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Dia Mundial do Combate ao Bullying

criança com as mãos abertas mostrando as palavras pare o bullying, em inglês.
Fátima Cardoso
Escrito por Fátima Cardoso
20/10 é o dia do Combate Mundial ao Bullying, a data é um alerta internacional para esse problema com o qual muitas crianças e jovens convivem. Esse é um problema antigo e pouco comentado, mas que nos últimos anos vem sendo mais abordado, porém, infelizmente, ainda longe de se chegar a uma solução.

Vamos entender melhor: bullying é um termo da língua inglesa (bully = “valentão”), refere-se às diferentes formas de atitudes agressivas, existem as verbais: provocação, excluir a criança ou jovem do grupo de amizade, colocar apelidos pejorativos, zombaria. E existem as físicas, como: bater, cuspir, roubar, extorquir. Há também o bullying digital, que é praticado dentro dos ambientes das redes sociais. Mas o que é comum a todos eles são os ataques intencionais e repetitivos praticados por um ou mais indivíduos, que humilham e maltratam, causando dor, medo e angústia.

Combate ao Bullying

Lembrando que o bullying não ocorre só na escola, também acontece na faculdade, na família, entre vizinhos e até mesmo entre os adultos no trabalho.

Muitos indivíduos que sofrem bullying não contam para ninguém, por pensarem que é normal ou por não saberem para quem contar. E quem os presencia, no caso, os “espectadores”, por medo de se tornarem as próximas vítimas, também silenciam ou acham engraçado e se “associam” ao agressor.

As crianças e adolescentes que sofrem bullying, além do grande sofrimento vivenciado quando estão passando por essa situação, ainda podem ter graves consequências na vida adulta, como: sentimentos negativos, baixa autoestima e problemas de relacionamento, podendo, inclusive, se tornarem pessoas agressivas. Em casos mais extremos, a vítima poderá até cometer suicídio.

Somente dizer coisas do tipo “ignore” e “não ligue” não é suficiente, é preciso conversar com os responsáveis pela escola, cuidar da saúde psicológica da criança ou adolescente, não subestimar o seu sofrimento, pois ele é real.

É importante lembrar que tanto quem pratica quanto quem sofre as agressões precisam de atenção e cuidados. Em muitos casos, quem pratica são pessoas que, geralmente, pertencem às famílias desestruturadas, onde há pouco ou nenhum afeto, são pessoas que têm pouca empatia. Logo, também precisam de cuidados.

Combate ao Bullying

Nos atendimentos de Cinesiologia Quântica, as crianças e jovens, por vezes, chegam a chorar ao relatarem o sofrimento que estão vivenciando. Por meio dessa técnica, buscamos limpar esses traumas, fortalecer a autoestima e elevar o amor próprio, para assim ter uma vida adulta mais saudável.


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Sobre o autor

Fátima Cardoso

Fátima Cardoso

Fátima Cardoso é facilitadora de Cinesiologia Especializada pela escola Three in One Concepts. Facilitadora em Cinesiologia Quântica pela Conexão Harmônica, Massoterapia e Reflexologia pelo Senac, e também Reiki e Metafísica da saúde. Facilitadora de Constelação Sistêmica Familiar presencial e online. Além disso, fez participações no programa Kabballah Egípcia na Rádio Mundial.

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