Convivendo

O que aprender com as dificuldades de 2016

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Se tem uma coisa que mais se escuta em conversas paralelas é o seguinte: “2016, que ano difícil”. Na minha roda de amigos não é nenhuma novidade. Circulando em meio às pessoas no centro da cidade, dá para ouvir os burburinhos falando do momento atual e que não está fácil pra ninguém.

E acredito que com você também não deva ser diferente. Primeiro, pela crise econômica que o país passa. Difícil e triste. Então, você deve ter algum conhecido/amigo seu que perdeu o emprego, que teve que mudar seu estilo de vida e por aí vai. O choque e adaptação nem sempre são fáceis e é esse o ponto central da dificuldade que nos assola em um ano quando muitas áreas são atingidas.

Lidar com as dificuldades

O ano de 2016 foi bem agitado e acredito que não é preciso fazer nenhuma retrospectiva. Até você mesmo que está lendo este texto deve ter sentido essa dificuldade no seu dia a dia. A primeira coisa que abala as pessoas é a perda do emprego. O trabalho é algo muito significante para o homem e o que me resta a dizer é não desistir. Sim, você pode acabar ganhando muito menos do que ganhava, por isso, também a dificuldade de se adaptar a um novo estilo de vida.

Quando ocorre isso, e para os problemas não aumentarem, é preciso, sim, que seja feita uma reavaliação do seu estilo de vida. Colocar no papel as contas e onde é possível cortar e economizar. Uma dica geral para quem ganhou a rescisão é não sair gastando tudo e se empolgar com o dinheiro. Se houver dívidas, pague e o restante guarde ou invista em algum negócio. Mas não saia se empolgando e gastando todo o dinheiro, já que você não sabe como serão os próximos anos, pois vivemos em uma estabilidade econômica. Essa é uma dica geral e serve para todo mundo.

Adaptação: uma dificuldade

O que 2016 tem ensinado é a adaptação a um novo estilo de vida e isso é um grande desafio para as pessoas. Primeiro porque nos acomodamos e a gente sabe que não é nada fácil mudar a rotina. E nestes casos, a adaptação ocorre por algo difícil e pode acabar interferindo em todos os laços familiares. O apoio de alguém é sempre fundamental. Conseguir respirar fundo, não sair na loucura e pensar com calma é importante para definir os próximos passos.

“O choque e adaptação nem sempre são fáceis e é esse o ponto central da dificuldade que nos assola em um ano quando muitas áreas são atingidas”

E não precisamos nem dizer que a fé é fundamental para dar a esperança dos dias melhores. Independente da religião, acreditar que as coisas vão melhorar, acreditar nas pessoas, em dias melhores, em novas oportunidades, em coisas boas para o país também vão deixar a sua vida mais positiva.

Sabe-se que o efeito negativo tem um grande impacto. Parece até que se uma coisa começa a desandar, o restante desanda, e nessa hora não vale reclamar ou colocar a culpa nos outros. Reavalie o seu papel nesta história.

E o que aprender com 2016? Assim como todos os anos, tente ser um ser humano melhor e não coloque os fracassos de sua vida no ano e no governo. Claro que tudo são consequências, mas a gente pode melhorar. É como sempre afirmo, a mudança começa no eu interior.


  • Texto escrito por Angélica Fabiane Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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