Autoconhecimento

Idade das pedras em pleno 2018

comportamento humano
Celso de Godoy Junior
Em pleno avanço tecnológico e infinitas evoluções que a nossa espécie humana conquistou, desde a época dos homens da caverna aos dias de hoje, é incompreensível acreditar que alguém consiga sobreviver atualmente de forma tão limitada à época da pré-história.

Porém se formos parar para refletir e analisar determinados comportamentos e conflitos humanos, nos assustaremos com tamanha limitação e recorrente sofrimento que muitas pessoas carregam em seu cotidiano.

Exemplos: 

As pessoas que tanto prezam por mudanças em sua vida, mas vivem fazendo as mesmas rotinas, não se permitem ouvir um novo tipo de música, não vão em lugares diferentes, não fazem nada de novo;

Os professores que tanto reclamam dos maus comportamentos dos seus alunos, mas ainda continuam com métodos tradicionais, tão antigos e desmotivadores às práticas de ensino;

Os pais que querem educar os seus filhos sempre mandando e dizendo não, sem ao menos lhes dar atenção e carinho para explicar os motivos de determinada proibição, um grande erro;

As pessoas que vão à igreja, decoram rezas, mas na vida cotidiana têm atitudes contrárias a todo amor e proteção orada aos seus anjos da guarda;

Os que querem que a vida seja mais bonita e feliz, porém sempre estão fazendo várias coisas ao mesmo tempo, sem ao menos perceber os detalhes de cada ação, não conseguem parar por alguns minutos e apreciar o som, o relaxamento de uma música ou apreciar a beleza de uma paisagem;

Os empresários e comerciantes que investem grandes valores financeiros em lojas, mas esperam que os clientes venham até a ti, sem ao menos fazer uma propaganda, promoções, parcerias com outros comércios, divulgações atrativas e que atraiam novas pessoas para conhecerem o seu espaço;

comportamento humano

Aquelas pessoas que não conseguem ouvir uma explicação ou orientação e logo discutem com o outro. Não conseguem ouvir um não ou ideias diferentes das suas;

As famílias desestruturadas, em que mesmo cada integrante reconhecendo as dificuldades, tristezas e falta de organização no lar, não fazem nenhum esforço para ajudar e doar o bem contínuo a alguma pessoa da sua família;

As pessoas que idolatram tanto o consumismo e vivem uma intensa rotina de trabalhos e mais trabalhos, sem ao menos valorizar o afeto aos seus entes queridos e vivenciar a sua vida de lazer, indo ao parque junto com a sua família, brincando, jogando bola e compartilhando experiências de alegria e diversão;

Os casais que moram juntos e não convivem bem há tanto tempo, não conversam, não têm mais intimidade e nem prazer de beijar, se acariciar e trocar gestos de respeito e amor;

As pessoas que perdem a cabeça com pequenos problemas ou mal-entendidos e acabam brigando ou terminando algum relacionamento;

E tantos outros acontecimentos, que muitos se acomodam, se deixam impulsionar várias vezes pelo nervosismo e geram problemas ainda maiores.

Diante disso tudo, pergunte a você mesmo e reflita: até quando você carregará e repetirá alguns desses males tão infelizes?

Assuma a direção da sua vida, escolha ser feliz e se abasteça a cada instante do combustível da cura humana: a paz e o amor!

Sei que há relacionamentos e pessoas difíceis à abertura de uma conversa e mudanças. Nesse casso, primeiro busque em duas semanas, diariamente, enviar bons pensamentos e orações a você e a essa pessoa.

Dessa forma, ao longo dos dias, você ficará mais calmo e se aproximará dela energeticamente e, após isso, estará mais seguro e com grande equilíbrio a procurá-la para propor um novo contato recheado de paz e atenção.

Perdoe-as, pois assim você se libertará de tantos sentimentos ruins e dolorosos.

Veja quem está ao seu lado, agradeça pela sua existência, agradeça a sua namorada, olhe em seus olhos, abrace com carinho, sinta a sua presença e o seu perfume, fale de coisas boas e cheias de alegria e amor.

Que o seu Deus reverencie o Deus do outro, Namastê!

 

 

 

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Referências Bibliográficas
CURY, A. Pais brilhantes, professores fascinantes. Sextante. Rio de Janeiro, 2008;
PEREZ, A. Psicologia Positiva: teoria e prática: conheça e aplique a ciência da felicidade e das qualidades humanas na vida, no trabalho e nas organizações. Editora Leader. São Paulo, 2016;
Seligman, M. E. P. (2003). Felicidade Autêntica. Rio de Janeiro: Florescer: uma nova compreensão sobre a natureza da felicidade e do bem-estar. 1° ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2011.

Sobre o autor

Celso de Godoy Junior

Celso de Godoy Junior

Atua há mais de seis anos nas áreas da Educação, Escritor e Terapeuta com foco em práticas resignificativas ao resgate da qualidade de vida pessoal, familiar, profissional e social. Além disso, também trabalha desde o início do ano de 2017, como Professor de Graduação de Pedagogia e Pós em Arteterapia e Psicopedagogia.

Paralelo as suas inúmeras experiências socialmente e em Escolas do Estado, Município e os múltiplos conflitos dos alunos, a falta de interesse nos estudos, desrespeito aos professores e demais desmotivações entre ambas as partes, realiza desde meados de 2018, um Projeto com Palestras Educacionais a Instituições do Ensino Básico, Superior e Empresas. Orientando cada professor, cuidadores e funcionários do meio corporativo, a maior conscientização em suas reações e ações positivas, capacitando-os sucessivamente para lidar com emoções perturbadoras, conseguirem manter relacionamentos saudáveis e resultados globais em suas experiências de vida.

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