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Como curar um coração partido?

Elaine Pera
Escrito por Elaine Pera



O tempo passa, tudo evolui, e como! Nossa vida digital, então, nem se fala, mas uma coisa não mudou muito em toda a trajetória humana: a dor da rejeição, principalmente de um relacionamento amoroso.

Hoje, embora os jovens vivam parcerias livres e sem a cobrança de um casamento formal, eles ainda continuam padecendo das mesmas crises existenciais da época do romantismo. A dor de um amor não correspondido fere o coração de todo ser humano. Como podemos curar isso?

Ser bem-sucedido afetivamente é a garantia de uma autoestima saudável e de uma autoconfiança que pode afetar positivamente todas as áreas da vida. Mas como lidar com um insucesso amoroso? É possível observar pessoas que a partir de uma desilusão afetiva fecharam-se para o mundo e para as oportunidades de realização material. Temem fazer outras tentativas e receiam, na verdade, serem rejeitadas novamente.

Mas será que o preço que se paga pelo orgulho de não ser aceito não é tão maior do que aquele que se paga pela solidão, pela pouca entrega às paixões, pelos relacionamentos frios e sem emoção ou por parcerias que apenas estão ali cobrindo uma solidão a dois?

Na prática da vida, nenhum relacionamento novo pode servir para cobrir uma velha ferida e fazer de conta que ela não existe.
Curar seu coração partido é prioridade para continuar indo em frente e abrir-se para outros tipos de amor.

O caminho aqui é diferente, é necessário olhar para a ferida, limpar com um algodão macio e refrescante, colocar uma pomada cicatrizante, selar com gaze e proteger até que a pele possa reconstituir-se plenamente; por vezes será possível que uma pequena cicatriz permaneça, mas sem causar danos maiores.

Uma boa maneira de começar essa cura é admitir que talvez você tenha colocado no parceiro expectativas demais de felicidade eterna e que não tenha avisado o outro que ele fazia parte de seus planos. Algumas vezes criamos nossa própria história, vestimos no outro a roupa de príncipe ou princesa e imaginamos que ele(a) jamais poderá nos ferir.

As coisas não funcionam assim, talvez o outro também esperasse algo que não fomos capazes de dar e quanto mais saímos de nós mesmos, fazendo concessões e acreditando que nosso esforço valerá a pena, mais nos desconfiguramos e menos respeito obtemos.

Nesse jogo de buscar a felicidade e a manutenção do relacionamento a qualquer preço, vamos cavando um abismo enorme entre o coração e a alma e quando menos esperamos o outro pula, atravessa o abismo, vai embora nos deixando perplexos do outro lado, sem explicação ou justificativas.

Agora só nos resta retroceder, caminhar de volta até onde nos perdemos de nossa autoestima, de nosso amor-próprio, da integridade de nossa Alma, pois só ela poderá nos acolher e curar. Este processo de compreensão profunda, de resgatar a esperança, de confiar de novo no amor leva um tempo, exige maturidade, autoacolhimento e humildade para pedir ajuda, pois quase sempre não conseguimos cuidar da dor e do sofrimento do abandono sozinhos.

Mas nos resta uma esperança, pois esta cura pode vir nos dias de hoje por meio de algumas técnicas terapêuticas disponíveis para nos sustentar nesses momentos de fragilidade emocional e mental. Através dessas terapias é possível buscar na sua teia do tempo as causas e memórias emocionais que podem ter causado esses rompimentos inesperados, situações de perdas afetivas, traições, rejeições e tantas outras experiências que ferem e partem o coração.

Acreditem que muitas dessas causas podem não estar aqui e agora, mas podem ter se originado na infância e mais longe ainda, em memórias de vidas passadas ou em dores profundas vividas na sua linha ancestral.

Precisamos lembrar que somos seres eternos, que estamos aqui nesta vida como se ela fosse uma única estrada, que se iniciou em nosso nascimento e se findará com nossa passagem, mas não é bem assim, por quantos caminhos, estradas, experiências já passamos e por quantas dores de amor sobrevivemos, mas ainda carregamos?

A cura passa por esse processo de viver o presente, ficar de bem com o passado e poder ser livre e intenso em seu futuro. Não desista do Amor, do encantamento, da paixão, da vida a dois, não desista de viver um relacionamento amoroso e pleno, pois esta pode ser uma oportunidade muito especial que está lhe sendo oferecida. Pegue e aproveite!

A Cura Magnificada, a Cura Quântica, a terapia da linha do tempo e as técnicas de Cura do Pulsar do Coração podem ser facilitadoras para auxiliá-lo a cuidar de seu coração partido.

Quem sabe não é este o momento para você olhar carinhosamente para si mesmo e se dar uma outra chance?


Você também pode gostar de outros artigos da autora. Acesse: Mulher! Você já curou seu coração ferido?

Sobre o autor

Elaine Pera

Elaine Pera

Formada em Comunicação Social e Pedagogia com Pós Graduação e Especialização em Qualidade e Terapia Floral. Em 1990 iniciei meus estudos na área Terapêutica envolvendo quatro aspectos do ser humano.

O psíquico-mental através de cursos e formações na área da Programação Neurolinguística, Terapia da Linha do Tempo, Hipnose Ericksoniana e Constelação Familiar.

O emocional e físico através de técnicas terapêuticas como o Reiki, Cromoterapia, Florais de Bach e Massagem Bioenergética.

O espiritual através de conhecimentos e aplicações na linha da Cura e Apometria Quântica e estudos sobre a Grande Fraternidade Branca e a ação dos 7 raios, Tarô mitológico e Numerologia pessoal e Empresarial.

O objetivo do meu trabalho é caminhar junto, ser uma facilitadora para que cada um possa se sentir seguro para olhar para si mesmo e suas experiências, acolhendo-as, transformando-as e levando-as a frente para abrir novos caminhos, obter mais confiança em suas realizações pessoais.

Além dos atendimentos pessoais, workshops e trabalhos em grupo, também sou professora e facilitadora dos cursos de Terapia Floral e Cromoterapia, tendo realizado diversas turmas e cursos no SENAC-Saúde e em outros Espaços e Clínicas do ABC e SPaulo.

Telefone: 11 4221.1164 e 11 4228.2804
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