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Egocêntrico, eu? Eu não… você!

egocêntrico
Olá! Basicamente dividimos os níveis de consciência entre egocêntrico e empático.

O egocêntrico é aquele em que predomina o Eu, e o empático o Nós.

A gente sempre se acha no empático, só o outro é egocêntrico, não é? Não.

Oscilamos numa eterna série complementar entre eles… em algumas situações somos muito egocêntricos, já em outras somos mais empáticos, e isso varia muito conforme nossa evolução nas mais diversas áreas da vida.

egocêntrico

Acontece que têm pessoas que são predominantemente egocêntricas na maioria do tempo, e esses são os que não sentem culpas, nem passam por conflitos internos, já que seu caráter ainda está em evolução, mas sentem muita frustração por não serem atendidos, e podem ser muito cruéis quando isso acontece…..

São contidos apenas pela censura externa, porque importam-se muito com o que os outros pensam e ainda terão um bom percurso rumo a evolução moral-empática, mas todos chegaremos lá!

Se você sente culpa quando faz algo que não é bacana para os seus padrões, ótimo! Bom sinal!

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O importante é não parar na culpa e dar um passinho à frente para que ela caminhe para o arrependimento e, na sequência, uma mudança de comportamento.

Estamos na era do NÓS, do TODO, onde cada vez menos o EU terá lugar. Então, é bacana nos observarmos, com gentileza, para ir melhorando progressivamente, porque a evolução não dá saltos! É tudo lento, gradual e progressivo.

E vamos seguindo em frente…

Com amor.

Sobre o autor

Monica Marchese Damini

Monica Marchese Damini

Psicanalista Clínica e Editora do Eu Sem Fronteiras

Em certa altura da vida, senti o chamado para descobrir o que havia além da rotina, da vida material, do físico. Foram muitos os caminhos trilhados, muito estudo, muitas vivências e descobertas, muitos desafios, vários mestres. Gratidão a cada um deles.

Autoconhecimento, espiritualidade, física quântica, o universo, yoga, budismo, doutrinas, meditação, retiros, silêncio, corpo, mente, alma, o Ser, o Amor Maior.

Ser livre do mundo externo, do sofrimento de Maya, a ilusão.

Torna-se co-criador da própria realidade.

Colocar em prática o Dharma, o dom e recursos recebidos em prol da sociedade, privilegiar o Todo, trabalhar, estudar, compartilhar, amar, evoluir, sem apego ou aversão.

Despertar para o Divino em cada um de nós. Aprender a enxergar o Ego e deixar que ele apenas trabalhe a favor dos propósitos do Todo, aprender a praticar o desapego e a aceitação… tem que buscar, tem que querer, e eu quero!

Assim como eu, muitos estão nessa jornada, e com este propósito de nos juntar, criamos o Eu Sem Fronteiras, projeto amoroso de compartilhamento e ponte entre quem quer dar e quem busca receber todo tipo de informação e conhecimento, livre de dogmas, julgamentos e crenças, para que cada leitor aproveite o que desejar em cada momento de sua vida.

Transformar conhecimento em sabedoria.

Trabalhoso, mas tem muita gente vibrando na mesma sintonia e disposta a compartilhar o que sabe, e nessa nova era onde o coletivo impera sobre o individual, conseguimos uma equipe linda de profissionais em sinergia com nosso projeto para juntar todo o bem e todo o bom aqui neste portal.

Aprender a perdoar, se perdoar, nos libertar de sentimentos negativos, mágoas, culpas e tudo que gera padrão negativo. Há muitas formas e ferramentas, mas precisa trabalho e enfrentamento.

Quanto maior a massa crítica vibrando positivamente no amor universal, mais rápida a transformação deste planeta.

Queremos participar!

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