Comportamento

Culpa e auto-perdão

Menina sentada no chão em um canto, cobrindo seu rosto com suas mãos.
Ana Cassia Stamm
Escrito por Ana Cassia Stamm

Culpa faz parte da consciência humana que nos condena por ações e pensamentos. Quem nunca teve esse sentimento? Como se houvesse duas formas de agir: uma certa e outra errada, ou bem e mal?

Dividimo-nos em duas pessoas: uma real, má, errada, ruim e uma ideal, boa, certa e que tortura a outra. Dentro de nós, é processado um julgamento em que o Eu ideal, imaginário, é o juiz, e o Eu real, concreto e humano, é o réu.

Homem sentado em escada, apoiando os cotovelos em seus joelhos, e seu rosto em suas mãos.
123rf – Liudmila Semenova

Quanto maior for a expectativa a nosso respeito, quanto maior for o modelo perfeccionista de como deve ser a nossa vida, maior será o nosso sentimento de culpa. A culpa é a tristeza por não sermos perfeitos, é uma incapacidade de lidar com o erro, com a imperfeição, um desejo frustrado; e o mais grave é que aprendemos o sentimento de culpa como virtude!

A culpa, longe de nos proporcionar incentivo ao crescimento, faz-nos gastar as energias numa lamentação interior por aquilo que já ocorreu em vez de as gastarmos em novas coisas, novas ações e novos comportamentos.

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As consequências da culpa são: autopunição, medo, sofrimento e remorso, doenças físicas, emocionais e mentais, submissão e solidão, dificuldade em dizer “não”, uso exacerbado de álcool, drogas, compulsão alimentar, dificuldade em sentir prazer e, por fim, destruição da autoestima e do amor-próprio.

As pessoas que tendem a ter um padrão de culpa exacerbado se preocupam demais com a opinião dos outros, sentem-se mal quando recebem algo, pois, na verdade, não se consideram dignas de aceitar presentes ou elogios, têm muita raiva e agressividade guardadas, enquanto normalmente responsabilizam os outros pelo seu sofrimento. Geralmente, punem-se ficando doente ou sendo vítimas frequentes de acidentes, como se autopunissem. Não se dão presentes ou prazeres, nem mesmo usam o próprio tempo para si. Além disso, não falam sobre si mesmas por terem uma baixa autoestima.

A culpa não decorre do erro, mas da maneira como nos colocamos diante do erro. Dizemos que errar é humano, mas não ouvimos. No fundo, nós não nos perdoamos!

Perdão. Surge a palavra de cura para excessos de culpa e restabelecimento de nossa paz de alma. Somente aqueles que desenvolveram a capacidade de auto perdão conseguem energia para uma vida psicológica sadia. O perdão para si mesmo é a própria aceitação da vida do jeito que ela é, nos altos e baixos.

Mulher encostada em uma parede, com a cabeça baixa e seu cabelo cobrindo seu rosto.
Unsplash – Eric Ward

O mais indicado sempre é responsabilizar-se e não se culpar, pois a culpa faz com que permaneçamos no papel de vítima e ela traz apenas estagnação e repetição de padrão, não proporciona crescimento. A responsabilidade faz com que acreditemos na capacidade de mudar. E todos nós temos essa capacidade!

Então menos culpa, mais autoperdão, mais amor voltado para si, isso é crescimento, é atitude, é alegria e felicidade. É equilíbrio!

Sobre o autor

Ana Cassia Stamm

Ana Cassia Stamm

Palestrante e psicoterapeuta integrativa

Psicóloga, socióloga e historiadora

Fundadora do Despertar do Ser Terapias Vibracionais em São Paulo

Acupunturista, especialista em farmacodependências

Reiki 1, 2, 3 e mestrado

Reiki Karuna 1, 2, 3 e mestrado

Barras Access e Thetahealing

Ativismo quântico

Mesa radiônica

Reiki magnificado

Radiestesia, ervas, cromoterapia e cristais

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