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Julgamentos: quem nunca?



Olá!

Já dizia Freud, o pai da Psicanálise: “O homem é dono do que cala e escravo do que fala. Quando Pedro me fala sobre Paulo, sei mais de Pedro que de Paulo.”

Quando alguém ou nós mesmos fazemos um julgamento sobre outro, na verdade estamos vendo e falando sobre nós mesmos, pois só reconhecemos no outro aquilo que existe em nós.

Cientes disso, é muito bacana observarmos quando pensarmos em julgar ou criticar alguém, porque isso está em nós com certeza, mas é mil vezes mais fácil apontar no outro.

Muito interessante. Chama-se Projeção. 

Cientes disso o outro está livre e não absolutamente nada com o que pensamos dele, da mesma forma como não temos nadinha com o que pensam a nosso respeito. Ufa!

Já dá bastante trabalho cuidarmos de nossas próprias vidas e olharmos para dentro de nós mesmos, para perder tempo precioso julgando.

Quando julgamos nos colocamos em situação de “sabidos”, e somos isso? Sabemos mais que alguém? Temos autoridade para saber da vida dos outros, do que eles passam, sentem e quais suas dores e necessidades inconscientes? Não. Claro que não.

Sem falar da energia negativíssima que emitimos e que por eletromagnetismo volta pra gente.

Lembremos que somos todos livres e perfeitos, enfim.

Com amor.

 

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Sobre o autor

Monica Marchese Damini

Monica Marchese Damini

Psicanalista Clínica e Editora do Eu Sem Fronteiras

Em certa altura da vida, senti o chamado para descobrir o que havia além da rotina, da vida material, do físico. Foram muitos os caminhos trilhados, muito estudo, muitas vivências e descobertas, muitos desafios, vários mestres. Gratidão a cada um deles.

Autoconhecimento, espiritualidade, física quântica, o universo, yoga, budismo, doutrinas, meditação, retiros, silêncio, corpo, mente, alma, o Ser, o Amor Maior.

Ser livre do mundo externo, do sofrimento de Maya, a ilusão.

Torna-se co-criador da própria realidade.

Colocar em prática o Dharma, o dom e recursos recebidos em prol da sociedade, privilegiar o Todo, trabalhar, estudar, compartilhar, amar, evoluir, sem apego ou aversão.

Despertar para o Divino em cada um de nós. Aprender a enxergar o Ego e deixar que ele apenas trabalhe a favor dos propósitos do Todo, aprender a praticar o desapego e a aceitação… tem que buscar, tem que querer, e eu quero!

Assim como eu, muitos estão nessa jornada, e com este propósito de nos juntar, criamos o Eu Sem Fronteiras, projeto amoroso de compartilhamento e ponte entre quem quer dar e quem busca receber todo tipo de informação e conhecimento, livre de dogmas, julgamentos e crenças, para que cada leitor aproveite o que desejar em cada momento de sua vida.

Transformar conhecimento em sabedoria.

Trabalhoso, mas tem muita gente vibrando na mesma sintonia e disposta a compartilhar o que sabe, e nessa nova era onde o coletivo impera sobre o individual, conseguimos uma equipe linda de profissionais em sinergia com nosso projeto para juntar todo o bem e todo o bom aqui neste portal.

Aprender a perdoar, se perdoar, nos libertar de sentimentos negativos, mágoas, culpas e tudo que gera padrão negativo. Há muitas formas e ferramentas, mas precisa trabalho e enfrentamento.

Quanto maior a massa crítica vibrando positivamente no amor universal, mais rápida a transformação deste planeta.

Queremos participar!

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