Espiritualidade

Jesus Cristo

Bíblia aberta em uma mesa
Wendy van Zyl/Pexels

É inequívoca a importância de Jesus Cristo para a humanidade. Algumas religiões, porém, o “ignoraram”, já outras o exaltaram, algumas o distorceram. Mas o que é primordial é que seus ensinamentos permanecem entre nós, sobretudo o amor.

Os romanos foram perseguidores dos hebreus e de Jesus, contudo o maior algoz do Messias foi o seu próprio povo: os judeus ortodoxos, também chamados de fariseus. Tomados por inveja e medo do controle do povo, bem como de suas riquezas, os fariseus, pela informação de Judas, foram os que aprisionaram, condenaram e massacraram Jesus. Não o aceitavam como Messias, porque ele rompia com os velhos costumes ortodoxos. Na verdade, interpretava as leis de uma forma mais livre para a população, mais humana.

Talvez o que mais tenha os incomodado seja o amor, sim, a felicidade. A alegria gera ódio nas pessoas. Como algumas não buscam isso ou não têm o que buscar, odeiam os que prezam por isso. Jesus foi assassinado pelos romanos, que governavam a Galileia/Judeia, de fato, mas quem preparou e forçou Roma a fazer isso foram os ortodoxos. Até hoje, os judeus ortodoxos não aceitam Jesus como Messias, esperam outro sê-lo. No entanto, não são todos os judeus, existe o lado Judeu Messiânico, que crê em Cristo como o Messias.

Os romanos não foram os piores inimigos, mas ajudaram em todo o processo. Pilatos, governador da Judeia, “lavou as mãos” e não interveio quando deveria. Na questão regiliosa, eram politeístas e não concebiam que Jesus Cristo se devotasse a um único Deus. Diziam: “Como um único Deus vencerá todos os nossos deuses?” Fomentavam o sangue do lado mórbido, pois a idolatria pedia o sacrifício de animais em nome dos deuses, “oh Júpiter, oh Marte, oh Vênus”. Sim, veneravam planetas, algo físico, muito longínquo.

Mulher andando em um campo de flores ao pôr do sol com os braços abertos
Sasha Freemind/Unsplash

Em vez disso, imperando a hipocrisia, não idolatravam a própria Terra, transformavam seus semelhantes em escravos, algo totalmente sem sentido, tinham cegueira e sede pelo poder. Na verdade, os romanos fizeram o “Ctrl C + Ctrl V” de outrora, copiaram os deuses do Egito e, principalmente, os da Grécia, só mudaram os nomes, colocando-os alguns como planetas.

Cristo foi um rompedor de paradigmas da época, que foram inúmeros. Uma das belas mensagens foi o respeito às mulheres. Naquela época, elas não se sentavam à mesa com seus maridos, quiçá outras coisas, eram apedrejadas, por situações ínfimas, bastava o dizer do marido. Jesus foi passando, primeiramente aos apóstolos, que as mulheres eram iguais aos homens, isso foi semeando e modificando aos poucos. Numa ocasião, uma mulher seria apedrejada. Antes disso, Cristo perguntou “Quem não tiver pecado que atire a primeira pedra”. E todos foram embora.

Além do mais, no nascimento das crianças, os homens não podiam chegar perto de suas esposas no pós-parto, porque “o sangue era impuro”. O Messias disse: “Mas como impuro vai ser o sangue do nascimento de um filho? Da Luz mais divina para um Pai? Na verdade é o mais puro”. São vários os ensinamentos, Jesus sabia de sua missão há muito tempo. Por volta dos 30 anos é que começou a ascender completamente. Quando João Batista partiu, o bastão estava por completo com ele, inclusive já sabia que existiria um “Judas”.

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Conforme já disseram, “O destino é Deus viajando conosco”. Isso é evidente para todos, a diferença é que Jesus Cristo sabia e estava pronto para realizar a sua missão divina. Muitos dizem que ele era um Ser de uma dimensão superior, ele simplesmente mostrou o que poderíamos fazer igual a Ele futuramente, já que disse “Vós sois deuses”. Esse momento está para acontecer e não há razão para duvidar disso.

Sobre o autor

Marcell Schaidhauer Barcellos

Marcell Schaidhauer Barcellos

Formado em direito. E pós-graduado. Porém, na parte espiritual, por enquanto, não detém formação. Sua busca está para o lado espiritual na mesma velocidade que as informações estão correndo no presente ano. Tem como missão divina despertar o maior número de pessoas na sua verdadeira realidade interior. Semear aquilo está claro para alguns, para que outros bebam da mesma fonte. O caminho é a mensagem, mas a finalidade é o amor.

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