Saúde Integral

Como funciona o processo de cura da nova medicina germânica

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Escrito por Eu Sem Fronteiras

O alemão Dr. Ryke Geerd Hamer é o responsável pela chamada nova medicina germânica. Após um câncer, segundo ele, causado pelo trauma da morte repentina de seu filho, o já renomado médico decidiu investigar a fundo as causas das doenças nas pessoas e descobriu fatos nunca antes mencionados. É através da mente, do sentimento e de traumas que o médico diz serem desenvolvidas as principais doenças pelas que somos acometidos.

Através de um longo e minucioso estudo, Dr. Hamer descobriu o que chamou de “as cinco leis biológicas” que explicam todos os motivos, desenvolvimento e até mesmo indicam uma forma de cura natural para as doenças. Tudo baseado nos princípios biológicos naturais de cada indivíduo. De acordo com a nova medicina germânica, as doenças não são somente o resultado do mau funcionamento de parte de nosso organismo, mas sim o resultado de uma situação endêmica desencadeada por sentimentos, sensações e principalmente grandes traumas sofridos pelas pessoas.

Por traumas, entenda desde a separação dos pais perante uma criança, um sofrimento muito grande de um ente querido ou a perda de alguma coisa com a qual não sabemos lidar.

Papéis com tabelas coloridas, desenhos e escritos sobre medicina.

As leis biológicas do Dr. Hamer colocam em dúvida a medicina tradicional, pois contestam os princípios de malignidade e enfermidade tão presentes neste mundo. Ele mostra que, através de seus estudos, constatou que toda doença tem um sentido biológico através de sensações vivenciadas pelo indivíduo que for acometido.

Da mesma forma, propõe o processo de cura através do tratamento dos sintomas e dos sentimentos que desencadearam a doença, refutando tratamentos já consagrados, como a quimioterapia no caso de câncer, por exemplo.

De acordo com a nova medicina germânica, toda doença tem origem no que ele chama de “Síndrome de Dirk Hamer” (DHS), que nada mais é do que um susto, um trauma ou um sentimento muito forte ao que não sabemos reagir. Este trauma aconteceria simultaneamente entre a mente, o cérebro e o órgão correspondente. Cada parte do cérebro tem o comando de um órgão de nosso corpo e seria essa parte afetada de acordo com o trauma em questão. Uma mulher que sofre de câncer de mama, por exemplo, pode ter vivido um choque com uma separação inesperada ou uma situação em que vê alguém que ama muito passando por um grande problema.

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Para evoluir para o processo de cura, é preciso que todo um esquema de resolução do conflito se dê dentro do paciente. É necessária a superação e a dissociação do problema apresentado com a doença. É como se uma reprogramação mental e física, feita em parceria com médicos que entendam da nova medicina germânica, ocasionasse na cura por si só. Os tratamentos tradicionais, segundo esta vertente, atrapalhariam este processo de cura natural.

Vale dizer que o alemão enfrentou diversos problemas com sua tese e que a medicina ainda não reconheceu suas explicitações como eficazes ou verdadeiras. No entanto, podemos tirar delas uma lição muito básica de que a somatização realmente pode nos afetar de maneira profunda e duradoura. De qualquer forma, independente da doença, fazer a nossa parte de cuidar de si mesmos com o maior cuidado e amor que temos sempre será uma boa saída.


Texto escrito por Roberta Lopes da Equipe Eu Sem Fronteiras

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