Convivendo

A nossa capacidade de se reinventar

Thales Kroth de Souza
Em nosso mundo, nasceram grandes pensadores, cientistas e curiosos que desempenharam valores importantes para a construção do nosso conhecimento e propósito do saber.

Como o italiano Leonardo da Vinci, que possuía curiosidade insaciável, sendo bom em diversas áreas e habilidades para diversas funções: pintor, escultor, engenheiro, arquiteto, matemático, químico, físico, inventor, anatomista, escritor, poeta, músico, etc. Enfim, um polímata. Sua capacidade de inventar está à frente de seu tempo: estudo de ossos, embriões, protótipos de helicóptero, tanque de guerra, energia solar, calculadora, afrescos matemáticos, escritos em anagramas e códigos. São diversas informações para dizer em um texto sobre uma pessoa.

Autorretrato de Leonardo Da Vinci.

O que podemos concluir é que não existe uma única área que precisamos adentrar. As mulheres e homens de hoje desempenham várias funções com base no seu cotidiano: trabalham, estudam, cuidam de seu(s) filho(a)(s), possuem momentos de lazer e criatividade. Todos têm um “da Vinci” dentro de si na capacidade de se reinventar.

Seu quadro mais famoso – Mona Lisa – que vale aproximadamente € 1 bilhão e é visitado no Museu do Louvre, em Paris, por mais de 8 milhões de pessoas anualmente, é o máximo da fama e talento. Mesmo com o seu valor imensurável, aqui representada por valores reais, já que os códigos da própria instituição que mantém quadros não podem ser vendidos (seria preciso alterar os seus códigos), mostra que um trabalho pode ser valorizado independentemente de seu tempo, mas, sim, da sua criatividade.

Uma imagem de pessoas no museu observando o quadro da Mona Lisa pintado por Leonardo DaVinci.

“Ele foi um homem que acordou cedo demais na escuridão, enquanto os outros continuavam a dormir.” — Sigmund Freud.

Eis uma frase de um psicólogo que existiu há mais de 350 anos, à frente e também importante para a história do saber. Às vezes, a gente leva a sério quando ouvimos a opinião alheia sobre algo que está bom, mas para nós é insuficiente. Esse vício de obter a perfeição e esse erro humano de ser incapaz de aceitar a responsabilidade, os erros e acertos fazem parte da vida de cada um.

E sobre o proibido?

Estudos do corpo humano, ossos e embriões, por exemplo. Se tiver vontade de saber sobre o assunto, uma pesquisa simples em uma biblioteca pode ser feita ou até mesmo conversar com uma pessoa a respeito. Agora, se voltarmos no tempo há 500 anos, será que isso será possível?

Passar pelas barreiras da vida e da ignorância é o objetivo de cada pessoa. A busca pela verdade deveria estar escrita na mão de todos. Se uma pessoa pode passar por dificuldades atualmente frente aos problemas de comunicação, imagine há tanto tempo assim… Claro que não se limita às ciências naturais, da natureza, financeira, humanas, conhecimentos diversos, mas isso serve de lição para quem possui receio ou medo de avançar para um conhecimento. Não se deve desistir por um obstáculo.

Qual a sua vontade de vencer? Nenhum obstáculo será grande se a sua vontade for maior. Acredite em você!


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Sobre o autor

Thales Kroth de Souza

Thales Kroth de Souza

Gaúcho de coração, formado em Técnico em Contabilidade pelo Instituto Rubén Darío, graduando em Gestão Financeira e Administração pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Palestrante pela ODAC - Organização do Aluno Consciente, Voluntário na ONG Parceiros Voluntários e profissional com experiência nas áreas financeira e bancária.
Amante de corrida, gostar de malhar, leituras e manter-se informado.
Solteiro, procura o amor nas entrelinhas da vida.

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