Convivendo

Abrindo Jornais

Pessoa branca digitando num computador.
Glenn Carstens-Peters / Unsplash
Escrito por Nilton C. Moreira

Abrindo jornais tem de tudo para se ler. Se bem que hoje em dia muitas pessoas adeptas desse tipo de periódico deixaram esse costume por várias razões, dentre as quais o surgimento de mídias como portais, blogs, não querendo desmerecer esses que podem ser acessados em tempo real ao que estão sendo postadas notícias, mas também contribuiu para o cancelamento de periódicos físicos a pandemia, sob alegação de que o papel conduziria o vírus que acabaria contaminando quem o manuseasse em casa ou no escritório.

Mas quem gosta do contato físico do papel, jornal, revista e livro assumiu o risco e manteve assinaturas, o que foi muito bom, pois evitou que muitos veículos fossem à falência e pessoas ficassem desempregadas.

Para nós, colunistas, é um desafio maior manter em periódicos físicos nossas colunas, pois elas ficam gravadas e são impossíveis de serem modificadas, podendo apenas ser retificadas. É como diz aquele ditado: “a palavra dita não tem retorno”. Mas, por outro lado, nos tornam mais responsáveis pelo que escrevemos, nestes tempos difíceis que se fala muito em “estado de direito”; “preconceitos”; “discriminação”, “ameaças de censuras” e tantos outros adjetivos que estamos acostumados a ouvir vindos dos meios de comunicação.

De fato, são tempos difíceis e que fazem parte do momento que estamos vivendo, afinal a Terra passa por transição já há algum tempo e a espiritualidade maior tenta de todas as maneiras nos envolver num clima de convite a que nos modifiquemos, e não sendo pelo amor será pela dor, como já aconteceu em momentos longínquos conforme consta nos livros mais antigos da humanidade.

Computador ligado com texto aberto.
Dan Counsell / Unsplash

Dizer o que se quer sem medir as palavras é um risco grande, pois nem tudo tem como reparar. É necessário pensar um pouco antes de querer chamar a atenção de alguém e que possa ensejar ofensa. Apenas os portadores de algum transtorno mental é que ainda podem proferir algum impropério e não serem punidos, tanto pela lei do homem, como pela lei divina. Os demais não.

Jesus, o ser mais perfeito que passou pela Terra disse certa ocasião: “O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem.” Então todo cuidado é pouco quando dizemos palavras que referem a citações sagradas, principalmente quando as palavras são colocadas em material que dificilmente desaparecerá.

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Moisés foi um dos maiores médiuns nos legou escritos recebidos mediunicamente, que se tivéssemos seguido muitas dificuldades não estaríamos passando, mas teve de vir Jesus e nos explicar por meio do Evangelho o que aquelas escritas queriam dizer.

Então, amigos, cuidemos do que falamos, mas principalmente do que escrevemos. Muita energia a todos.

Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
Email: cristaldafonte@gmail.com
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