Convivendo

Quando o empoderamento dela não o assusta

empoderamento
Fátima Cardoso
Escrito por Fátima Cardoso
Nossas avós dificilmente ouviram essa palavra “empoderamento”, tanto é que nem o Word a reconhece (ao digitá-la, aparece o sublinhado vermelho embaixo), mas, ultimamente, temos ouvido bastante sobre o “empoderamento”, principalmente pelos movimentos feministas.

Quanto à origem da palavra, é um neologismo que foi criado a partir do termo “empowerment” e sua definição fica próxima de “autonomia” ou da possibilidade das pessoas ou grupos poderem decidir sobre seus próprios destinos. Entretanto esse “empoderamento”, no caso, o feminino, não deve soar como uma troca de lados, o lado oprimido passa agora a ser o opressor e vice-versa. O sofrimento continuaria, só mudaria de lado. Todos teriam consequências, como as temos agora.

Quando nós mulheres reconhecemos o feminino sagrado em nós e nas outras mulheres, reconhecemos o masculino sagrado nos homens, a união do Yin e do Yang, esse “empoderamento” é construtivo, é amoroso. Sem disputas de poder. São os diferentes se complementando e formando um todo maior e essa união deveria acontecer sem tentar tornar o outro inferior. Há homens que não se sentem intimidados com o “empoderamento” das mulheres, já ouvi nos atendimentos de Cinesiologia Quântica:

“Minha esposa chega do trabalho mais tarde que eu e é justo que eu faça a janta e cuide dos nossos filhos.”

“Quero que minha mulher se cuide com a Cinesiologia, ela precisa elevar a autoestima, vai lhe fazer bem.”

“Meus sogros foram muito rígidos com minha esposa. Hoje, ela e eu sofremos as consequências disso. Procuro ser um pai flexível e amoroso com minha filha, não quero vê-la sofrendo da mesma maneira que sua mãe quando estiver adulta.”

“Minha esposa ganha mais do que eu e tudo bem, estamos felizes.”

empoderamento

É claro que muitos homens e mulheres não têm a percepção de que o seu comportamento atual está enfraquecendo, tirando o poder da mulher, e não é só essa mulher sem poder que sofrerá com isso. Num primeiro momento, todas as pessoas com quem ela se relaciona, pais, irmãos, companheiro(a), filhos, colegas de trabalho, enfim, todos acabam sendo impactados por alguém que não está bem.

E se olharmos em grande escala, isso afeta a educação das próximas gerações e, de certa forma, afeta hoje a cada um de nós, já que segundo o olhar da física quântica, estamos todos interligados. Um lado do cérebro não é mais importante e nem precisa disputar com o outro lado, um homem não é mais importante que uma mulher, uma mulher não é mais importante que um homem, eles são apenas diferentes. E se ambos conseguirem conviver harmoniosamente, cooperando um com o outro, as famílias ganham, os ambientes como um todo melhoram e, enfim, todos ganham uma sociedade mais harmoniosa.

Sobre o autor

Fátima Cardoso

Fátima Cardoso

Fátima Cardoso é facilitadora de Cinesiologia Especializada pela escola Three in One Concepts. Facilitadora em Cinesiologia Quântica pela Conexão Harmônica, Massoterapia e Reflexologia pelo Senac, e também Reiki e Metafísica da saúde. Facilitadora de Constelação Sistêmica Familiar presencial e online. Além disso, fez participações no programa Kabballah Egípcia na Rádio Mundial.

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