Convivendo Maternidade Consciente

Sobre maternidade e casamento

Mulher grávida para diante de uma janela.
Foto: 123rf
Rodrigo Frazzão
Escrito por Rodrigo Frazzão

“Não se esconda na metáfora Bíblica de dizer que eu vim da sua costela, porque meu bem, a verdade é que você que veio do meu útero”.

Meu marido me traiu depois que eu fiquei “muito flácida”.

– Mariana

Meu namorado disse que eu estava “acabada” e me deixou quando Sofia tinha 2 meses.

– Débora

Caio me disse que eu não era nada atraente e me mostrou uma foto da minha amiga, dizendo que isso sim era ser sexy. Meu coração doeu, eu fiquei arrasada.

– Camila

Mulher de cabeças baixas na cama ao lado do marido.
Foto: 123rf

Ele sempre me evitava, dizia que ainda era cedo depois de um parto, mas ai vi uma mensagem dele com outra. ‘’ A baranga já foi dormir, manda outra foto’’. Ahh. Eu quis morrer.

– Cláudia

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Quando as gêmeas nasceram, a coisa mais preciosa do mundo estava ali, em minha mãos. Mas eu me achava horrível, toda vez que ele me rejeitava.

– Sofia

Acabada? Flácida? Baranga? Rejeitada? Todas as pessoas só existem na terra, graças à mulher. Homens só podem ser chamados de pai graças às mulheres, e muitas se sentem culpadas, por levarem a culpa pela falta de caráter de muitos homens. Homens esses que deviam ter vergonha de não apoiar a mãe de seus próprios filhos. Se algumas estrias ou uma barriga flácida lhe gera incômodo, acho bom você rever um pouco seus conceitos sobre ser homem hétero que esbanja masculinidade por aí. Porque homem de verdade, não abandona uma vida em detrimento de um corpo. Corpo esse que esticou, que carregou vida, que sangrou, que partiu-se e que quase matou a mulher da sua vida. Antes de chamar uma mulher com filho de alguma coisa que não seja maravilhosa, acho bom você pegar esse seu pinto, cortá-lo e quem saber fazer uma pequena experiência sobre a grandiosidade e a dificuldade de ser uma mulher. E não se esconda na metáfora Bíblica de dizer que eu vim da sua costela, porque meu bem, a verdade é que você que veio do meu útero, engole a verdade e me respeita.

Sobre o autor

Rodrigo Frazzão

Rodrigo Frazzão

Desde criança sempre me fascinei pela escrita, pela leitura, pelo comportamento humano e por toda forma de manifestação de arte. Cresci em meio à pobreza, na roça, na caatinga, morava em uma casa de taipa, com poucos recursos, mas sempre muito feliz e desde essa época sempre mostrei interesse pela área da educação. Com 10 anos mudei-me para a zona rural de Petrolina, uma cidadezinha no interior de Pernambuco, onde minha família começaria a trabalhar na área de fruticultura irrigada, às margens do rio São Francisco, um paraíso.

Aqui, um pouco mais perto da cidade, fui me aprofundando na leitura, tendo contato com a escrita, com as artes e lendo mais e mais sobre a psicologia humana, o que nos molda e o que nós somos irresponsáveis, por que sofremos. Comecei a me conhecer por completo, os meus medos, meus traumas, minhas limitações. Comecei também a ler muito sobre a importância de amar a si mesmo, de se perdoar, de entender a mente, seus processos e desde então passei a me amar mais, a aceitar as pessoas como elas são, a não julgar, a querer ajudar quem precisa de um conselho, de um ombro amigo.

Aprendi que o modo como pensamos muda nossa experiência e nossa vida, então quero aos poucos ajudar as pessoas, mesmo sendo jovem, mesmo não sabendo de tudo, quero ajudá-las a mudar a forma como se enxergam, a forma como veem todos os seus problemas, todos os traumas, como veem a si mesmas. Eu aprendi que para as angústias da alma existe um alívio, um remédio, uma cura, basta apenas mudar a forma como enxergamos tudo ao nosso redor, começando por nós mesmos. Todo o meu conteúdo é livre, eu só quero ajudar você a ser cada vez melhor, mas para isso você precisa se permitir.

Em breve lançarei meu livro, falando sobre revolução do eu e por que todos nós podemos evoluir cada vez mais.

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