Convivendo Espiritualidade

Velórios da Nova Era

Marido tentando consolar a esposa devido à perda dela.
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Bruna OM
Escrito por Bruna OM

Aqui no Ocidente ainda temos uma forma muito arcaica de celebrar os velórios. Na cena atual em que nos encontramos da Covid-19, eles nem mesmo são celebrados. Mas o que vem aí depois da tal transição planetária?

Esperamos a morte, de uma forma mais certeira do que antes, é quase que um “sou o próximo da fila, digamos”, todos irão, o pensamento sobre esse tipo de evento acaba ficando mais comum do que antes.

Então chorar e espernear talvez não seja a melhor solução para quem fica, não é mesmo? O entendimento sobre nossa passagem aqui na Terra começa a ficar mais claro para nossos irmãos, e como seres sencientes podemos e devemos dar um rumo mais suave a esses ocorridos.

Assim como no Oriente e em algumas tribos, a morte é celebrada com festa e alegria, a passagem do ser, uma porta que se abre, a certeza de uma nova Terra e um novo amanhã.

Homem de roupa preta com um buquê de flores na mão no cemitério.
BrettSayles / Pexels

Acredito que esse tipo de informação já tenha chegado a quase todos, então por que não mudar nosso comportamento e atitudes? Diante de tanta transformação, há muito trabalho a se fazer para mudar as coisas de fato, para que a frequência se eleve, e mude, e continuemos evoluindo.

Além dessa questão energética, física, mental, espiritual, também há a questão ambiental de enterros feitos na Terra, gavetas, seres, corpos doentes poluindo a terra com tantas químicas e diversidades que passaram pelos corpos enquanto vivos.

A cremação é uma alternativa sustentável, porém cara diante dos planos vigentes, sendo que não precisa de manutenção. Poderiam facilitar para os povos transcenderem esse arquétipo morte, e então sigamos.

Um homem e uma mulher chorando abraçados pela morte de alguém.
CTechnical / Pexels

Uma celebração para quem fica, para quem vai, um momento de nostalgia, lembranças, músicas, pessoas, um momento de cura para quem fica, e de cura para quem vai.

Esse é meu convite, uma nova ideia para o coletivo, para a sociedade, ninguém precisa sofrer, ninguém precisa chorar, um dia todos vão se reencontrar…

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Temos de manter e elevar a frequência da humanidade com nosso coração em paz e em harmonia com a natureza, descobrir nossa reconexão e manter, a fim de que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Sobre o autor

Bruna OM

Bruna OM

Comecei minha carreira criando uma aproximação com as pessoas e suas diversas etnias e culturas. A hotelaria me possibilitou descobrir o universo de servir com paixão e isso realmente faz muito sentido até hoje.

Em uma busca mais profunda dessa conexão com as pessoas, encontrei a naturopatia, que fez com que esse contato tomasse vida, então descobri um universo em cada ser.

Olhando por essa perspectiva, ter um leque de opções ao encarar um ser humano que te procura para um tratamento faz muito sentido, visto que se trata de um ser único e especial. Com o mesmo intuito, sim, de harmonizar o corpo em si, porém essa harmonia vem de uma forma diferente de ser para ser, e esse é nosso trabalho.

Sigo pela experiência acadêmica e profissional e também na linha científica com algumas pesquisas no âmbito quântico em minhas práticas e vivências também. Estudei e estudo música e metafísica, emergi pelas medicinas da floresta por três anos, tempo em que obtive uma cura profunda física – hoje sou mãe, coisa que a medicina alopática disse que nunca seria – e muitas outras curas emocionais com outras técnicas também.

Acupuntura, massoterapia, aromaterapia, meditação, kundaline yoga, campo eletromagnético, cura ancestral de Ísis, homeopatia, florais, plantas medicinais, musicoterapia, cultivo e plantio e arte lúdica são algumas das possibilidades ao entrar em comunhão com um ser que vem até mim.

Fico muito grata em poder compartilhar minha vida, meus experimentos, e por meio da escrita isso se potencializa sem fim, de fato nos eterniza, em uma oportunidade.

Somos hóspedes deste corpo e deste mundo, e o que nos resta é nos exaltar, evoluir sem fim, para novas perspectivas e horizontes. Temos ferramentas que nos facilitam acelerar esse processo para que possamos ser tudo o que viemos para ser e sentir a plenitude e a conexão com o todo.

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