Autoconhecimento

A hora certa de largar (ou nem começar com) a chupeta

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Quando falamos de uma criança saudável, uma das primeiras “dores” de uma mãe é tirar a chupeta do bebê. A jovem vida que está no mundo começará a perceber que, mais para o futuro, o ditado “tirar chupeta de bebê” terá uma série de interpretações metafóricas e que essa será a única vez em que terá o sentido literal. Embora a criança sofra inicialmente ao se desvincular obrigatoriamente do seu primeiro “vício”, as mães podem ficar com a consciência tranquila, pois a chupeta não traz muitos benefícios, aliás, pelo contrário.

Primeiro que a dependência temporária da criança para com a chupeta não é nada natural, mas sim criada pelos próprios pais. Além de criar uma certa dependência psicológica, o uso prolongado da chupeta também prejudica a arcada dentária da criança. Pense que o corpo humano tem um desenvolvimento natural, portanto, qualquer coisa que interfira nisso vai prejudicar. Se o dente está para nascer, então qualquer objeto que interfira continuamente nesse processo vai fazer com que não se desenvolva da maneira correta.

Cute Newborn baby twins smile to you with pacifier. Closeup portrait caucasian child

Mas a chupeta é totalmente mal? Evidente que não. É preciso ter em mente que o nascimento é uma grande fase de transição, principalmente nos primeiros estágios da vida. Então, qualquer rompimento de hábito da criança pode ser muito doloroso, afinal, ela ainda não está preparada para isso.

O ideal é que os pais não acostumem os filhos a esse hábito. Caso realmente achem necessário, há a opção do uso de chupetas ortodônticas, que apresentam um formato parecido com o seio materno e encaixam melhor entre os dentes, prejudicando menos o nascimento e desenvolvimento deles. Por mais que a criança chore, o uso de aparelho dentário no futuro será muito mais doloroso e caro do que simplesmente educar para abandonar esse hábito.

Caso o seu bebê utilize chupetas, também não precisa se desesperar ou tirar o item de imediato e repentinamente da criança. Procure deixá-los cada vez menos com a chupeta, assim, a transição será menos sofrida e praticamente não será perceptível. Tentar explicar os malefícios do objeto não vai adiantar, pois os pequenos ainda não têm um entendimento claro do assunto. Aliás, se muitos adultos não apresentam clareza de tantas aleatoriedades óbvias, então, não é justo cobrarmos isso de uma criança nos primeiros estágios da vida, ainda mais da chupeta.


  • Escrito por Diego Rennan da Equipe Eu Sem Fronteiras.

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