Convivendo Saúde Integral

Comidas sem dor. A ciência a favor dos animais

Lagosta cozida em um prato branco, cheia de pregos, ao lado de um limão amarelo e um pequeno pote de taxinhas.
Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

À esta altura da era da informação você já deve saber, ou pelo menos ouviu falar, que os animais têm sentimentos e algumas espécies chegam a ser muito parecidas com os seres humanos.

Eles podem sentir medo, amor, alegria, entre outras emoções que são comuns, afinal eles são seres vivos assim como nós.

Mesmo com essa conscientização, o ser humano continua matando bilhões de animais por ano apenas para o consumo.

Homem em um celeiro de criação de animais bovinos, oferecendo feno à uma vaca.

Segundo o portal Plant Based News: “Todos os anos são gerados bilhões de animais inteligentes para o abate em fazendas industriais”.

O Relógio de Matar Animal dos EUA de 2018 usa dados de agências governamentais e outras fontes conceituadas para estimar uma contagem em tempo real de mortes de animais atribuíveis à produção do suprimento de alimentos nos EUA”.

Mas, a boa notícia é que atualmente, fazendeiros, cientistas e chefs de cozinha estão se unindo em prol do desenvolvimento de alternativas para substituir a carne.

Segundo a revista Superinteressante, esses profissionais estão recriando vários tipos de pratos sofisticados da culinária mundial, sem abrir mão do sabor.

Afinal, os animais utilizados para a preparação dessas receitas, são os que mais sofrem.

Você pode ler mais sobre isso clicando, nesse link.

Além desta preocupação em criar alimentos “sem dor”, outros denominados “artificiais” estão sendo criados em laboratório e devem chegar ao mercado até 2021.
A carne, uma das iguarias, está sendo produzida por uma startup holandesa denominada Mosa Meat, fundada pelo cientista Mark Post, que carrega o título de ter criado o primeiro hambúrguer sintético do mundo.

O produto é feito a partir de células da vaca e, como se trata das moléculas do mesmo animal, o sabor da carne é cultivado sem precisar feri-la.

Mulher em laboratório científico, fazendo anotações em uma prancheta enquanto segura com suporte cheio de tubos de ensaio com líquido azul.

Segundo a startup, “Como as células estão simplesmente fazendo o que fariam dentro do animal, não há necessidade de modificá-las. Além disso, os alimentos transgênicos são proibidos em grande parte da Europa, onde ela está localizada”.

Os benefícios dessa inovação são inúmeros. Além de reduzir o abate de animais, ela ainda pode colaborar na redução do aquecimento global e da falta de comida pelo mundo.

Além disso, outras empresas já estão investindo nesse mercado. Como exemplo, temos a Memphis Meats nos Estados Unidos, que desenvolve almôndegas de carne, frango e pato, e a Finless Foods que está focada em peixe. Ainda tem a SuperMeat, uma empresa israelense que produz carne de frango.

Afinal, nós enquanto seres humanos estamos em constante evolução e a nossa tecnologia já é capaz de nos proporcionar um estilo de vida saudável, sustentável e que não prejudica outras formas de vida.


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