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Como funciona o negócio social Beone?

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Escrito por Eu Sem Fronteiras

A efervescência de negócios sociais esta realmente com tudo. É comum ver pela mídia novos negócios sociais surgindo e imaginar o impacto positivo que isso pode provocar na natureza. Os negócios sociais vêm com um objetivo mais profundo de tentar resolver problemas sociais.

Podem ter diversos ângulos, alguns mais preocupados com a questão da natureza, outros com os animais e há também aqueles que se preocupam com o ser humano. E é este o foco do negócio social Beone que trabalha com biotecnologia e está propondo uma solução simples e barata para tratar feridas de diabéticos em risco de amputação.

Como funciona o Beone?

De acordo com dados do projeto, existem hoje 450 milhões de pessoas com diabetes no mundo. E uma parte, cerca de 100 milhões, desenvolvem feridas que não cicatrizam e estas feridas podem levar à amputação. O mais triste é que não existe um tratamento eficaz que possa trazer a cura.

Dessa forma, surgiu o Beone, criado por jovens que se preocupam com a cura de fato e não estão interessados em movimentar os trilhões de dólares que a saúde publica movimenta sem se preocupar com a cura.

Por ser um negócio social, todo o lucro será reinvestido para que o poder de alcance aumente. O que eles pretendem é disponibilizar a primeira tecnologia capaz de oferecer tratamento para feridas de pacientes diabéticos. Através de testes, foi possível erradicar infecções de bactérias. E isso somente é possível por meio de comprimentos de onda de luz.

Quem são os criadores da Beone?

O tratamento que será ofertado pela Beone ainda não esta disponível para as pessoas. Isso porque, para a primeira parte deste projeto, seus criadores precisam de ajuda financeira para colocar em prática o trabalho. Os outros parceiros são Bruno Carvalho, Luciana Rezende Bandeira de Mello e Patricia Moura, todos com experiência na área do negócio.

Os sócios estão pedindo ajuda das pessoas para conseguir arrecadar R$ 80.000 que serão investidos em relatórios técnicos e clínicos, prototipação, viagens, insumo, custo de voluntários e mais.

Entre os criadores da Beone está Caio Guimarães que é empreendedor na área de biotecnologia e ministra palestras dentro e fora do país.

Se você deseja apoiar este projeto por meio de financiamento coletivo, clique aqui neste link e conheça mais sobre este importante trabalho: http://www.ecodobem.com.br/projetos/beone-tecnologia-no-tratamento-da-diabetes/


  • Texto escrito por Angélica Fabiane Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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