Autoconhecimento

Pandemia com clausura

Mulher colocando uma máscara de proteção facial em seu rosto.
Foto: Alessandro Biascioli / 123RF
Nilton C. Moreira
Escrito por Nilton C. Moreira

Quando chegamos ao Planeta Terra, encontramos dificuldades no convívio com as pessoas que vamos encontrando pelo caminho. É interessante que não adianta mudarmos de bairro, cidade e até de Estado, porque eventualmente vamos encontrar entraves, e isso acontece porque nossos resgates de outras vidas estão neste Planeta.

Quantas vezes passamos a viver com determinada pessoa que dizemos ter sido “amor à primeira vista”, quando na realidade deveríamos dizer “a várias vistas”, pois certamente, nesses encontros que se dão muitas vezes em locais dos mais surpreendentes, já existia uma história de muitas existências vivenciada por ambos os espíritos.

Também devemos levar em conta que as dificuldades nos relacionamentos tanto no âmbito familiar quanto nos demais são difíceis, pois que pela misericórdia Divina esquecemos o que aconteceu em vidas passadas, porque certamente deparamos pessoas com quem tivemos desde pequenas até grandes desavenças.

Por isso é que sempre afirmamos que devemos procurar resolver as contendas nesta vida, caso contrário ficaremos vinculados à pessoa que nos prejudicou. Se não conseguirmos resolver as desavenças, pelo menos devemos perdoar quem nos ofendeu, pois assim estaremos a liberando de ter de, em uma próxima vida, reencontrar-nos para reparar o dano que nos causou.

Homem sentado à mesa, em frente à janela, com as mãos segurando o rosto.
Foto de Andrew Neel no Pexels

Deus permite que esqueçamos o acontecido em vidas passadas, pois, caso contrário, seria impossível nos acertamos, já que a maioria de nós ainda tem dificuldade na prática do perdão.

Embora haja o esquecimento momentâneo, o espírito que somos sabe o que aconteceu e recebe, por meio de intuições ou no desprendimento do corpo físico pelo sono, informações a respeito dos resgates que tem de realizar, mas quando acordamos passamos a ter um raciocínio diferenciado e muitas vezes as revelações contidas no sonho ou nas intuições diárias não são seguidas.

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Nos dias de hoje, em que vivemos atarefados e sempre dependentes de agendas de muitos dias adiante, não temos tempo de viver condizentemente o presente, o que deixa nossa mente bloqueada para análises informativa que recebemos da Espiritualidade Maior. Aquele conceito de que “o sono é bom conselheiro” na maioria das vezes não se concretiza, pois acordamos pela manhã sem agradecer a Deus pelo novo dia e mergulhamos num mar de compromissos e correria.

É primordial que, ao acordarmos, lembremos primeiramente de agradecer ao Criador pela oportunidade do dia e depois reflitamos sobre nossas intuições, para finalmente reiniciarmos nossos compromissos. Isso exige disciplina, perseverança e acordar mais cedo.

Mulher em ambiente aberto, usando roupas de frio e uma máscara de proteção facial.
Foto de Anna Shvets no Pexels

É bom que tenhamos em mente que nunca estamos abandonados neste Planeta e que nossa trajetória aqui envolve muitas pessoas encarnadas e desencarnadas que nos amparam e nos auxiliam, mas é necessário que estejamos receptivos, mantendo sempre o pensamento perseverado no bem.

Agora, em meio à pandemia com clausura, é bom que dediquemos momentos para refletir sobre o rumo de nossas vidas e sobre mudanças a serem feitas. Muita paz, amigos!

Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
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