Autoconhecimento Filosofia

Forma antológica e epistemológica da filosofia da imparcialidade participativa

Imagem da silhueta do rosto de um homem e em destaque uma luz saindo da sua cabeça, formando um pensamento com vários símbolos que transmitem questões relacionadas à filosofia e aos pensamentos.
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Aos amigos leitores do Portal Eu Sem Fronteiras, quero lhes apresentar esse documento histórico, que certamente será estudado por estudantes, pela academia e por gerações futuras. Nesse primeiro momento, você vai entender o que é a Filosofia da imparcialidade participativa e suas características no âmbito intelectual.

Este registro se torna histórico, porque o Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, fundador desta filosofia, vem com muita profundamente mostrar sua filosofia ao mundo.

Forma ontológica e epistemológica em compreender o texto complexo desta reflexão profunda que cresceu a partir do ano 2019. O que une lógica e consciência, ética e participação em uma nova visão filosófica. É válido? Sim!!! Oficialmente no mundo, ao pesquisar sobre a filosofia da imparcialidade participativa, você vai encontrar muito material do filósofo aqui citado.

Como essa proposta desafia tudo o que entendemos sobre imparcialidade? Continue lendo, descubra e faça anotações. O Portal Eu Sem Fronteiras é referência em conteúdo inédito e de extremo valor intelectual.

A Filosofia da Imparcialidade Participativa, conforme elaborada pelo filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, subjaz a uma ontologia relacional eticizante, na qual o sujeito não aparece enquanto entidade isolada, mas como um locus emergente de interações recíprocas entre agentes morais.

Nesse sentido, Nilo Deyson rejeita o paradigma cartesiano do cogito autônomo transcendental, adotando uma perspectiva fenomenológica-dialógica que condiciona todo conhecimento e ação moral ao entrelaçamento constitutivo entre si e o outro.

Mediação entre Universalidade e Particularidade: essa ontologia do interser fundamenta a epistemologia participativa, para a qual a imparcialidade emerge como uma capacidade situacional e processual, não enquanto atributo estático, mas como uma práxis situada no fluxo da experiência ética compartilhada.

Crítica ao Neutralismo e à Abstração da Imparcialidade Tradicional, o Filósofo

Nilo Deyson instaura uma crítica rigorosa ao modelo tradicional de imparcialidade, que ele denomina “neutralismo abstrato”. Tal modelo, baseado em pretensões de distanciamento emocional e cognitivo do agente, esconde uma impossibilidade prática e um enviesamento ideológico.

A imparcialidade participativa, por oposição, valoriza a incorporação dialética das perspectivas múltiplas, enfatizando o reconhecimento da alteridade não como obstáculo, mas como condição constitutiva do juízo moral legítimo. Este movimento obedece à crítica pós-metafísica que transcende o dualismo sujeito-objeto, propondo uma fenomenologia da justificação ética fundada na intersubjetividade ativa e empática.

Estrutura Dialética da Imparcialidade Participativa. No plano normativo, a imparcialidade participativa estruturaliza-se em três momentos dialéticos correlativos:

Engajamento reflexivo: a inserção consciente do sujeito nos contextos morais e sociais em que atua, que exige um reconhecimento hermenêutico dos interesses e posições dos outros.

Mediação coletiva: processo deliberativo e dialógico onde se articula a síntese provisória entre diferenciações individuais e universais, configurando uma esfera pública ética expandida.

Responsabilização situada: reconhecimento da singularidade das condições e consequências das decisões, que implica a responsabilização não somente formal, mas existencial e material, do agente. Essa tríade não funciona como etapas lineares, mas sim como forças em constante tensão que dinamizam a construção da imparcialidade como práxis ética vivida.

Implicações Políticas e Éticas da Co-Imparcialidade: ao deslocar a imparcialidade para o âmbito participativo e processual, Nilo Deyson inaugura uma revolucionária ética da co-imparcialidade. Esta ética demanda do sujeito coletivo, entendido como uma comunidade moralmente responsabilizada, o desenvolvimento de práticas deliberativas que abarquem a multiplicidade e o conflito inerentes à vida social. A co-imparcialidade é, assim, a sedimentação normativa que viabiliza a justiça distributiva e reconhecida, ultrapassando o risco do exclusivismo e da neutralização política das vozes subalternas.

Mediação entre Universalidade e Particularidade: a filosofia da imparcialidade participativa promove um contínuo exercício dialético entre o universal e o particular, evitando a armadilha do universalismo homogêneo e do relativismo fragmentário. A imparcialidade não é entendida como um ponto fixo, mas como um horizonte dinâmico de tensão criativa, que permite a reinvenção das normas éticas a partir dos processos de reconhecimento mútuo e participação ativa. Essa mediação, balizada por um ethos de abertura e responsabilidade, articula a justiça como tarefa inacabada e convivência ativa.

Segue Nilo Deyson, destacando sua contribuição para a ética e a teoria política contemporâneas. A análise enfatiza o caráter dialógico e hermenêutico-pragmático desta filosofia, que redefine os conceitos tradicionais de imparcialidade e agência moral.

A filosofia da imparcialidade participativa, conforme elaborada por Nilo Deyson, configura um paradigma inovador na reflexão ética, rompendo com as dicotomias clássicas entre subjetividade e objetividade. Esta filosofia propõe o reconhecimento da imparcialidade como um processo ativo de envolvimento dialógico entre os agentes morais, situando-se no cerne das relações intersubjetivas contemporâneas.

O desenvolvimento em Nilo Deyson fundamenta sua reflexão a partir da crítica à pretensão de neutralidade absoluta, adotando uma metodologia hermenêutico-pragmática que articula as múltiplas perspectivas no âmbito de um diálogo aberto e crítico.

Destaca-se que o sujeito moral, ao invés de distanciar-se do contexto, engaja-se ativamente na co-construção dos valores normativos, promovendo um ambiente de reciprocidade argumentativa e ajuste contínuo de posições. A imparcialidade participativa, assim, transcende as concepções tradicionais ao situar-se como uma prática emergente, performativa e intrinsecamente relacional.

Essa reconfiguração implica a desestabilização do sujeito imparcial entendido como ponto de vista externo, propondo, em seu lugar, uma ética da corresponsabilidade normativa embasada na igualdade e na valorização da diferença criativa entre as subjetividades.

A filosofia da imparcialidade participativa por Nilo Deyson inaugura no mundo atual um horizonte normativo radicalmente participativo, no qual a ética se manifesta como prática dialógica e dinâmica.

Como começou a Filosofia da Imparcialidade Parcipativa

Fundada em 2019, a Filosofia da Imparcialidade Participativa veio para romper com os extremos e aproximar o humanismo real para seu propósito em ser sem a necessidade da dose mais forte e por condição de expansão de consciência e acessos aos códigos de primazia e grau máximo da vida em ser em si, pode-se suportar e superar os sentidos e emoções que são elementos usados por todas as crenças e se soubermos como funciona o conhecimento e a realidade, deixamos de ser usados e o protagonismo atua livre mesmo tomado de complexidades e do nosso eu caótico; temos a vida como um evento triste e alegre, mas agora com equilíbrio e domínio sobre si. Sua finalidade é entrar nas discussões acadêmicas, se tornar estudo científico e trazer uma realidade atual para os nossos dias e mais para baixo; vamos entrar em detalhes profundos desta filosofia.

Entenda quem é o filósogo Nilo Deyson Monteiro Pessanha

Sou uma incógnita que deve ser lida com atenção e talvez somente outras gerações decifrem meu espírito artístico. Sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Posso não ser uma janela aberta para o mundo, mas certamente sou um pequeno telescópio sobre o oceano do social. Podem conhecer mais sobre ele ao pesquisar no Google: Filósofo Nilo Deyson Monteiro.

Imagem do filósofo Nilo Deyson
Filósofo Nilo Deyson / Canva

A síntese proposta pelo Filósofo Nilo Deyson, opera a conciliação: imparcialidade sem alienação, e participação sem dogmatismo.

Fundamentação Metodológica: o método reflexivo ancorado na realidade

​A matriz epistemológica da Imparcialidade Participativa assenta-se no imperativo de utilizar métodos reflexivos sem o distanciamento das contingências reais. Nilo Deyson estrutura o seu arcabouço analítico ao rejeitar dois desvios críticos:
o Dogmatismo Parcial: a adesão acrítica a ideologias predeterminadas, na qual o agente abre mão do juízo próprio para assumir teses prontas e a Indiferença Niilista: a confusão entre neutralidade e abstenção moral, em que o indivíduo omite-se diante das vicissitudes éticas de seu tempo sob o pretexto da isenção.

Em contraponto a essas posturas, a imparcialidade participativa atua como um mecanismo de vigília crítica.
No entanto, fazer parte de tudo sem contudo ser militante ao ponto de alardear sentido dado que se possa morrer por essa ideologia não é identidade e sim, uma linha mais de provas de versões vazias.

O indivíduo deve imergir no campo de ação político, social e comportamental, mantendo, no entanto, a autonomia de julgamento necessária para avaliar o fenômeno com sobriedade ética e lógica impecável. Não há necessidade de uma espécie de punição divina, porque a ética e a moral são atributos naturais de quem de fato, se torna um ser humano livre, sim, resolvido e completo.

​O impacto nas tomadas de decisão e no vínculo Mestre-Discípulo

Um aspecto fulcral da obra do filósofo Nilo Deyson, diz respeito à pedagogia da autonomia do estado perfeito do pensamento organizado no mundo das formas e realidade. Na proposição filosófica do autor, a transmissão do conhecimento não visa à perpetuação de estruturas de poder ou de submissão ideológica:

“Quem te ensinar, fará de ti discípulo para, mas se tu, ao superar o afã, enxergar a dúvida, justifique-se de nunca se fechar no que te ensinou seu ídolo…”

A máxima aponta para a reflexão sobre a finalidade da tutoria intelectual. O objetivo supremo da Filosofia da Imparcialidade Participativa não é a fabricação de seguidores acríticos, mas a emancipação do sujeito cognoscente. A formação do discípulo se realiza no momento em que este adquire a capacidade de deliberar com autonomia, clareza lógica e isenção fundamentada.

Assumir o risco de não ser direita nem esquerda, nem preto nem branco, mas ser um todo superior ao que se move por autoridade de moral e ética.

​Do ponto de vista prático-comportamental, a tese deysoniana, aplica-se diretamente ao aprimoramento das tomadas de decisão em nível individual e institucional, mas não é para ser confundido como uma filosofia para empresários ou pessoas que buscam por crescimento, porque “A filosofia da imparcialidade Participativa, é complexa, está no topo do ente, antes da causa, superior ao mutável tempo físico e metafísico”.

Ao combater os vícios da inconsciência e da precipitação analítica, o paradigma da Imparcialidade Participativa oferece suporte conceitual para a resolução de conflitos, gestão ética e mediação sociopolítica. Inclusive, é possível eliminar falsas certezas bíblicas, políticas e sociais. O mundo está um caos e o que mais importa é a maneira de entender o mundo pela filosofia da imparcialidade participativa.

A Filosofia da Imparcialidade Participativa, insere-se como uma contribuição relevante para a reflexão contemporânea acerca da práxis ética. Longe de constituir um mero exercício retórico, a tese deysoniana oferece um diagnóstico severo sobre os riscos da estagnação da consciência crítica e propõe uma metodologia interventiva e lúcida, com raciocínio prudente, com uma lógica poderosa em termos de saber que a realidade e a verdade, só podem ser acessadas sem ser refém dela, usando ela como objeto de consagração mas sem a ela se apegar, colocar ela como objeto de contradições, para gerar o caos a fim de que a verdade absoluta saia de um lugar onde a maioria não enxergam. Essa versão de verdade pode ou não, superar o que rezou a estória tida por história, legítimo no ponto de vista positivo se este sair da condição de verdade escrava do comércio.

“Muitas verdades são mentiras e nem toda a verdade pode ser provada, nem tudo que se prova é verdade, logo a história conseguiu fazer muitas gerações presas em dogmas e ismos, o que é falsa realidade”.

Ao advogar por um engajamento pautado pelo rigor analítico e pela independência do julgamento, Nilo Deyson reafirma o papel essencial da Filosofia: funcionar como um vetor de transformação concreta da realidade sem abrir mão da busca incessante pela verdade conceitual, causas e efeitos. Não há uma única ideia inteira por si posta como aquilo que nega tudo pra se dizer ser a última fonte. Carregar o que vai te matar é um ato de coragem, logo a vida sem filósofa é um vazio de acordos entre escravos e senhores.

A entrada no século XXI, da propriedade intelectual da Filosofia da Imparcialidade Participativa

A presente tese expõe, estrutura e aprofunda os fundamentos da Filosofia da Imparcialidade Participativa, corrente de pensamento válido, que precisa ser discutido pela academia, por artigos e livros, Intelectuais e professores. O próprio Portal Líderes, saiu na frente e, daqui a alguns anos, quem for estudar a filosofia da imparcialidade participativa, terá como referência, este artigo valioso.

De todas as filosofias existentes, a filosofia deysoniana, trata-se de uma construção teórica e prática que reconfigura o conceito tradicional de imparcialidade, deslocando-o da condição de atributo estático, neutral e distante para o estatuto de práxis relacional, processual e compartilhada. Ao fazê-lo, instaura um novo paradigma investigativo e ético, centrado na exigência de mergulhar na causa primeira e em seu subsolo, sem se contentar com aparências, verdades estabelecidas ou consensos convencionais.

Vamos analisar outros pontos técnicos com bastante atenção.

I. IDENTIDADE E LINHAGEM DO FUNDADOR

1.2 Vínculos acadêmicos e institucionais

Membro efetivo de instituições voltadas à preservação e produção intelectual, íntegra:

– Academia dos Intelectuais e Escritores do Brasil. Ocupando a cadeira n° 28 tendo como patrono, Darcy Ribeiro.

– Academia Pedralva Letras e Artes, ocupando a cadeira n° 17 tendo como patrono, Rufino Carneiro.

– Núcleo Acadêmico di Scienze Littere e Arti (com expressão também na Itália)

– AHLA ( Academia Hispano Americana de Letras e Artes). (Paraguai) Membro Fundador.

– Mantém ainda ligação com a Ordem Rosa-Cruz (AMORC), cujos estudos simbólicos e filosóficos compõem parte de sua formação reflexiva.

– Círculo Monárquico Campos dos Goytacazes, entre outros.

Livros publicados, antologias na Itália , Estados Unidos, Paraguai, Brasil e outros. Centenas de artigos publicados. É poeta, palestrante, colunista, escritor e filósofo. Seus artigos estão em diversos veículos de comunicação.

1.3 Raízes e diálogo com a tradição

A Imparcialidade Participativa não surge no vácuo; insere-se numa linhagem crítica que dialoga com vários tempos e pensamentos:

– Sócrates e a maiêutica: a dúvida como ponto de partida e o questionamento incessante como caminho;

– Kant e a crítica da razão: a exigência de examinar os próprios pressupostos, rejeitando o que se apresenta como verdade absoluta sem prova;

– Hegel e a dialética: a verdade que se constrói no movimento, na tensão e na superação de posições parciais;

– Fenomenologia e ética do outro (Lévinas, Buber): o sujeito que só se constitui na relação recíproca, rejeitando o solipsismo cartesiano;

– Filosofia da libertação e pensamento crítico: a denúncia de sistemas que naturalizam dominação e ocultação.

Contudo, Nilo Deyson avança para uma posição própria: a imparcialidade não é neutralidade afastada, mas participação que investiga com profundidade e se coloca no jogo, não escolhe um lado mas está em todos os lados tendo uma posição firme e com um argumento lógico de que é o lado mais próximo da realidade e do bem estar coletivo, mesmo que esse lado cause cortes e rompimento.

Diferencia-se claramente:

– Do neutralismo abstrato: a falsa imparcialidade que se esconde por trás de um suposto distanciamento para não assumir responsabilidade diante do que examina; a filosofia da imparcialidade participativa é um todo no ato de estar, ser, agir.

– Do parcialismo dogmático: a defesa prévia de uma causa que distorce a análise desde a origem.

II. NÚCLEO TEÓRICO DA FILOSOFIA DA IMPARCIALIDADE PARTICIPATIVA

2.1 Definição essencial

A Imparcialidade Participativa é a postura e o método segundo o qual o sujeito, ao invés de se colocar como juiz neutro e exterior ao objeto de investigação, participa da análise em profundidade, investigando a causa primeira, o contexto, as motivações, os interesses e as consequências de cada questão sem aderir antecipadamente a nenhum lado, mas também sem se eximir de compreender cada um em sua raiz.

Imagem de uma pessoa em seu computador pesquisando informações sobre a  propriedade intelectual da Filosofia da Imparcialidade Participativa.
Berna T. / Pexels / Canva

Não basta ouvir; é preciso pesquisar com severidade, rigor e profundidade. Ter um lado não define o outro com falso, mas talvez, seja a única forma legal de sermos crianças adultas ou adultos infantilizados.

2.2 Princípios Fundantes

Princípio I – a investigação até a causa primeira

“Na filosofia da imparcialidade participativa, a investigação deverá ser feita na causa primeira e em seu subsolo, ainda que tenha que cavar outras profundidades, assim será feito, isto é, provocar o adormecido impedido da versão oposta silenciada por força maior”.

Não basta o que aparece à primeira vista, nem o que é aceito como evidente. Toda afirmação, toda narrativa, toda instituição deve ser remontada às suas origens, às condições que a tornaram possível, aos interesses que nela se expressam. Em justiça, não basta o tempo nem a verdade a priori, mas sim, severa e rigorosa pesquisa com profundidade, frase que sintetiza o imperativo epistemológico central desta doutrina.

A filosofia fez e faz muito ao questionar estruturas políticas, religiosas, econômicas e sociais. Mas o Filósofo Nilo Deyson, diz que não basta um lugar separado da sociedade, isto é, para ele, a filosofia não pode estar numa prateleira para ser acessada pelas crises existenciais, mas que ela possa se aproximar da vida comum. A filosofia não deve perder campo, deve avançar os dois lados da estrutura e correr o risco de não reescrever a história, mas sim, ter o poder do conhecimento real, lógico e de boa fé. Juridicamente, deveria haver punição para as mentiras na história?

Óbvio que você disse sua oposição ao que te foi oferecido, logo você deveria ter cuidado com suas crenças porque você pode ter sido de forma inconsciente, enganado.

Princípio II – rejeição ao neutralismo abstrato

A neutralidade que se diz acima de todo envolvimento é, para o filósofo Nilo Deyson, frequentemente uma forma de fuga e de parcialidade encoberta. Quem se declara “neutro” sem ter opinião forte com defesa de tese, que não sabe se é de direita ou esquerda, deve investigar profundamente seus conceitos, para acabar por validar o estado de coisas vigente, reproduzindo os vieses que já estão instalados e seguir ou abandonar a falsa versão da propriedade da verdade.

A verdadeira imparcialidade não é ausência de posição, mas ausência de posição tomada sem conhecimento pleno, profundo e domínio de absolutamente todas as partes da trajetória da história. Fontes, origens e sequências devem estar na ponta da língua.

Princípio III – ontologia do inter-ser: o sujeito em relação

O sujeito não é uma consciência isolada (cogito cartesiano). É lugar de encontro e reciprocidade. Conhecer e julgar são sempre atos relacionais. A imparcialidade, por isso, não se constrói sozinha: ela exige ouvir, compreender, dialogar, confrontar é, desde sempre, co-implicação.

Conforme formula o autor: “o sujeito não aparece enquanto entidade isolada, mas como um lócus emergente de interações recíprocas entre agentes morais”.

Princípio IV – epistemologia situacional e processual

A imparcialidade não se tem, se faz. É práxis, não propriedade. Alcança-se gradualmente, mediante autocrítica constante, confronto com pontos de vista divergentes e correção de rumos com pesquisas nas fontes de oposição e posição. Não há imparcialidade definitiva, apenas imparcialidade em construção. Mas há como você ter acesso a uma realidade sem inclinação mesmo que sua intenção seja a de alcançar a verdade, ainda assim, é viável viver bem em um posicionamento de superioridade das forças externas e internas e não se trata de autoconhecimento e sim, viver pela lógica e não ter prisões e deveres de ismos.

Contudo, em corrente filosófica, o pensamento Deysiano, remonta épocas e inéditos valores e ao longo das próximas décadas, talvez a filosofia da imparcialidade participativa seja desmembrada da intuição de quem acha do que se trata, por um efeito fiel a proposta do filósofo Nilo Deyson.

Entre os interstícios das eleições, dos cultos, das taxas econômicas, repare que muitas estruturas na sociedade não deram tão certo, que mesmo não sendo muitas vertentes a verdade oficial, essa matrix engana milhões de civis leigos, menos os que estão entendendo o espírito desta filosofia.

Princípio V – desconfiança metódica e liberdade intelectual

“Não acredito em quase nada de tudo que existe no mundo”, diz Nilo Deyson – não por ser ceticismo, quiçá niilista, mas como estratégia crítica: tudo deve passar pelo crivo da investigação. Nenhuma narrativa, seja religiosa, científica, política ou cultural, dispensa prova. A filosofia é liberdade, não prisão de dogmas.

III. ESTRUTURA ARGUMENTATIVA EM FRAÇÕES

3.1 Crítica à imparcialidade tradicional

“A importância da imparcialidade participativa é extremamente diferente em uso, em ação, da imparcialidade tradicional que gera renúncia. Aqui, a imparcialidade participativa assume o lado lógico, ético e que seja real, mesmo que oposto ao senso comum. Corre o risco de ser ao invés de deixar ser”.

Modelo Tradicional Imparcialidade Participativa. “Entrar e sair de tudo sem a nada pertencer a priori, mas sendo superior no ato de ser, do ser a priori, antes do ente e da coisa, define-se como sendo o todo resolvido sem dualidade do ego”.

Atributo fixo, adquirido de uma vez Processo contínuo, práxis em construção. “Estar resolvido e na posse do saber direito, do poder do conhecimento, do poder das coisas, na posse do repertório, tese e antítese sem espaços para se vedar da mutação do tempo e podendo abrir-se ao diferente, mudar, ser sem ser, sem atuar como peça, é, logo sendo, sempre será, até na mutação”.

Distanciamento, neutralidade fria, participação investigativa, envolvimento responsável. “Entrar nos meios escondidos no tempo, sindicância profunda sobre a história, sobre a coisa e na promoção de encontros haverá adeus aos ídolos, inevitavelmente e não haverá mais altares para novos espíritos/verdades”.

Julgamento de fora, como espectador Imersão na causa primeira, conhecimento de dentro através do ente dentro. “ O saber não duela de fora pra dentro, pode até julgar, mas as leis do universo são intocáveis e cabe a lógica em uma real condição de justiça, ser, aderir o novo sem a obrigação de mudar a história, mas sim, estar preparado para o desenvolvimento da teoria com provas.

Foco no equilíbrio superficial entre partes do Foco na raiz, nos fundamentos e nas consequências. “ Mesmo sabendo dos fatos, não há necessidade de criar uma rivalidade ao extremo contra o radical evento que se fez por verdade última, mas observar em paz, e construir o pensamento crítico para alcançar novas possibilidades de articular com a história. O risco de indiferença e cumplicidade oculta causa risco assumido de errar, mas com consciência e autocrítica lucidez condicionada, pode precisar rever suas fontes originais e opostas à história.

3.2 Três dimensões constitutivas

1. Dimensão Ontológica: o ser humano é relação; a imparcialidade brota do respeito ao outro como interlocutor legítimo. “Respeitar a ignorância e compreender tendências e tempos”.

2. Dimensão Epistemológica: o conhecimento confiável exige ir ao fundo, não se deter na superfície; exige investigação rigorosa de ambos os lados. “Ser rigorosamente ético na investigação da verdade da crise deste tempo de onde abre-se a possibilidade de duvidar”.

3. Dimensão Ético-Política: a imparcialidade participativa é compromisso com a justiça que não se contenta com o estabelecido; questiona poderes, narrativas oficiais e consensos impostos. “Nada é permanente, mas tudo pode continuar no lugar até certos eventos do tempo moderno”.

Imagem de uma pessoa analisando diferentes documentos, livros e símbolos.
Karola G / Pexels / Canva

Temos ferramentas e meios para alcançar os tempos mais antigos de toda a história contada e podemos encontrar muitas coisas que nunca aconteceram, tanto na religião como na política e isso torna a filosofia da imparcialidade participativa perigosa aos sistemas existentes.

IV. IMPLICAÇÕES E APLICAÇÕES

4.1 No Campo da Justiça e do Direito

“Além de defender a justiça em conflito com a própria Justiça, encontrar os elementos reais sem ser militante, mas mostrar com as devidas vênias, que a estrutura jurídica pode ser tão falsa quanto a história de troia ou a mitologia de ícaro. A imparcialidade do juiz ou do avaliador não reside apenas em não ter interesse direto na causa. Exige conhecer profundamente os fatos, as motivações, o contexto e as consequências da decisão. Sem investigação na raiz, a imparcialidade é apenas formal. Mas a filosofia da imparcialidade participativa em justiça, dirá que a justiça só terá roupagem de louvor quando a contribuição da verdade superar a última instância em um ato sem interesses que não seja tão somente o de fazer justiça. Somente após conhecer os dois lados do problema, o sábio conselheiro se alicerça na imparcialidade.”

4.2 No conhecimento e na pesquisa

“Domínio e referência, fora isso, não há imparcialidade participativa com estado resolvido do ente a priori”.

Toda ciência, toda história, toda reflexão deve:

– Duvidar do que se apresenta como “verdade definitiva”;

– Investigar fontes, origens, interesses; oposição e espírito no tempo ao invés de espírito do tempo;

– Reconhecer que verdades oficiais podem ser convenções sistêmicas transformadas em dogmas; erros que geraram mortes, prejuízos e dizimação de povos e culturas;

– Manter a mente aberta para revisão, sem aprisionar-se a ideologias inflexíveis.

4.3 Na vida social e política

Combate a manipulação de massas, a aceitação acrítica de discursos dominantes e a escravidão intelectual. Liberta o pensamento para que cada um seja protagonista de seu próprio julgamento, sem se deixar consumir por convicções alheias não examinadas. Leveza de consciência e acessos no campo da lógica, estética, metafísica e artes.

A Filosofia da Imparcialidade Participativa, sistematizada por Nilo Deyson Monteiro Pessanha, representa uma contribuição original, de boa fé, original e fiel ao pensamento ético e epistemológico contemporâneo. Ao inverter a lógica tradicional em que imparcialidade significava distanciamento, ela propõe que a verdadeira equidade só se conquista mediante participação investigativa, mergulho na causa primeira, rigor metodológico e autocrítica constante.

Não basta ter um lado, competir, duelar, antes, é necessário uma nova experiência com o ente da real natureza, do supremo estado de potência intelectual onde a verdade anula guerras e congregação de imbecis. Essa verdade é a formação plena da consciência em um mundo cheio de alternativas e da qual, o ato de assumir estudos e pesquisas utilizando a filosofia da imparcialidade participativa em tudo, a realidade muda.

Para os existencialistas a realidade já está definida, para os estoicos a realidade está definida, para os capitalistas, a realidade torna-se real no ato de adesão concreta e óbvio, para o niilismo, a realidade está pronta, para o satsang, para o cristianismo, para o islamismo, enfim, todos possuem uma espécie de mundo acabado. Já para a filosofia da imparcialidade participativa, tudo vai mudar o tempo todo e o tempo todo precisamos mudar o lado extremo pelo lado resolvido sem duelar, apenas compreender e a lógica, o espírito cético, a razão e até a metafísica, devem ser superiores ao ato de imposição final, tendo portanto a inédita abertura para um possível adeus ou um sejam bem vindos.

Sua tese central pode ser enunciada assim: a imparcialidade não é o ponto de partida, mas o resultado nunca provisório, mas um fim e não um meio de uma investigação que vai até a raiz do problema, que compreende todas as partes em sua profundidade, que não se deixa levar por preconceitos, consensos nem verdades prontas. Ela não se separa da realidade: se constrói dentro dela, no movimento de conhecer profundamente para julgar com justiça.

Trata-se, em última instância, de uma filosofia da liberdade intelectual: liberta do dogmatismo, da superficialidade e da submissão ao que se impõe como óbvio e, ao mesmo tempo, de uma filosofia da responsabilidade: pois investigar com profundidade é também assumir o encargo de pensar por si mesmo e de responder pelo que se pensa e se decide. É o ato do ser, a divina consciência do todo, é o problema no lugar certo sem a negação do sofrimento.

O Eu interno

Um estado de ataraxia sem ismos, sem linguagem, onde fora da linguagem tudo é silêncio, supera o ego, suspende as paixões afloradas e os extremos. O observador é a real natureza que somos dentro da consciência sem a identidade nome, sem o ser profissional, mas o ente que vê tudo. Quando você vê um copo e diz ser um copo, quem está falando pra quem? Alguma voz te fala ser um copo. Quem? Não é seu nome! Descobrir que Deus está dentro muda tudo e não se trata do Deus que você aprendeu e sim, algo puro, santo, poderoso, a saber, sua consciência.

O ente observa fenômenos, cores, sons, tudo condiciona ao país e aos muitos mundos e experiências. Mas o que vê o copo diz “ isto é um copo”. Quem recebe a mensagem é o cérebro, mas quem fala ao cérebro? E quando você dorme, quem dorme? Cadê a consciência? Onde ela foi no período de sono? Quem observa tudo o tempo todo, todo o tempo vai te falar algo. Em média, por dia, temos aproximadamente 33 mil decisões para tomar durante o dia, através dos pensamentos.

Quem vê tudo e fala tudo é o observador, já quem recebe as informações é o seu eu condicionado, isto é, o cérebro. A filosofia da imparcialidade participativa, ensina que o ego controlado pelo conhecimento pode gerar a realidade e a lógica sem alardes de paixões extremas. Ao contrário, a verdade é um problema, a lógica é um problema e cabe a nós, termos a grandeza de investigar se a realidade é o que foi aprovada pela história ao longo dos eventos e se ela serve para os tempos modernos. Lembrando que no futuro, ninguém vai se preocupar com a verdade porque ela, a verdade não será o ponto de interesse e nem a justiça e sim, ter um espaço no mundo onde se possa garantir a segurança de poder comer e beber, pois a maioria será escravizada pela tecnologia ao ponto de não saberem mais o que é a realidade e o que não é a realidade.

Não há como escapar do que vai surgir em alguns anos e a filosofia será uma espécie de inutilidade para os fins necessários de sobrevivência, logo a verdade, a lógica e a justiça não serão mais importantes como foram para os filósofos e os filósofos do futuro não falarão da verdade, mas sim, falarão do mundo ideal tecnológico e mais veloz ao invés da realidade a partir da construção de tudo que foi criado até hoje.

Observação importante: esta elaboração é uma sistematização acadêmica fundamentada integralmente nos textos e declarações obtidas do próprio Nilo Deyson Monteiro Pessanha. Para citação formal, recomenda-se a consulta direta às fontes e no Google, podem pesquisar sobre o filósofo Nilo Deyson. Mas vamos continuar nossa nossa saga. Vamos analisar um pensamento do Niilismo sobre verdade e mentira, e colocar o pensamento da filosofia da imparcialidade participativa sobre essa questão tão bem situada no âmbito acadêmico moderno.

Imagem de um homem se olhando em um pedaço de espelho quebrado, simbolizando o eu interno.
Bastian Riccardi / Pexels / Canva

Mas, dentre as forças que a moral desenvolve, estava a veracidade: esta se volta finalmente contra a moral, descobre a sua teleologia, a sua perspectiva interessada e eis que a visão desta tendência inveterada para a mentira, da qual se desiste de se livrar, age justamente como um estimulante. Para o niilismo. Constatamos agora a presença em nós de necessidades implantadas pela longa interpretação moral, e que nos aparecem também como necessidades do não-verdadeiro: por outro lado, é a elas que parece estar liga­do o valor graças ao qual suportamos viver. Este antagonismo não avaliar o que conhecemos, não mais ter o direito de avaliar as mentiras nas quais gostamos de nos embalar desencadeia um processo de dissolução.

Segundo a Filosofia da Imparcialidade Participativa, o pensamento niilista não pode ser aproveitado pela vida em sua plenitude, porque ela nega e evita o sentir-ser-um-todo. Para o filósofo Nilo Deyson, todas as correntes filosóficas possuem uma porcentagem de coisas boas a serem aproveitadas, mas não se mostram tão boas ao ponto de colocar a filosofia no lugar que ela merecia estar. A proposta da filosofia da imparcialidade participativa é o oposto ao que já foi criado até hoje. Ela defende a real natureza do ser humano e a utilidade das coisas no mundo, sem que o homem crie guerras pelos ismos defendidos.

Segundo o Filósofo Nilo Deyson Monteiro Pessanha, a humanidade é doente por natureza, e quase tudo não se encontra no lugar da realidade. São estruturas criadas pela força autoritária, plágios bíblicos que vieram das antigas mitologias, o senso de justiça totalmente distorcido, a violência por território sem necessidade, a miséria que o sistema sustenta mas que poderíamos ter um planeta onde todos teriam alimentos e moradia.

A moral, a ética, as artes, tudo fora do lugar e o mundo caminha para um lugar apocalíptico, não religioso, mas previsível desde sempre, porque esse sempre é, o observar dos poderosos que sentiram desde sempre, que podem controlar a massa. As civilizações aceitaram deuses, regimes, costumes e autoritarismos de forma automática. Se a filosofia pode libertar eu não sei, mas tentei libertar quase mil homens, mas eles defendiam suas correntes e teriam eles libertado outros tantos mil, se a filosofia fosse uma obrigação como é a religião.

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  • Nilo Deyson Monteiro Pessanha

    Nilo Deyson Monteiro Pessanha

    Filósofo Escritor Poeta Palestrante & Colunista
    [email protected]@nilo_deyson_monteiro_pessanhadeyson.raca

    Sou filósofo, escritor, poeta, colunista e palestrante.
    Meus trabalhos culturais estão publicados em diversas plataformas. Tenho obras e livros publicados.

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    Sou uma incógnita que deve ser lida com atenção e talvez somente outras gerações decifrem meu espírito artístico. Sou muitos em mim e todos se assentam à mesa comigo. Posso não ser uma janela aberta para o mundo, mas certamente sou um pequeno telescópio sobre o oceano do social.