Comportamento

Tenha orgulho das suas conquistas mas não se envaideça a ponto de não aprender com elas!

Silhueta de homem celebrando, no topo de uma montanha durante o pôr-do-sol.
123rf/inkdrop
Fabiano de Abreu
Escrito por Fabiano de Abreu

Todos os dias há uma luta, pequenas conquistas que capacitam a nossa vontade de continuar na nossa demanda. Por outro lado, quando falamos em conquistas significativas, que são apercebidas pelo outro, que serão alvo de críticas (positivas ou negativas) alargamos o perímetro onde nos movemos.

Devemos orgulhar-nos sim do que conquistamos, mas deve ser um orgulho na medida certa. Aqui entra a “autorregulação”.

Imagem de tiro ao alvo, com três flechas dentro do arco central.
Pixabay/3D Animation Production Company

Sentirmos orgulho sem que este nos cause cegueira e nos permita continuar no caminho das novas aprendizagens, que nos permita ser humildes o suficiente para sabermos que ainda há outros objetivos e outras formas de nos melhorarmos e elevarmos. A vaidade exacerbada alimenta o ego e limita o nosso campo de visão, tolda o pensamento e deixa-nos cair no erro de acharmos ser melhores do que os outros.

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Talvez transformando esse orgulho em “HONRA”, para que ele não vire vaidade, seja o caminho correto. Honrar a nossa conquista confere-lhe dignidade (à própria conquista em si mesma, a mim enquanto criador e ao outro enquanto usufrutuário, se assim for o caso).

“Devemos aproveitar a subida de cada degrau, mas sem nunca esquecer a escadaria que ficou para trás.”

Devemos tratar as nossas conquistas com a humildade necessária para que ela se mantenha, para que possamos aprender com ela o caminho para mais e mais vitórias. Devemos ter presente em nosso pensamento que a aprendizagem é contínua e, se soubermos dar o devido valor a cada batalha, iremos apreciar muito mais cada resultado positivo. Resultado este que nos deve orgulhar na medida certa para nos fazer mover no caminho que consideramos certo com vista no que queremos alcançar.

“Quando se conquista algo, essa conquista tem que ser mantida e a humildade é a peça chave para essa manutenção.”

Desenho de três mãos tentando alcançar um troféu.
Pixabay/Mohamed Hassan

Devemos sentir o que chamo de “orgulho bom” presente em nós através do autorreconhecimento. Um orgulho de satisfação sabendo sempre os limites que separam esse orgulho da vaidade aguçada e absoluta.

A sabedoria está em encontrar o meio-termo, o equilíbrio, o combustível necessário para manter a chama da vontade acesa com objetivo de desbravar novos caminhos, perseguir novas conquistas, acumulando o conhecimento que cada prova nos fez obter.

Sobre o autor

Fabiano de Abreu

Fabiano de Abreu

Fabiano de Abreu Rodrigues é um jornalista, psicanalista, neuropsicanalista, empresário, escritor, filósofo, poeta e especialista em neurociência cognitiva e comportamental, neuroplasticidade, psicopedagogia e psicologia positiva.

Proprietário da agência de comunicação e mídia social MF Press Global, é também um correspondente e colaborador de várias revistas, sites de notícias e jornais de grande repercussão nacional e internacional.

Atualmente detém o prêmio do jornalista que mais criou personagens na história da imprensa brasileira e internacional, reconhecido por grandes nomes do jornalismo em diversos países. Como filósofo, criou um novo conceito que chamou de poemas-filosóficos para escolas do governo de Minas Gerais no Brasil.

Lançou os livros “Viver Pode Não Ser Tão Ruim”, “Como Se Tornar Uma Celebridade”, “7 Pecados Capitais Que a Filosofia Explica” no Brasil, Angola, Paraguai e Portugal. Membro da Mensa, associação de pessoas mais inteligentes do mundo, Fabiano foi constatado com o QI percentil 99, sendo considerado um dos maiores do mundo.

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