“O corpo ressuscitado é um corpo espiritual, mas com uma natureza transformada: ele é imperecível, glorioso e poderoso, e não um corpo carnal perecível”. – 1 Coríntios 15:42-44.
Várias culturas e tradições filosóficas antigas admitiam a reencarnação. Suas raízes mais profundas estão no Oriente, especialmente na Índia, moldando visões de mundo onde a vida, a morte e o renascimento formam um ciclo contínuo de evolução espiritual e moral.
Em Lucas 12:59, Jesus ensina sobre a urgência de buscar a reconciliação, antes que seja tarde demais. Ele usa uma analogia jurídica para alertar que resolver conflitos no presente é a única forma de evitar consequências severas no futuro.
Como seria a lógica desse futuro, que não pela reencarnação, ser cumprida a Lei de Causa e Efeito? O biógrafo de Léon Denis, Gaston Luce, no livro O Espiritismo nos Novos Tempos, pg. 13, 14, diz: “(…) A morte não é, então, a extinção da espécie humana, mas exatamente a partida do corpo espiritual chamado a uma nova orientação da vida consciente, em um mundo que está além do mundo em que estamos”. “A morte não nos destrói, ela nos torna invisíveis.”
A Doutrina dos Espíritos, codificada por Allan Kardec, tem a ciência como um dos seus pilares e a observação dos fatos corroborou as verdades por ela anunciadas. Sem pretensão de impor nada que nela se contém, deixa livre o entendimento e convicção de cada um que procure esse conhecimento.
As informações coligidas para estruturar seus estudos tiveram por base médiuns de diversos países e, assim, pela observação rigorosa, constatou a veracidade das mesmas, dando crédito ao seu trabalho hercúleo. Os fenômenos da psicografia, materialização, entre outros, evidenciaram a imortalidade da alma.
Dr. Ian Stevenson, ilustre diretor do Departamento de Psiquiatria e Neurologia da Escola de Medicina da Universidade de Virgínia (E.U.A.), publicou o livro Vinte Casos Sugestivos de Reencarnação, edição brasileira pela Editora Difusora Cultural, cujo prefácio vem assinado pelo ilustre professor Hernani Guimarães Andrade, trazendo relevantes subsídios para os estudos da espécie.
Paulo Neto cita no seu livro Reencarnação e as Pesquisas Científicas, pág. 54, um dos trabalhos de Hernani Guimarães Andrade no livro Reencarnação no Brasil (Oito casos que sugerem renascimento), com detalhes dos estudos que fortalecem os fatos observados.
Na Índia, Ceilão, Brasil e Líbano, foram realizados esses estudos. Ainda fizeram parte das pesquisas os tlingit, – povo indígena originário da costa do Pacífico Norte, localizado na região que hoje compreende o sudeste do Alasca e partes do Canadá. Por sua vez, Brian L. Weiss, no livro “Muitas Vidas, Muitos Mestres”, narra o caso de sua paciente Catherine, em tratamento de regressão de memória, e mostra evidências da imortalidade da alma. Ainda, do mesmo autor, temos a obra “Muitos Corpos, Uma Só Alma”.
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A cura através das Vidas Futuras. Nesse livro relata-se que alguns pacientes sabiam falar línguas estrangeiras nas suas vidas passadas, que nunca tinham aprendido ou estudado nesta, um fenômeno chamado xenoglossia, uma prova extraordinária de que o que relataram era verdadeiro. Realçamos o Iluminismo, época de grandes vultos da cultura e da ciência, que propiciou o interesse nos fenômenos espíritas, abrindo os caminhos para a Terceira Revelação. (Renascer é renovar o corpo e transcender a alma).
