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O amor é o dom (Habilidade) supremo (Soberano)

Silhueta de duas mãos fazendo o formado de um coração em frente ao pôr do sol.
Foto de prazis em 123RF

Ao longo dos tempos, o conceito de amor sofreu muitas modificações. Existe todo um cenário por trás, isso é evidente quando procuramos a respeito desse tema em diversos autores, como: Sócrates, Platão, Aristóteles, Schopenhauer e Paulo.

O Filósofo Sócrates, defendia que o amor é a busca da Beleza e do bem. Para Platão, aluno de Sócrates, o amor era algo puro e desprovido de Paixões. Ao mesmo ritmo que podem ser cegas e falsas.

Aristóteles acreditava que o amor era um sentimento dos seres imperfeitos, sendo o objetivo do amor levar à perfeição. O filósofo Schopenhauer via a essência do ser humano como a vontade. Ou seja, na ótica do alemão, o que dá sentido às nossas vidas são nossos desejos. Porém, o que seria a essência da Vida? Schopenhauer defendia que era o sofrimento, o que, segundo algumas pessoas, faz o amor parecer algo péssimo, o mesmo acreditava que o amor era uma desculpa para a reprodução humana. O Último, o Apóstolo Paulo que é citado no Cristianismo, defende o amor incondicional, ou seja, não coloco condições para amar alguém, como ele demonstra em sua carta, à Igreja de Coríntios, uma comunidade da época.

Foto de uma estátua do filósofo da Grécia Antiga Sócrates, sob o céu ensolarado.
Imagem de Raimund Feher por Pixabay

1 Coríntios 13: 4. O amor é sofredor (Paciente), é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece (Fica fora de controle, furioso).

1 Coríntios 13:5. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.

1 Coríntios 13:6. Não folga com a injustiça, mas folga com a verdade; 7. Tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.

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O apóstolo Paulo não reduz o amor a um sentimento vão, algo tolo sem nenhum sentido. Pensar no amor como uma mera atividade ou passatempo, esse pensamento vai contra o ensinamento do Apóstolo.

A pessoa que ama não concentra suas forças nas Injustiças, quem ama não planeja o mal contra o próximo, pelo contrário perdoa.

O amor não tem prazer na Injustiça, mais se alegra com a justiça.

Tudo sofre, crê e espera, suportando em todas as coisas, nunca desiste e nunca perde as esperanças.

Mão segurando um pedaço de madeira em formato de coração, sob o céu ensolarado.
Foto de Marta Branco no Pexels

Devemos pensar que amar é confiar, proteger e cuidar sem restrições.

O Apóstolo ensina que o verdadeiro amor, não é sujeito às limitações que colocamos sobre ele. Outra coisa importante dentro do Cristianismo é que o amar é o grande Mandamento.

Com esse texto, a pergunta que fica é: Qual amor quero para a minha vida? E que amor o mundo precisa conhecer? Acredito que o amor seria a solução para os males do mundo.

Sobre o autor

Jonathan Gomes de Brito

Jonathan Gomes de Brito

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