Autoconhecimento Comportamento

A subjetividade em estar bem

Homem exausto trabalhando em computador, apoia sua cabeça em seu braço direito.
Giselli Duarte
Escrito por Giselli Duarte

A cada dia que passa a quantidade de conteúdo disponibilizado na internet dobra. Atualmente todo mundo tem uma opinião a compartilhar, inclusive eu. Assuntos variados mesclados com os temas mais buscados. Tudo na prateleira de um site de buscas bem famoso.

Nessa imensidão codificada e programada, quem precisa peneirar aquilo que pode ser bom para a própria pessoa é somente ela mesma. Podemos exemplificar os inúmeros benefícios de quaisquer coisas, mas quem irá bater o martelo final sobre algo ser bom na sua vida é somente você.

Mulher tirando foto do pôr do sol com seu celular, e vários ícones de reações de redes sociais como curtiu, amei, entre outros, estão ao redor dela.

As tendências vão e vêm com a mesma velocidade dos “gurus” de qualquer coisa. Por aqui a velocidade parece voar. E por mais que os nomes de coisas e conceitos antigos venham sempre mudando para ficarem mais atrativos no final das contas só consegue sobreviver aquilo que já é consolidado. Ou seja, aquilo que tem verdade.

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Acordar todos os dias às 5h da manhã para ver a live do momento, comer pão integral sem glúten, correr 10 km por dia, beber 100 ml de kombucha acompanhado de um documentário cool numa plataforma de streaming por assinatura só fará sentido para você se isso tudo partir de sua real vontade e prazer em adotar esses pequenos rituais.

Na terra da hiperprodutividade excessiva, quem faz aquilo que realmente gosta sem se preocupar com os criticadores de plantão é rei. Ou rainha. Muitas pessoas começaram a rotular glamour onde não tem. Não tem glamour em trabalhar 15 horas seguidas ou em dizer que é multitarefa e tentar tomar conta de inúmeras coisas sozinho, nem mesmo em achar que vai dar conta de tudo sem precisar de ajuda.

Mulher deita em banheira cheia, com um vestido branco.

Neste mundo hiperconectado não seja esponja, seja filtro e saiba absorver somente aquilo que for bom para você. Se for para romantizar alguma coisa, que seja o autocuidado e o desenvolvimento pessoal, de acordo com aquilo que corresponda com a sua essência.

Sobre o autor

Giselli Duarte

Giselli Duarte

Sempre gostei muito de escrever, mas antigamente eu falava sobre outros temas. A partir do momento que eu me permiti trilhar o caminho do autoconhecimento, tudo começou a fazer mais sentido e ficar muito mais leve.

Hoje gosto de escrever e compartilhar aquilo que pode fazer sentido para alguém.

Às vezes faço uma coletânea de pensamentos ou experiências próprias, e em outros momentos utilizo um quê de inspiração de pessoas maravilhosas espalhadas pelo mundo.

Sinto que tudo o que busquei para me especializar e atuar em certas áreas me ajudou bastante. Sou formada em marketing e gestão de negócios e atuei em mercados distintos, os quais moldaram meu lado profissional. Todavia, gosto de pensar que toda a bagagem que aprendi em cursos como hatha yoga, reiki, aromaterapia, florais de Bach, fitoterapia, naturopatia e em tantos outros me deu o contraponto que eu precisava. Não à toa amo ler e intercalar livros de empreendedorismo e negócios com os de espiritualidade e autoconhecimento.

Fique à vontade para ler meus textos e comentar aquilo o que sentir no coração.

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