Convivendo Trabalhos Sociais e Voluntários

Grupo Mangalô: por ações de impacto social

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Escrito por Eu Sem Fronteiras
A entrevista a seguir foi realizada com Fernando Teles, Fundador e CEO do Grupo Mangalô. Entre as diversas atividades realizadas pelo grupo está a de fazer casas feitas a partir de caixas de leite para pessoas carentes que moram em habitações de madeira. Confira a seguir a entrevista feita com Fernando, que falou um pouco mais do trabalho realizado pela Mangalô.

Eu sem Fronteiras: Você poderia me falar o que é o Grupo Mangalô?

Grupo Mangalô: Uma organização que cria, desenvolve e potencializa iniciativas empreendedoras de impacto social.

Eu sem Fronteiras: Quais as frentes que atuam? Vi que vocês têm várias iniciativas. Poderia me falar um pouco delas?

Grupo Mangalô: Somos um grupo com várias iniciativas, desde uma Eco Empreiteira que visa construir casas ecológicas para substituir barracos de madeira, visando oferecer impactos positivos ambientais e sócio habitacionais, como também uma agência especializada em oferecer soluções de desenvolvimento humano (empatia, integração, sinergia, senso de unidade, desenvolvimento de liderança) através de ações personalizadas de impacto social.

Também oferecemos cursos de capacitação na área de empreendedorismo e negócios sociais, para pessoas que querem desenvolver sonhos e projetos de forma eficiente e que gere transformação social.

E temos o Instituto que atua em parceria em escolas públicas em favelas, que vai desde moda até esportes, com o intuito de contribuir com a melhoria da educação.

Nosso objetivo é identificar demandas e necessidades sociais e tentar criar soluções empreendedoras para solucioná-las.

Eu sem Fronteiras: Como funciona a questão dos voluntários? Pessoas de todo Brasil podem ser?

Grupo Mangalô: A nossa força transformadora é através do envolvimento de pessoas voluntárias. Com isso, queremos contribuir com o desenvolvimento de uma cultura de pessoas engajadas em soluções sociais.

Não temos restrições territoriais para o cadastro de pessoas voluntárias, a única questão é que atuamos mais efetivamente em São Paulo Capital.

Queremos promover um movimento de amor e luta, porque acreditamos que assim conseguiremos transformar o mundo.

  • Imagens: Reprodução/Divulgação

Entrevista realizada por Angelica Weise da Equipe Eu Sem Fronteiras

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