Autoconhecimento

Profissão e personalidade

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Quantos de nós já respondemos a pergunta sobre o que queremos ser quando crescer, porém não nos tornarmos aquilo que sonhávamos na infância? Por uma série de fatores, que vão desde a impossibilidade de tornar um sonho realidade até as limitações terrenas, como alguém ser astronauta no Brasil, por exemplo, a grande maioria acaba optando por profissões convencionais e que nem sequer sabiam da existência nos tempos de criança. Bem, pelo menos nunca ouvi um garoto que manifestou intenção de ser CEO de um conglomerado de comunicação, embora, agora de adulto, reconheço que esse seria um belo emprego.

Apesar dos nossos sonhos e vontades, infelizmente, ou felizmente dependendo da situação, a nossa personalidade dificulta a adaptação em uma determinada profissão.

Uma pessoa ansiosa e que necessita de uma rotina agitada dificilmente conseguirá se adaptar com eficácia ao cargo de bibliotecário, que requer extrema atenção, mas que tende a ter uma rotina metódica. Não que esse indivíduo não possa ser um ótimo bibliotecário, pois o mais importante é a dedicação e capacidade intelectual, porém as suas características pessoais seriam melhor aproveitadas em outra área de atuação.

Muitas pessoas são ótimos profissionais e suas características não condizem com o cargo ou o setor em que trabalham. Isso não quer dizer que talvez pudessem ser melhores ainda em um emprego que exija as qualidades que possuem e, principalmente, também é uma chance para que trabalhem mais feliz. Um funcionário bem pago e com ótima produtividade não quer dizer necessariamente que ele está feliz.

O ideal é que todos procurem fazer aquilo que lhes dê prazer, afinal um trabalhador feliz com o que faz nunca trabalhará obrigado. Ao mesmo tempo, a sugestão que fica é a busca por testes e orientação de caráter vocacional. Por mais que você esteja seguro no que quer trabalhar no futuro, talvez você possa descobrir qualidades para outras áreas que sequer imaginava até então.

O teste vocacional serve para orientar onde suas características podem agregar mais qualidade no mercado de trabalho, nada além disso. Ou seja, se por acaso não for apontado que a sua escolha é a mais indicada, não desanime. O mais importante é estar satisfeito com suas opções, pois essa é a principal característica da personalidade de um empregado ou líder qualificado.


Texto escrito por Diego Rennan da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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