Autoconhecimento

Uma análise sobre o stress

Mulher vestida de branco, com os cabelos em pé, gritando com as mãos pra cima, cercada de livros abertos .
Carla Bettin
Escrito por Carla Bettin
Então é segunda-feira, e mesmo que na maioria das vezes haja um final de semana livre para descanso ou distração, a semana se inicia com stress. 
Vai entender né?
Entender as razões específicas até que não, mas a oferta aqui é de um olhar de quem dá um passo atrás, um olhar àquilo que antecede o ponto de manifestação do stress.

stress

Geralmente o stress é uma somatória de elementos físicos, mentais e emocionais. 

Físico porque se manifesta no corpo e principalmente na fisionomia de quem o expressa.

Mental por conta de pensamentos repetitivos e que reforçam tal situação.

E emocional porque o sentimento identificado neste caso é a raiva.

Mas por que a raiva?

Na verdade, o stress é uma mistura de culpa + frustração + fuga.

Culpa, pois se perguntarmos para uma pessoa estressada o que ela deveria ter feito e não fez (claro que não vamos nos atrever a fazer isso a não ser num processo terapêutico), ela certamente vai lembrar de algo que precisava ter feito e que postergou ou procrastinou. Por exemplo: no final de semana que poderia ter descansado ou feito algo para se distrair, pode ter ficado muito tempo no celular e não ter dado a atenção que gostaria à família ou passou muito tempo fora e não conseguiu tempo para si ou ainda ter exagerado na bebida, etc… Essa seria uma possível razão para a culpa.

Com a culpa vem a frustração por não ter conseguido fazer diferente e é como se aquilo ficasse pendente em sua mente, impedindo a pessoa de ficar plena no momento presente para fazer as atividades atuais, pois a mente vai voltar sua atenção para aquela pendência até que seja resolvida, seja de forma concreta ou não. 

Então vem a fuga.

A pessoa se fecha para não ser cobrada, pois já basta a cobrança interna. E geralmente isso dá certo, pois há quem diga: “Deixe ele(a) para lá, nem fale com ele(a), está estressado(a) hoje.”.

O stress prejudica única e exclusivamente a pessoa que o manifesta. Há quem diga que conviver com uma pessoa estressada é ruim. É sim, mas quando há ressonância, ou seja, quando a pessoa se sente incomodada, mas da mesma forma como o stress, a incomodação é de quem a manifesta.

Quanto mais estressada a pessoa, maior a lista de pendências que ela possui e este acúmulo gera um peso que por não saber lidar, acaba tentando descarregar em quem está próximo e muitas vezes, pela lei da atração, acaba se deparando com uma pessoa que possui um padrão de pegar o lixo emocional dos outros para si (mas isto fica para outro texto).

Na lei mental os semelhantes se atraem.

Quando as pessoas finalmente compreenderem que a raiz de todos os sentimentos e emoções está dentro de si mesmas, vão buscar eliminar as suas pendências internas e passar a fluir com o momento.

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Uma pessoa que suas ações condizem com as necessidades do momento, e que faz aquilo que precisa ser feito, está sempre pronta e consegue agir com espontaneidade.

Espontaneidade é característica que se faz presente de forma consciente, e que consegue direcionar a energia de suas ações com mais energia e boas vibrações. 


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Sobre o autor

Carla Bettin

Carla Bettin

Formada em Administração e mais recentemente em Parapsicologia Clínica pela linha científica do Sistema Grisa. Atuação de trabalho com técnicas como: Reprogramação mental, análise da Tabela Familiar (Genetograma), Regressão, Hipnose, Orientação Parapsicológica individual, em grupo, familiar ou empresarial.

Carla Bettin - Parapsicóloga Clínica
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