A pluralidade do Ser
É o caminho mais fantástico para si
Mas não para o todo,
Aquém para muitos
E mérito de quem se vê
Nesse espelho dual que é a vida
A transparência consigo mesmo
Com as possibilidades do amar
Sentir, mas não deixar transpor
Acalentar o coração, ouvi-lo
E desta energia se alimentar
Confiar nas próprias bênçãos
É confiar em Deus
Ter a fé sempre ao seu lado
Plantar e colher
A cada dia
O Ser que almeja ser
Define a pluralidade da vida
Desmerecer-se não faz nenhum sentido
Quando a grande liberdade nos foi dada
Basta usufruir
Sem medos, sem julgamentos,
Vivenciar a presença
Significa tanto quanto a sua direção tomar forma pela fé
Ou a fé direcionar sua essência
Tentando equilibrar
Essa eterna busca
Do Uno em ti
Distintos, imperfeitos
Todos, mas um só
Pra que questionar
Quando não há dúvidas
Que tudo vem ao seu encontro
Lindamente, florescendo num piscar de olhos essa jornada
Atravessar os sentidos
Pra ser presenteado com este estado
Do bem percorrer
Sentir o engrandecer
Daquilo que dispõe
Pode até doer na falta de constância
Eis o que alimenta a esperança
A perseverança, o olhar maduro
É uma caverna que floresceu
Em meio ao frio, se aquece pela luz
Pela estrutura que a formou
Assim como o som, mantém sempre uma profunda pluralidade no sentir.
Onde se aloja instantaneamente
No momento presente, ou em alguma circunstância
Ou em alguém, quem sabe você, no seu mais íntimo
Ser o resultado de uma soma de bens comuns
Algo a mais
Ser merecedor daquilo que chegar.
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E saber direcionar para manter o equilíbrio
Ou contemplar, ou aprender, ou acalmar.
Mas essencialmente manter o melhor de si em ação
Seja lá como for, procure plainar sobre
Mesmo os desafios que aparecem sobre as circunstâncias
Ajuste!
