconhecidos como devem, com a valorização condizente com o trabalho que desempenham.

A Terra, que passa por transformações, embora com traumas, mas com objetivo de evolução, só será grande perante outros planetas se o Professor for valorizado, pois este profissional terá a tarefa de conduzir, a exemplo de Moisés, a população do Globo para um novo tempo moral, onde predominará o Bem.

Este é o caminho que vemos para tão nobre profissão, respondendo assim o questionamento feito por leitora amiga que provocou o contido no artigo desta semana. Não devemos em qualquer atividade que desempenhemos esmorecer diante das dificuldades e até falta de condições de trabalho, mesmo que não sejamos valorizados e até nos critiquem. Que seria do povo da época se os Professores Moisés, Jesus e outros que se dedicaram a tarefa de ensinar, tivessem desistido? O que seríamos hoje?

Jesus ensinando crianças no pasto.

A falta de respeito, a incivilidade, a revolta, a maldade imprimida contra os locais de estudo ou contra os educadores, retrata o momento difícil que atravessa vários locais pelo Planeta, ocasiões em que ofendem e agridem fisicamente professores e destroem e picham os educandários. Devemos ter calma e trabalhar no sentido de melhorar esse ambiente que se formou em excesso, já que a violência sempre existiu.


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Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
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