Convivendo

Presente de Natal

Presentes embrulhados, empilhados ao pé de uma árvore de natal decorada.
Escrito por Juliana Ferraro
No final do ano, a gente começa a ver os enfeites de Natal e cair na nostalgia do fim do ano. Pensar em presentes e viajar. Gastar um pouco mais, gastar mais tempo pensando em presentes e festas de fim de ano.

E, no fim do ano, sempre tem aquele assunto de se comprometer com uma promessa, ou se colocar alguns objetivos para o ano que vai chegar. A maioria das pessoas se compromete em fazer uma dieta específica, ir mais na academia, dormir mais cedo, cuidar da saúde, trabalhar mais, começar um curso, etc

Tudo isso que já lemos em revistas mil vezes, estamos cansadas de fazer e sabemos que não vai dar certo mesmo. E a, vamos ser sinceras: cada ano que passa, não cumprimos o que prometemos (várias vezes quando chegava no meio do ano eu já tinha até esquecido o que eu tinha pedido).

Caderno com lista de promessas de ano novo.

Além do disso, esses ideais e projetos de fim de ano, na maioria das vezes, têm alguma ideologia por trás.
Tudo tem ideologia por trás, mas essa vai muito para a pauta de “não estou satisfeita com quem eu sou ou fui esse ano, portanto, ano que vem vou fazer isso para me sentir bem comigo”. E isso envolve toda comercialização em volta do corpo ou mesmo da personalidade de cada um. Sempre insatisfeito, querendo mudar. Ou seja, terminamos o ano insatisfeitos prometendo que o próximo vamos estar bem.

Só para começar, esse não é um lugar onde nós estamos vibrando de forma a atrair felicidade e bem-estar. Sair do lugar de estar mal, que tem a ver com a indústria dos comestíveis e da infelicidade com quem se é, e que lucra bilhões por ano em cima da sua insatisfação. Será que ela é real ou foi aprendida? Será que sua real natureza já não está satisfeita com quem você é agora? Claro que sim!

Silhueta de mulher se espreguiçando, em pé, próximo ao mar, com põr do sol ao fundo.

Pois então, que tal prometer a si mesma terminar esse ano e começar o próximo com a seguinte premissa: eu me amo do jeito que eu sou. Sou perfeita como sou. Vou aprender a me amar e aceitar como sou e sobre minhas emoções. Vou aprender sobre meus medos de reprovação e vou aprender que sou sempre amada o tempo todo. Que o amor está por trás de tudo e eu não preciso fazer nada para provar a ninguém que preciso ser amada. Eu já sou amada e confio nisso.

Feliz ano novo!!


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Sobre o autor

Juliana Ferraro

Juliana Ferraro é psicóloga por formação e viajante por amor às coisas novas da vida. Seu contato com diferentes línguas e culturas começou quando ela ainda trabalhava no Club Méditerranée. Depois fez um mochilão pelo mundo em busca de autoconhecimento. Em pouco mais de um ano conheceu diversos países asiáticos, em especial a Índia, onde fundou uma paixão profunda pela yoga e pela meditação. No Brasil: morou, deu aulas de yoga e se formou como massoterapeuta, em Paraty, RJ. Foi nessa época que concluiu quatro cursos de dez dias de meditação Vipassana e se aprofundou na prática de Ashtanga Yoga. Hoje, ela está estudando Ashtanga Yoga no KPJAYI, em Mysore, Índia. E dá aulas de Ashtanga Yoga online.

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