Autoconhecimento Espiritualidade

A importância de ter ambição

Homem olhando a cidade do alto representando alguém ambicioso que conquistou seus objetivos
Creativa Images / Shutterstock
Escrito por Fernanda Colli

É fato que o que ficará de nós aqui na Terra será nossa história. Ficam as realizações, as conquistas, as amizades, os sonhos… Porém isso não pode romantizar totalmente nossa existência a ponto de acharmos que desafios não pertencem a quem vive.

Coisas materiais são muito importantes, pois é justamente nessas conquistas que colocamos toda a nossa vontade de adquiri-las. É justamente nossa ambição que nos faz trabalhar e crescer tanto material quanto espiritualmente. Não podemos confundir ambição com ganância.

Enquanto a ambição diz respeito aos nossos projetos, a ganância se refere a querer algo eu já é de alguém. Apesar de muitas vezes essas palavras serem confundidas, têm um sentido totalmente diferente.

Temos que ter a ambição de evoluir sempre, de buscar e conquistar, para que lá na frente possamos nos orgulhar de tudo o que construímos em cima da nossa ambição e de acordo com um projeto de vida.

Você também pode gostar

Que a nossa vida seja repleta de projetos ambiciosos, mas nunca rodeados nem fundamentados na ganância, pois tão certo quanto a ambição é a lei da colheita. Então plante sua história da maneira mais ambiciosa possível, mas nunca se deixe enganar pela ganância. Só assim, sabendo distinguir as funções tão distintas dessas palavras tão parecidas em seu significado, é que conseguiremos não só alcançarmos a felicidade, mas também tornarmos felizes nossos próximos.

Sobre o autor

Fernanda Colli

Fernanda Colli é pedagoga, arte-educadora, escritora e pesquisadora da cultura popular brasileira, com atuação destacada na valorização das tradições caipiras. Especialista em Arte Educação, folclore e cultura popular, desenvolve projetos socioculturais voltados à inclusão, à identidade e ao pertencimento, especialmente em contextos escolares.

Idealizadora do Projeto Folclorear, atua na inserção de manifestações tradicionais, como a catira, no ambiente educacional, promovendo o diálogo entre saberes populares e práticas pedagógicas contemporâneas. Coordenadora de projetos no Centro de Tradições de Araçatuba e integrante de grupo de pesquisa na área cultural, também exerce papel de liderança como presidente da comissão infantopedagógica da IOV Brasil.

Como colunista, Fernanda escreve sobre cultura popular, educação, arte e identidade, trazendo reflexões sensíveis e críticas sobre a importância da memória, das tradições e da formação cultural na sociedade atual. Sua escrita se caracteriza pela defesa da cultura como instrumento de transformação social e fortalecimento das raízes coletivas.