Convivendo

Estrada Iluminada – Natureza se vinga

Nilton C. Moreira
Escrito por Nilton C. Moreira


Vemos a destruição do meio ambiente, às vezes pela parcela de habitantes que é relaxada ou até nem sabe avaliar a importância do equilíbrio ambiental, mas também temos a destruição em razão da ambição de arrecadar cada vez mais, tendo como bojo principal o poder econômico, exemplificado nas florestas que são derrubadas para criação de gado.

À medida que mexemos com a natureza, ela se vinga, e isso está bem demonstrado nas catástrofes acontecidas de um tempo para cá, onde parte para o outro plano grande quantidade de vidas.

Na alimentação vemos adulterações e produtos armazenados inadequadamente, o que causa problemas à saúde humana e até a morte, como noticiado a respeito da água, contaminada por agrotóxicos sem controle e, às vezes, contrabandeados.

Mas tudo faz parte da transformação e, certamente, a natureza se cobra por meio da justiça Divina.

Nas leituras da madrugada, me deparei com uma mensagem de Santo Agostinho, psicografada, com o seguinte contexto:

O progresso é lei da Natureza. A essa lei todos os seres da Criação, animados e inanimados, foram submetidos pela bondade Deus, que quer que tudo se engrandeça e prospere.

A própria destruição, que aos homens parece o termo final de todas as coisas, é apenas um meio de se chegar, pela transformação, a um estado mais perfeito, visto que tudo morre para renascer e nada sofre o aniquilamento. Ao mesmo tempo em que todos os seres vivos progridem moralmente, progridem materialmente os mundos em que eles habitam. Quem pudesse acompanhar um mundo em suas diferentes fases, desde o instante em que se aglomeraram os primeiros átomos destinados a constituí-lo, vê-lo-ia a percorrer uma escala incessantemente progressiva, mas de degraus imperceptíveis para cada geração, e a oferecer aos seus habitantes uma morada cada vez mais agradável, à medida que eles próprios avançam na senda do progresso.

Marcha assim, paralelamente, o progresso do homem, o dos anima00is, seus auxiliares, o dos vegetais e o da habitação, porquanto nada na Natureza permanece estacionário.

Quão grandiosa é essa ideia e digna da majestade do Criador! Quanto, ao contrário, é mesquinha e indigna do seu poder a que concentra a sua solicitude e a sua providência no imperceptível grão de areia que é a Terra e restringe a humanidade aos poucos homens que a habitam!

Segundo aquela lei, este mundo esteve material e moralmente num estado inferior ao em que hoje se acha e se alçará sob esse duplo aspecto a um grau mais elevado. Ele tem chegado a um dos seus períodos de transformação, em que, de orbe expiatório, mudar-se-á para planeta de regeneração, onde os homens serão ditosos, porque nele imperará a lei de Deus”.

Possamos todos refletir em relação ao que queremos para a nossa Terra.

Muita paz, amigos.


Você também pode gostar de outros artigos desse autor. Acesse: Estrada Iluminada – Insubstituível Mãe

Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
Email: [email protected]
Facebook: /Nilton-C-Moreira