Maternidade Consciente Psicologia

Limpe seu trauma intrauterino, cure a sua dor emocional

Claudia Regina Pinto



Os traumas intrauterinos são aqueles que a criança recebe ainda no útero, por causa das vivências difíceis e dolorosas da mãe ou mesmo pós-nascimento, quando o bebê já sente alguma dor emocional promovida pelo estímulo vindo do ambiente externo. Todos os traumas deveriam ser liberados pelo corpo ainda na infância, pois quanto antes forem retirados do corpo, menos doenças e problemas emocionais a criança terá ao longo do seu desenvolvimento. Do ponto de vista da alquimia, é positivo quando uma criança quebra algum osso do corpo, pois são nos ossos que os traumas ficam alojados em forma de carbono; quando ocorre a quebra de algum membro (pé, mão, dentição, etc), o acúmulo deste material de carbono (mancha escura) que estava marcado no osso pode ser liberado.

Quando os traumas não são deixados para trás na infância, é possível eliminá-los por meio do tratamento alquímico, que usa a toma dos florais intrauterinos para fazer a limpeza/assepsia destes traumas, curando a criança emocional e fisicamente, para que, quando chegar na fase adulta, possa então libertar-se e ressignificar sua vida já sem as dores provenientes das emoções da mãe ou do meio.

“Os traumas intrauterinos acometem os seres humanos com graves doenças”
Os traumas intrauterinos são formados ainda quando o Espírito está em fase de processo reencarnatório, pois, segundo Paracelsus e outras alquimistas, quando o Espírito está pronto para reencarnar, aproxima-se da sua Matrix; ou seja, fica bem próximo da sua futura mãe, encaixando-se nesta Matrix feminina. Ao passar pela Matrix, ele se aloja por três meses no campo magnético da mãe, aguardando o momento da fecundação do gameta feminino. Este período equivale à gravidez espiritual da mulher. É só no 4º mês que ocorre a concepção, iniciando-se o período de gestação física durante o qual um novo corpo envolvido pela placenta crescerá no ventre que o abriga.

Assim, para a Alquimia, o período de gestação da mulher é de doze meses: três meses de gravidez espiritual e nove meses de gravidez física. Dentro deste período, já podem iniciar os traumas reencarnatórios, que se desenvolvem ao longo da gestação, dependendo do como a mulher vivencia sua gestação. A alquimia considera que o Espírito já começa a receber os traumas da mãe desde sua entrada na Matrix, pois continuamente recebe as ondas eletromagnéticas das sensações e pensamentos da mãe. Por exemplo, se a Matrix, ao saber que está grávida, rejeita o filho, pensa em aborto ou lamenta o fato de estar esperando um bebê, já impregna o Espírito de sentimentos de negação e rejeição, iniciando um trauma intrauterino. Se houve a geração de muitos traumas nestes três meses que antecedem a concepção, o processo de construção do DNA do filho também será prejudicado, o que pode ocasionar problemas de má formação no embrião, além de criar uma série de dificuldades ao longo da gestação.

Se durante os doze meses de gestação espiritual e física a mulher vivenciar um cotidiano repleto de medos, inseguranças e outras experiências negativas, como brigas no casamento ou desventuras familiares, estas impressões se propagam na forma de ondas eletromagnéticas ao feto, que começa a sofrer com toxinas presentes na circulação sanguínea da mãe e passa a vivenciar todas as emoções e pensamentos negativos da Matrix. À medida que estas ondas atingem o ser em processo de formação, transformam-se em pequenos cristais de carbono, que se alojam e se encapsulam no interior dos ossos, processo denominado pelo Alquimia justamente de trauma intrauterino.

Estes carbonos devem ser eliminados ainda na período da infância por meio dos mecanismos naturais de quebra de ossos ou ainda das doenças virais: sarampo, catapora, cachumba etc. Quanto menos ocorre esta liberação de traumas na infância, mais o adulto terá dificuldade com suas emoções ou ainda sofrerá com dores físicas, sem causas aparentemente ou diagnosticadas pela medicina tradicional.

Os traumas intrauterinos acometem os seres humanos com graves doenças, porém pouco se fala a respeito e poucos sabem sobre a importância benéfica dos florais para a realização do tratamento, uma vez que penetram não só no corpo físico, mas também atuam na aura e no DNA, fazendo limpeza e purificação, revitalizando órgãos e liberando traumas que não deveriam ser do filho, mas da Matrix. Muitas dores emocionais sem causa aparente, como profundas depressões, provêm de traumas intrauterinos que precisam ser retirados do paciente; caso contrário, o paciente estará sujeito a uma vida regulada por remédios paliativos, que tratarão apenas os sintomas aparentes, sem curar o Espírito.

Na maioria das vezes a cura emocional ocorre quando se compreende, aceita e perdoa tudo aquilo que nos aconteceu na infância.

Sobre o autor

Claudia Regina Pinto

Claudia Regina Pinto

Formada em Psicologia, com Pós-Graduação em Psicodrama, MBA Gestão Pessoas. Formação como Terapeuta Holística com ênfase na Alquimia (florais Sistema Joel Aleixo), Cromoterapia, Reflexologia, Argila terapia, Mestre em Reiki, Taróloga. Atendimento Clínico, Educacional e Organizacional com desenvolvimento de Lideranças e Palestras.

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