Comportamento Sagrado Feminino

Feliz dia das mães: uma mensagem de força para a nova mulher

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Neste Dia das Mães em especial, gostaríamos de fazer uma homenagem diferente. Antes mesmo de falarmos das maravilhas de ser mãe, é preciso falar da mulher nos tempos de hoje.

A mulher do século 21

Muitas foram as conquistas ao longo das últimas décadas, então hoje vemos um novo perfil de mulher, aquela que batalha de igual para igual nas frentes de trabalho, que persegue um ideal de liberdade, muitas delas sem deixar de lado a maternidade. E uma das conquistas mais significativas, que molda a realidade atual feminina, é o fato de haver cada vez mais mulheres chefiando lares.

Segundo pesquisa publicada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), houve um aumento expressivo do número de mulheres comandando lares – quando se trata de casais com filhos, a quantidade de mulheres-chefes no país saltou de 1 milhão, em 2001, para quase 7 milhões, em 2015 (um aumento de mais de 550%). Mamães liderando os lares e mostrando os novos modelos familiares só comprovam a força que a maternidade nos propicia. Mães são mesmo porretas!

Mãe feliz comemorando o seu dia. Ela está sendo beijada pelas suas duas filhas que estão no seu colo. As crianças usam asas de borboleta na cor rosa.

Mas ainda precisa melhorar

Mesmo com esse avanço na independência feminina – financeira e socialmente –, ainda tem muita coisa para melhorar. Falando especialmente das mães, não é raro termos toda essa nova realidade do trabalho para sustentar a casa acumulada com os afazeres domésticas, os cuidados com os filhos e uma série de outras responsabilidades.

Não podemos nos apegar ao mito de que as mulheres têm mais capacidade de fazer várias coisas ao mesmo tempo. Essa é uma verdadeira falácia para manter o status quo, em que toda a sobrecarga da parentalidade (independentemente de outras realizações ao longo do dia) fica atribuída exclusivamente à mulher. Precisamos esquecer essa teoria e passar a olhar com mais empatia para essa mulher, que, na maioria das vezes, só fica com o pior lado do conceito de “super-heroína”. Mas até as super-heroínas precisam de descanso!

Mãe e criança feliz. Elas estão de mãos dadas caminhando em um campo bem verdinho. Elas estão vestidas iguais (chapéu de palha, camisa branca e jeans). A garotinha segura um catavento em uma das suas mãos.

O que esperamos para este Dia das Mães

Não seria um sonho celebrar um Dia das Mães com mais respeito, empatia e olhar cuidadoso sobre todas a mães? Que tal um dia para cuidar de quem cuida? Nada de um almoção de família, em que frequentemente quem cozinha é a mulher. Nada de presentes para a casa: as mães, por acaso, são mulheres.

Esperamos um dia com mais consciência, respeito e reconhecimento a quem dá a vida. Sem elas, não viríamos ao mundo. Que tal suporte emocional, rede de apoio, menos palpites na maternidade (ou, como diz o meme, “troque cada palpite por um pacote de fralda”. E vamos mais longe, para as mães dos crescidinhos: troque seus achismos por um material escolar, um “vale night”, uma massagem relaxante ou o que mais você puder fazer para essa mãe).

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Brincadeiras à parte, vamos tentar homenagear as mães de uma forma diferente. Os tempos mudaram e as realidades evoluíram. Experimente evoluir junto.

Mãe e filha se abrando e olhando uma para outra com um gesto de muito amor e carinho. A criança oferece um cartão com um coração pintado e um buquê de tulipas rosas.

Mãe – a transcendência do amor

Você é mãe, mulher, guerreira! A mulher que carregou uma vida por mais ou menos 9 meses, que teve por um bom tempo dois corações batendo dentro de si. Que planejou seu bebê ou que não programou nada. Que sentiu seu bebê até um certo tempo, mas que por uma vontade do destino não pôde materializar a maternidade (mas, sim, você É mãe). Que aguentou horas (ou dias) em trabalho de parto ou que enfrentou uma cirurgia de grande porte, que é a cesárea. Que lidou ansiosa com a burocracia dos termos de adoção, esperando cada minuto por esse encontro de almas.

Quando nasce um filho (biológico ou do coração), nasce uma mãe. E junto com ela um poder transcendental, que lhe proporciona um sexto sentido mais que divinal. É tipo um passe de mágica, uma elevação espiritual que faz com que ela sinta de longe qualquer coisa pela qual seu filho esteja passando. Seus corações agora se ligam numa espécie de cordão de prata, continuando a ligação mística já criada pelo cordão umbilical. As almas ali já se entrelaçam para uma eternidade que só o amor de mãe pode explicar.

Mãe e filha deitadas sobre a cama. Elas estão usando bobs nos cabelos e segurando uma máscara de bigode. A cama está repleta de itens de maquiagem. É uma imagem alegre e descontraída onde ambas celebram o dia das mães.

A todas vocês, mães

Mães, vocês fizeram o seu melhor. Cuidaram, educaram, erraram (muito) e acertaram (muito mais). Certamente se culparam, ouviram opiniões desnecessárias, passaram noites em claro, viveram a intensidade do puerpério, algumas passaram pela depressão pós-parto. Vocês são MARAVILHOSAS. São as melhores mães que seus filhos podem ter. Vocês merecem todas as felicidades, bênçãos, respeito e reconhecimento.

A todas vocês – que carregam a vida dentro e fora do seu corpo, que se dedicam, que demonstram um amor que não tem tamanho – um Feliz Dia das Mães. Porque mãe é algo tão único que não tem nem rima.

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