Convivendo

O Começo da Vida: um filme para você se inspirar

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

thumb_POSTER_CRIAN_AHá muitos documentários e filmes que conseguem transmitir mais que ideias, reflexões e, acima de tudo, conseguem mexer no coração, em nossas almas. E é isso que um filme lançado recentemente no dia 5 de maio 2016, “O começo da vida”, fez com quem o assistiu. Dirigido pela cineasta Estela Renner, que também já dirigiu filmes como “Muito além do peso”, desta vez nos agracia com esta bela e importante reflexão sobre nossos bebês e a importância dos primeiros anos da vida de uma criança.

O filme percorreu os quatro cantos do mundo e escutou famílias de diferentes culturas e realidades socioeconômicas. Filmado em oito países (Brasil, EUA, Canadá, Itália, China, Argentina, Índia e Quênia), foram mais de 170 entrevistas, ou seja, um conteúdo rico para tentar mostrar que investir no desenvolvimento infantil é também investir na sociedade — e só assim poderemos ter uma sociedade melhor e com mais valores.

Uma reflexão sobre o filme

Um filme para mexer com seu coração, com nossos modelos atuais de educação, com o que é certo, com o que pode e o que não pode. Essas são apenas algumas reflexões que o documentário nos leva a pensar. Afinal, é nos primeiros anos que nos construímos e assim, o amor e o carinho são muito importantes.

É nesse período que a criatividade fala alto e também é cortada. Quantos nãos as crianças recebem sem ao menos uma explicação? Quantas brincadeiras deixam de lado para não sujar a roupinha? Quantos brinquedos construíram ou não com seus pais? Quantas histórias inventaram? E quanto tempo os pais passam com eles nestes momentos?

Pais e mães que se condenam por estarem longe de seus filhos, trabalhando de maneira incessante para lhes garantir algo melhor, mas que nas horas vagas se ocupam todos com brinquedos tecnológicos. É dessa forma que estamos criando cidadãos?

Ao longo do filme, médicos e pesquisadores falam da importância do estímulo que as crianças devem ter. Deixem-nas imaginar, criar muitos planetas… Isso é importante! Não é somente a genética que vai determinar a criança; o ambiente em que ela vive também é de extrema importância.

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É dessa forma que escrevo e também me emociono ao me lembrar de minha infância, que foi maravilhosa. Desde ter pais amorosos, brincar livremente, ter uma irmã parceira, inventar casas, me sujar, consertar, quebrar, me esconder… Foi uma infância de experimentos, como, por exemplo, subir em árvores. É bom acordar hoje e perceber que tudo aquilo valeu a pena e que foi importante para eu me tornar uma pessoa que hoje preza pelos valores humanos, as boas relações, respeita a natureza e o estímulo de sonhar, até de ser lavadora de roupas, o meu sonho de infância. Por favor, assistam ao filme e me contem o que acharam.

Confira o trailer:

https://www.youtube.com/watch?v=HoF7KlPIbyg%20


  • Escrito por Angélica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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