Comportamento Convivendo

Era uma vez o carnaval

Foto de amigos celebrando o carnaval de Recife
Pollyana / Ventura / Getty Images Signature
Bruna OM
Escrito por Bruna OM

Ora, ora, um stop ao carnaval, como daremos um start ao ano sem essa largada?

Somente uma pandemia para causar tal impacto sobre a festa mais esperada e respeitada do nosso país, pelo menos sinônimo de alegria, chutar o balde e fazer tudo o que se quer fazer, o que é oculto e negado por uma sociedade rotulada.

De fato, é um evento que causa uma consciência coletiva concreta a quem participa, de arquétipos de liberdade e êxtase, como se fosse um portal que as pessoas entrassem e pudessem acessar tal sentimento.

Um sentimento almejado por tantos milhões de pessoas, a felicidade, a plenitude, a alegria, o batuque ancestral de nossas almas vibrando junto com a bateria da escola de samba. Nós nos reconhecemos a tal ponto de deixar se levar, sem muito esforço, sem pensar.

No entanto, deparamos com centenas de milhares de pendências em nossas comunidades, onde soluções eficazes poderiam trazer esse sentimento almejado em uma data, para todos os dias, fazendo com que as pessoas vivessem mais assim…

Multidão aproveitando bloquinho de carnaval
Gagliardi Photography / Canva

E quantas técnicas trazem entendimento e bem-aventurança, cura, paz, contentação, imagine só um evento que pudesse liberar as pessoas definitivamente de toda dor e sofrimento?

O stop é um convite a repensar se o que estamos fazendo é certo, porque ao participarmos estamos dando apoio, então é um aval da população também. E se tudo isso, toda essa energia fosse canalizada em problemas a serem resolvidos e a arte se manifestasse a partir daí, de soluções simples, de pequenas mudanças que geram um impacto efetivo pra comunidade?

Fazer diferente, essa é uma nova oportunidade de estarmos aqui, presentes em consciência, todos sabem o que se passa e o que precisamos, enfim. Um ato coletivo com propósito, um carnaval com propósito, ressignificar as festas comemorativas, reflexão que existe por trás.

Mão estendida para o céu coberto pelas copas das árvores
Ricardo Esquível / Pexels / Canva

É tudo uma grande lição, provação, o que faremos das pistas que nos trazem? O que faremos com o carnaval e com os outros eventos que nos proporcionam também tal horizonte?

Uma energia canalizada, a união das pessoas com propósito, os rios, os mares, as matas são parte de nós. O alimento vem da terra, assim como a água também brota. A inteligência humana ressignificada.

Como seres supremos nos tornamos covid, a humildade se faz necessária, temos de voltar aos nossos ancestrais, à sabedoria ancestral, e pegar o fio da meada que foi perdido, um elo perdido que fundamentará nossos próximos passos.

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Exaltar os valores e nosso real trabalho, que é amar incondicionalmente, expulsar toda vulgaridade e colocar muito respeito e projetos sustentáveis no carro-chefe. O projeto artístico refletido em comunidades pode deixar nosso Brasil muito mais lindo.

Essa é a mensagem que vim trazer hoje, o carnaval utopia, salvem o Tietê, salvem as águas, as matas e nós.

Sobre o autor

Bruna OM

Bruna OM

Comecei minha carreira criando uma aproximação com as pessoas e suas diversas etnias e culturas. A hotelaria me possibilitou descobrir o universo de servir com paixão e isso realmente faz muito sentido até hoje.

Em uma busca mais profunda dessa conexão com as pessoas, encontrei a naturopatia, que fez com que esse contato tomasse vida, então descobri um universo em cada ser.

Olhando por essa perspectiva, ter um leque de opções ao encarar um ser humano que te procura para um tratamento faz muito sentido, visto que se trata de um ser único e especial. Com o mesmo intuito, sim, de harmonizar o corpo em si, porém essa harmonia vem de uma forma diferente de ser para ser, e esse é nosso trabalho.

Sigo pela experiência acadêmica e profissional e também na linha científica com algumas pesquisas no âmbito quântico em minhas práticas e vivências também. Estudei e estudo música e metafísica, emergi pelas medicinas da floresta por três anos, tempo em que obtive uma cura profunda física – hoje sou mãe, coisa que a medicina alopática disse que nunca seria – e muitas outras curas emocionais com outras técnicas também.

Acupuntura, massoterapia, aromaterapia, meditação, kundaline yoga, campo eletromagnético, cura ancestral de Ísis, homeopatia, florais, plantas medicinais, musicoterapia, cultivo e plantio e arte lúdica são algumas das possibilidades ao entrar em comunhão com um ser que vem até mim.

Fico muito grata em poder compartilhar minha vida, meus experimentos, e por meio da escrita isso se potencializa sem fim, de fato nos eterniza, em uma oportunidade.

Somos hóspedes deste corpo e deste mundo, e o que nos resta é nos exaltar, evoluir sem fim, para novas perspectivas e horizontes. Temos ferramentas que nos facilitam acelerar esse processo para que possamos ser tudo o que viemos para ser e sentir a plenitude e a conexão com o todo.

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Páginas: Casinha na Árvore III
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