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Amor no Cabide: roupas para quem necessita

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Imagine um morador de rua que não tem uma roupa e, de repente, encontra em seu caminho uma peça que necessita, ainda mais em dias frios? Quem disponibilizou essa vestimenta teve uma atitude muito generosa, não é mesmo? É isso que estudantes de um curso de pré-vestibular de Porto Alegre realizam a dois anos: o projeto Amor no Cabide.

 Onde ocorre e como acontece?

A Fênix Vestibulares, de Porto Alegre (RS), é a responsável pelo projeto Coração Fênix – Amor no Cabide que funciona da seguinte forma: as roupas que são doadas pelos alunos ou outras pessoas são separadas pelos próprios alunos e colocadas em um cabide. Posteriormente, eles vão até a região central da cidade, onde se concentram mais moradores de rua, e colocam os cabides com as roupas em alguns locais públicos.

É só disponibilizar os cabides que as pessoas que necessitam já se aproximam e retiram as roupas e acessórios, como tênis, e pegam para si. Muitos moradores de rua que não tinham mais um casaco adequado, por exemplo, conseguiram pegar outro em melhor estado e ficaram felizes.

Ação se espalhou

Essa é uma ação muito positiva e os alunos envolvidos se sentem muito bem fazendo esse mutirão. E como o projeto já está há dois anos em Porto Alegre, ele ultrapassou as fronteiras e foi parar até em outros Estados – onde outras instituições e pessoas se inspiraram para implantar a ideia.

E o projeto não é apenas para os alunos da Fênix Vestibulares. Existem vários pontos de coleta em Porto Alegre onde se encontram espalhados os cabides. Neste caso, as pessoas que avistarem um cabide podem também deixar ali uma roupa que não usam mais ou que queiram doar. É uma corrente de amor ao próximo que se espalha.

Clicando aqui você poderá ter mais informações e consultar os pontos de entrega das peças que queira doar.

Uma forma de espalhar amor

Projetos como o Amor no Cabide mostram como as pessoas estão se sensibilizando com a sociedade, além do aumento do número de indivíduos que querem ajudar ao próximo. Essa corrente aponta para uma sociedade que está fazendo uma travessia, que não olha apenas para o seu umbigo, mas que se preocupa com os que estão a sua volta.

Iniciativas como essa devem se espalhadas por todas as cidades do país. Precisam ser manchete de telejornais para mostrar que não há somente coisa ruim atualmente, tem muita coisa boa acontecendo, só que não está em destaque na mídia. Parabéns aos projetos, aos criadores, aos envolvidos. Todos agradecem!


Texto escrito por Angélica Fabiane Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras
Imagens: Divulgação/Reprodução

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