Para quê você quer entender filosofia ou os filósofos? É para uma prova? Seria para sua vida? São caminhos diferentes e você precisa definir. Lembre-se: para se completar uma tese com profundidade sobre filósofos como Kant, Schopenhauer, Hegel, Espinoza e outros, você poderá levar até décadas. Porém, se for para te dar uma base profunda, com métodos organizados de repertórios filosóficos e conhecimentos técnicos em filosofia moderna avançada, fique até o final do artigo, porque aqui sua mente será ampliada inevitavelmente.
Não adianta: a filosofia é complexa e difícil, requer leitura dos textos originais, pesquisas em comentadores respeitados e professores renomados e sérios, bem como muitas horas de leitura diárias. Não erre achando que leu algumas páginas de uma obra e já é especialista. Filosofia é uma coisa difícil; ser estudante é ter responsabilidades com fontes e teorias, bem diferente de ser filósofo, em que uma enorme responsabilidade social exige que o intelectual seja muito mais que um pesquisador; exige-se do filósofo que seus modos operantes em filosofia possam mover as estruturas existentes de lugar.
“O sacerdócio acadêmico nasce a partir do entendimento de que essa é a sua praia? Se for, coma livros, de dia e de noite, leia, leia, estude muito e muito até o último dia de sua vida neste caos.” – Filósofo Nilo Deyson Monteiro
Estamos cercados de erros na realidade das coisas e precisamos de pessoas que saibam conduzir o pensamento de forma diferente e construtiva, organizada e crítica e criativa. Logo, há a necessidade de elaborar uma tese realista com críticas sobre a estrutura das fontes que temos até aqui, sem se perder da versão oposta silenciada.
Em filosofia, uma tese precisa de orientação técnica do pensamento estratégico, e toda essa orientação se baseia nas fontes e nas consequências da proposta do autor. Desde o início do século XIX, tivemos a maior movimentação de mudanças da realidade da história da humanidade. Hoje, em plena era da IA, mudanças estão acontecendo com muita frequência, e muita coisa ainda vai mudar. Temos até novas correntes filosóficas para debruçar leitura, como, por exemplo, a filosofia da imparcialidade participativa, isto é, a filosofia deysoniana, que você pode entender melhor ao acessar abaixo:
Filosofia Deysoniana
Filosofia da imparcialidade participativa
Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha
Agora, em filosofia, você precisa entender que ela, a filosofia, entrará em diálogo com a ciência, a religião, a política, as estruturas sociais e econômicas, a estética, as artes, a metafísica, a lógica, entre outras vertentes. Uma das questões, por exemplo, será sua forma de dialogar com a ciência. Um exemplo prático:
Você, ciência, fala sobre átomos, mas qual tipo de átomo? O que antigamente você dizia ser absoluto em um único e mínimo átomo como uma formação do mesmo, ou você fala da atual situação do átomo, que pode ser dividido? Dupla fenda? O que tens a dizer sobre física quântica? A ciência é a alma da filosofia?
Você, religião, fala de Deus, mas qual deus? Tor? Javé? Oxalá? Jeová? Brahma? Etc.?
Como devo estudar filosofia sem me perder nas entrelinhas dos temas (religião, política, estética, metafísica, lógica, artes, natureza, ética etc.)?
Pois bem, quero conversar com você, leitor e pesquisador, e falar sobre metodologia avançada de estudos filosóficos. Aqui, no Portal Eu Sem Fronteiras, você vai se debruçar sobre estudos avançados em filosofia para os nossos dias modernos.
Antes de falarmos das práticas de estudos avançados em filosofia, quero que entendam que o filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, neste artigo, capacita sua participação prática nas pesquisas filosóficas através de uma metodologia toda própria dele. Não se trata de algo pronto, mas sim de você sentir e ver nascer de você sua potência criativa, crítica e construtiva do pensamento filosófico organizado. Portanto, tenham uma ótima leitura.
Ao passo que o tempo avançou e o Espírito do modernismo se apropriou do lugar tido como aceitável e normal, tudo prova que tudo mudou, mas nem toda a verdade pôde ser provada. Por quê? Vejam: antes da era dos anos 2000, tudo que era uma verdade absoluta não poderia ser questionado por conta das dificuldades nas pesquisas, que eram limitadas e seletivas. Porém, hoje, nada passa despercebido da pesquisa e da crítica filosófica, e até científica e arqueológica. Mas fica a provocação:
Como estudar e pesquisar filosofia em nossos dias sem cair na mesmice do absurdo do finito? É sobre isso que o filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha trará aos leitores do Portal Eu Sem Fronteiras.
Vamos analisar, a priori, como tem sido a tradicional forma de estudos filosóficos:
1º estudos da história da filosofia
2º estudos da era do iluminismo
3º ética/moral
4º metafísica
5º lógica
6º epistemologia
7º estoicismo
8º existencialismo
9º niilismo
10º religião
11º pólis/sociologia, entre outras tantas vertentes da filosofia.
No entanto, de forma organizada pelos cursos de filosofia, tomamos uma forma tradicional de níveis em evolução na linha do tempo para a formação de professores e pesquisadores em filosofia; teremos um resultado fechado. Contudo, na metodologia do filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, abrem-se outras possibilidades por meio de métodos diferentes, que agregam ao que já temos.
Nilo Deyson é fundador da filosofia da imparcialidade participativa. Essas etapas devem ser cuidadosamente analisadas para elencar uma pesquisa mais profunda sobre o que temos como grade de etapas, sem a necessidade de abandonar a forma tradicional das aulas e cursos em filosofia. Vamos pensar:
“Se a história pode não ter sido como foi contada, precisamos testar a própria ideia de evolução intelectual em filosofia, precisamos avançar nas entrelinhas e alcançar os pontos cegos nas estruturas das possibilidades em filosofia, com calma, com responsabilidade nas pesquisas, achar fontes ocultas que já estão instaladas nos subsolos das bases do conhecimento filosófico, mas isso precisa ser discutido pela academia.” – Filósofo Nilo Deyson Monteiro
O que um aluno precisa aprender para ser um bom ser humano formado em filosofia:
1º Enxergar sem humilhar o outro.
2º Saber o caminho que desmonta uma tese.
3º Dominar toda a história da filosofia, incluindo a africana e a asiática.
4º Saber perguntar corretamente para desmontar o que lhe afirmaram sobre algo no mundo.
5º Construir soluções no mundo concreto através da elaboração de ideias profundas.
6º Não se envolver com discussões no nível da ignorância, mas ser um exemplo em saber dominar o ego e o saber das coisas no mundo das formas.
7º Apresentar contrapontos sobre tudo que temos por absurdo e absoluto, tendo em repertório fontes, metodologia e validação da ideia oposta ao que já existe como versão de verdade estruturada.
Aliás, não somente essas sete etapas, mas também tantas outras no campo das ideias irão aparecer no ato de pensar. Ao passo que se desenvolve uma metodologia de pesquisas profundas, também nos tornamos seletivos e justos com todas as representações ou tentativas de provas da realidade.
“Será preciso livrar-se do mau gosto de querer estar de acordo com muitos. As grandes coisas ficam para os grandes; os abismos, para os profundos; as delicadezas, para os refinados e, em suma, tudo o que é raro, para os raros. Quanto ao que você se tornou, em algum tempo vai contrariar seu modo de perder a admiração das coisas, pelo sentido que ganha uma espécie de seletiva entrega aos meios sem fins resolvidos. Neste momento, você será levado ao campo crítico da razão, do qual os elementos que te mostraram não serão suficientes para lhe dar um espírito submisso ao sagrado, ao passo que talvez descubra o sagrado em um abismo dentro dos teus olhos da suposta finitude no universo das dimensões limitadas na atual ignorância”. – Filósofo Nilo Deyson Monteiro
Estudar filosofia é difícil sem ser uma pessoa organizada. Vamos começar a arrumar essa questão com você.
METODOLOGIA DE ESTUDOS EM FILOSOFIA MODERNA SEGUNDO O FILÓSOFO NILO DEYSON
“Ler não basta, anotar não é tudo; seja você um captador de repertórios e fontes avançadas em pesquisas filosóficas.”
Tudo que estou escrevendo e registrando neste artigo veio de pensamentos aleatórios que surgiram no momento em que comecei a escrever, saídos dos meus repertórios em visão de filosofia nos estudos avançados. Você precisa ler três coisas inicialmente:
1º Leia a fonte oficial da filosofia que vai estudar.
2º Desenvolva pesquisas nas fontes que não estão como oficiais, e sim presas no subsolo das intenções.
3º Desenvolva crítica inédita a partir dos confrontos entre as fontes que tratam do mesmo objeto de pesquisa.
Depois dessas três buscas introdutórias iniciais, você vai começar a criar hábitos organizados de estudos, como, por exemplo, para estudar filosofia usando uma organização rígida e disciplinada.
Vejamos abaixo um modelo de estudos conforme orientação do filósofo Nilo Deyson:
Leia livros de comentadores dos filósofos que você estiver estudando, mas também pesquise tudo sobre o ponto de vista dos comentadores a partir de outras narrativas que sejam correlatas ao que estiver estudando.
Analise a realidade da história e suas consequências e anote tudo.
Crie cenários de como seria a realidade sem essa forma filosófica que foi criada e o que implica a não existência daquele tipo de pensamento filosófico.
Estude sobre a linguagem original dos textos dos grandes clássicos. Muitas narrativas erram na interpretação por não irem ao dicionário das palavras originais que alcançam a intenção da narrativa.
Mude de lado: leia como vai contextualizar tudo, anotando e buscando oposição em comentadores e documentação em textos, teses e obras.
Treine a fidelidade intelectual: ao ler uma obra, um texto, um artigo, repare no espírito do tempo e não queira atropelar o que está ali. Entenda o contexto e em que contexto aquilo foi construído, e isso implica analisar cultura, culinária, música, política, religião e artes da época, para criar um mosaico organizado da real interação da narrativa e respeitar a época e a limitação de informações, visto que, do século XX para trás, todas as informações eram anteriores ao universo da tecnologia e das ciências modernas.
Leia livros de direito e de literatura clássica para melhorar sua interpretação e sua dimensão de repertórios filosóficos e conhecimentos técnicos gerais. O modo de estudar para acelerar o conhecimento:
Separe duas horas pela manhã cedo, quando você vai fazer leitura de clássicos ou de obras que estão dentro da grade da sua disciplina. Na parte da noite, separe cinco horas para ler, fazer anotações, elaborar textos e desenvolver o que estudou.
Repare que, diferentemente dos horários de faculdade, que são de duas a três horas, aqui estamos falando de sete horas por dia de estudos avançados, com leitura densa e focada. Desligue o celular e não pare para atender nada nem para verificar redes sociais. Disciplina nos estudos de ponta a ponta. Se você estudar sete horas por dia, em dois anos estará com uma formação de cinco anos da forma tradicional de estudos. Então você dirá: “Mas eu já estudo algumas horas antes de ir para a faculdade.” Pare, pense: a proposta não é simplesmente estudar duas horas pela manhã e cinco horas à noite, mas sim se tornar perito, mestre, referência em tudo nas questões filosóficas.
Mas é necessário organizar os estudos, tendo o cuidado de não pular etapas na linha, respeitando o cronograma da linha do tempo da história da filosofia. De que adianta querer entender e dominar agora a fenomenologia em Heidegger ou a crítica da razão pura de Kant, se você não tem o domínio sobre os pré-socráticos? Portanto, os estudos devem acompanhar o espírito do tempo, parafraseando Hegel. Quase todo aluno de filosofia acha que já sabe tudo e acaba perdendo uma coisa essencial em filosofia (a humildade); isso é muito ruim para o futuro do estudante.
Tenha sempre em mãos livros de filosofia para ler durante os interstícios do seu labor, a fim de elencar repertórios e ampliar sua dimensão de consciência através de problemas e possibilidades de soluções. Seu vocabulário vai mudar, e sua postura, bem como suas tomadas de decisão, também. Na metodologia que Nilo Deyson Monteiro Pessanha, filósofo fundador da filosofia da imparcialidade participativa, desenvolveu, o aluno estuda, anota, critica, cria e refaz o que criou com outra possibilidade.
Isto é: você desenvolveu seu raciocínio sobre um tema filosófico, sabendo que nada é criado do nada, mas que o conhecimento é acumulativo e vem de outras mentes. Você desenvolve os estudos e os resultados e, após concluir o raciocínio lógico em filosofia, que é diferente do raciocínio comum, cria, a partir da conclusão e defesa de tese, uma segunda alternativa que será uma espécie de confronto, em que sua criatividade pode gerar um pensamento crítico construtivo inédito, bem diferente de diálogos e discussões em grupos de estudos. Torne-se um bom pesquisador, com profundidade. É muito diferente de ser um simples estudante tradicional, porque você lê de três a quatro horas a mais do que os outros alunos, e isso inclui os hiatos em que não há tempo perdido. Plantar conhecimento não é acessar a internet com auxílio da IA, mas sim deixar seu conhecimento nascer das leituras dos clássicos; seu potencial será desenvolvido por meio de estudos com essa dinâmica de profundidade.
Nos horários de leitura em filosofia, busque fontes ocultas que falam do tema que você vai abordar, porém em uma narrativa oposta ou que cause divergência em relação àquela oficial.
É importante entender o autor em suas explicações: se ele quer transmitir sua própria opinião ou se trata das coisas que acontecem com as pessoas segundo o comportamento e os resultados entre atos e consequências. A má interpretação de textos tem causado muita confusão sobre pontos de vista de quem fala na primeira pessoa, na segunda pessoa ou em um co-pensar crítico.
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Estude todos os clássicos, faça anotações e testes das coisas que estudou. Para ser um intelectual de respeito, é necessário estudar muito, porque nada nasce do nada e todo modo de inspiração nos interstícios surge da quantidade de repertórios vindos dos estudos.
Não obstante, ao passo que você estuda com disciplina e foco em filosofia, seus resultados são claros, surpreendendo aos que convivem com você, e as portas se abrem. Espírito de humildade e sabedoria são atributos de espíritos excepcionais. Torne-se um e ajude a humanidade com seus conhecimentos.
Não pare de ler livros e devore literatura, artes e ciências.
Palestras:
@Palestrante Nilo Deyson Monteiro
