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INTERNATIONAL UFO SUMMIT – Deuses e astronautas

Silvia Jara
Escrito por Silvia Jara



Quando tinha 13 anos, a minha irmã mais experiente precisou ler o livro chamado “Eram os Deuses Astronautas?”, escrito pelo suíço Erich Von Däniken em 1968. Assim que ela acabou de ler, pedi o livro emprestado e o devorei.

Claro que, dos 13 anos para cá, já nem me lembro muito mais dos detalhes. A histórica da humanidade sempre foi muito intrigante para mim. Sempre quis entender: de onde viemos, quem somos e para onde vamos? Ao me deparar com um livro que me trazia a possibilidade de dar pelo menos algumas respostas, foi emocionante.

O livro traz fatos, estudos e informações que levantam a possibilidade de que as antigas civilizações terrestres se originam de seres alienígenas que se deslocaram para a Terra. Depois disso, nunca mais reli o livro, mas confesso que isso ficou guardadinho em algum canto da memória. Claro, toda a informação que recebemos em algum momento nos servirá para alguma coisa. Depois de anos, envolvida com tantas questões acerca de transição planetária, autoconhecimento, despertar da consciência, esse conteúdo voltou a ser escavado.

No dia 4 de dezembro de 2018, dia estive com a Mônica, nossa editora, no encontro International UFO SUMMIT BRAZIL, um evento apresentado por A.J. Gevaerd, editor da Revista UFO, com a presença dos ícones da Ufologia: Giorgio Tsoukalos, estudioso e apresentador do programa Alienígenas do Passado, e Erich Von Däniken, suíço, teórico, escritor e arqueólogo, autor do livro “Eram os Deuses Astronautas?” em 1968.

Participantes da palestra sentados.

Gevaerd, Editor da Revista UFO, abre o evento dizendo que a existência de seres alienígenas e o fato de que somos visitados por eles já atingiu a massa crítica, ou seja, o número de pessoas que já acredita nessas evidências é relevante e não há mais espaço para negar essa realidade. Gevaerd afirma que estamos sendo visitados há muito tempo por outras inteligências. Até mesmo a aeronáutica já abriu cerca de 20 mil páginas de documentos sobre discos voadores. Por isso, segundo ele, chegou o momento de recebermos esses eventos aqui no Brasil. Diz ainda que há muito tempo estamos sendo observados com o propósito de estabelecer um contato oficial franco, aberto e definitivo com outras inteligências.

Quando isso deve acontecer?

Não se sabe ao certo, mas ele ousa dizer que no máximo em 20 anos já estaremos convivendo com esses seres. E ainda cita que isso é o que Chico Xavier chamava de família cósmica.

Giorgio Tsoukalos inicia sua palestra falando sobre a curiosidade humana em descobrir e compreender as coisas do mundo. Faz um paralelo sobre a curiosidade humana quando se acreditava que o mundo não era redondo e que se navios viajassem oceanos adentro, os barcos chegariam em um limite onde despencariam em cachoeiras enormes. Contudo, apesar do desconhecimento sobre como seria o fim do mundo, navegantes se arriscaram para saber o que havia ali e um paradigma foi quebrado. Sim, o mundo é redondo e é possível dar a volta ao mundo por meio dos mares.

Giorgio fala do passado remoto e apresenta vários objetos, esculturas e evidências que alertam para o fato de que os extraterrestres estão conosco há muito tempo. Entre eles, pequenas esculturas em ouro, cuja forma reproduz claramente uma nave. Essa nave foi posteriormente reproduzida para uma escala maior e o objeto pode alçar voo perfeitamente.

Giorgio viaja o mundo buscando essas evidências e destacou Puma Punku, local próximo ao Lago Titicaca, na Bolívia, que faz parte do sítio arqueológico de Tiahuanaco, como o local com mais visitas extraterrestres. Fala que as pedras imensas que compõem a muralha necessitariam de transporte de alta tecnologia para serem instaladas no local onde estão. O corte dessas pedras também necessitaria de ferramentas que não existiam.

Erich apresenta também muitas evidências sobre a existência de seres extraterrestres em nosso planeta há muito tempo. Fala do caso de múmias encontradas no Peru em 2017 e que, analisadas por diversos médicos, radiologistas e geneticistas, suas conclusões afirmam que se tratam de esqueletos reais, com estruturas diversas às nossas, criaturas que definitivamente pertencem a outro tipo de humanidade, não é de nosso planeta.

Erich busca também, na arte dos povos primitivos, as evidências para comprovar suas teorias. Pinturas, esculturas e desenhos retratam com grande fidelidade as características das múmias encontradas. Ainda por meio da arte desses povos é possível encontrar a figura de seres que muito frequentemente foram retratados com aparatos semelhantes a capacetes, intercomunicadores auriculares e comumente tinham nas mãos objetos que se parecem com os controles remotos que usamos hoje. Em muitas festas de descendentes desses povos, em vários pontos das Américas, ainda é possível observar a representação de figuras com indumentárias que em muito se assemelham aos astronautas.Painel com imagem de pessoas olhando para o céu e alguns discos voadores descendo pelo céu.

Foram diversos os detalhes que ambos os palestrantes ofereceram no intuito de comprovar o fato de que a Terra tem sido sondada, explorada e acompanhada desde muito tempo pelos alienígenas ou extraterrestres, como queiram chamar. Um sinal de que aqueles que já detêm maior conhecimento e desenvolvimento em outros orbes estão preocupados em trazer esses conhecimentos até nós.

E qual é o porquê disso? Por que se preocupariam em nos desenvolver?

A mensagem mais importante que ficou de todo o encontro é a de que tudo isso acontece por uma razão maior, algo que custamos a entender ou aceitar: o fato de que somos parte de uma grande e única obra, de uma única onda, de um universo e, quem sabe, de um multiverso, onde a vida de cada um está interligada com a vida dos outros. E, como bem disse Erich ao final de sua palestra, tudo leva a crer que Somos todos Um.

Ah, e também vale a pena dizer que os casos ufológicos brasileiros ganharam um grande aliado na última sexta-feira, dia 07/12 às 23h20. A History Channel lançou o programa chamado “De Carona com os Óvnis”, que acompanha o mochileiro Fred Morsch em suas visitas aos locais de intensa atividade ufológica no Brasil: São Thomé das Letras (MG), Peruíbe (SP) e a Chapada Diamantina (BA) estão entre os lugares investigados. “De Carona Com os Óvnis”, coprodução do History com a Clip Produtora, faz uma busca pelos céus e estradas brasileiros e apresenta entrevistas com moradores, personagens reais e testemunhas de eventos inexplicáveis, comentados por especialistas do fenômeno UFO. Entre os lugares visitados, estão: Itapoá (SC), Chapada Diamantina (BA), Peruíbe (SP), Quixadá (CE), São Thomé das Letras (MG), Chapada dos Veadeiros (GO), Ilha de Colares (PA) e Minas do Camaquã (RS). Acompanhe e veja que eles estão mais próximos do que pensamos.

Grande abraço e muita luz!

Confira abaixo mais fotos do evento!


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Sobre o autor

Silvia Jara

Silvia Jara

Depois dos dois primeiros anos do Eu Sem Fronteiras, resolvemos atualizar nossas informações e isso foi um belo exercício de reflexão!
Nosso propósito sempre foi ajudar as pessoas na busca do autoconhecimento e eu, pessoalmente, não fiquei isenta disso.

Contato:
[email protected]

Em meu perfil anterior disse: “olhando para trás percebo que, em minha vida, as coisas sempre aconteceram de maneira fluida, sem muito planejamento, embora tenha verdadeira admiração pelo planejamento ‘das coisas'”. Hoje entendo que foi o foco no presente que me fez seguir o fluxo da vida em muitos momentos, sem me preocupar com o ontem ou com o amanhã. As coisas caminharam como deveriam ser.

Minha paixão pela publicidade se transformou na paixão por pessoas, comportamentos, sentimentos, atitudes e, principalmente, na capacidade e necessidade do ser humano de se comunicar, compartilhar e crescer. Minha formação acadêmica em Publicidade não mudou, mas minha formação humana tem sofrido diversas e importantes mudanças no sentido de compreender que sozinhos não chegaremos longe. Somos um sistema e como tal, precisamos uns dos outros.

Minha capacidade analítica e observadora, aplicada à Pesquisa Qualitativa de Mercado que, até então, me serviu para compreender o comportamento de consumo das pessoas e grupos, agora parece muito mais voltada a me compreender, a olhar para dentro de mim e buscar minha essência verdadeira. É praticamente impossível ficar ilesa, isolada e desconsiderar tantas informações e conteúdos com os quais lidamos no dia a dia de nossa redação.

Hoje entendo que o trabalho em áreas comerciais, marketing de empresas, agências de publicidade e a atuação em pesquisa de mercado estavam me preparando para esse mergulho no autoconhecimento. Nada é coincidência!

A curiosidade pelo mundo espiritual, pela meditação, pela metafísica, pela energia vital está se transformando em novos conhecimentos e práticas: Reiki, Apometria, Constelação Familiar, Thetahealing, PNL, EFT, Florais e tantas outras técnicas. Sigo acreditando que o questionamento, a busca de informação e a vivência me levarão a conhecer minha missão de vida, meus caminhos e minha plenitude.

Trabalhando no Eu Sem Fronteiras desde 2014, tenho aprendido muitas coisas, vivenciado outras tantas e não sei onde isso chegará! O que me importa é continuar nessa busca. É um caminho sem volta no qual o grande objetivo é aceitarmos que somos sujeitos de nossa própria vida, os únicos capazes de transformá-la.

Grande abraço e muita luz!