Autoconhecimento Comportamento

Não é eterno, é só uma fase e como toda fase, vai passar.

Mulher de olhos fechados sentada na cama
A woman with her eyes closed
Rodrigo Frazzão
Escrito por Rodrigo Frazzão

Você, meu caro leitor, deve estar cansado e aterrorizado de tantas notícias ruins sobre morte e pandemia, não é? Eu também estou! Vamos falar de coisas boas?

O medo e o pânico são apenas a ausência da paz e do enfrentamento. Sejamos semeadores de notícias positivas, não esquecendo a realidade, é claro, mas a partir dessa realidade, que tomemos um posicionamento iluminado e sereno. Porque, no fim, tudo sempre vai dar certo! O que quero falar aqui é sobre esperança, fé e amor. Essas três palavrinhas que têm um significado tão maravilhoso, mas que estamos ignorando – nessa essa onda escura de medo e isolamento. Nossa mente não sabe distinguir entre o que é mentira e o que é verdade e é nossa responsabilidade alimentá-la com a certeza de que dias melhores virão.

Mulher sentada em frente a janela com os olhos fechados
Foto de Natalia Figueredo no Unsplash

Caro leitor, não custa nada disseminar esperança, fé e amor. Em vez de falar sobre morte, compartilhe notícias sobre cura, vida e prevenção. Precisamos falar mais sobre a esperança de que tudo isso vai passar, que nós, a humanidade, já vivenciamos dias mais sombrios e aqui estamos, fortes, preparados e evoluídos. Eu me lembro dos registros históricos sobre guerras, sobre o nazismo em que, naquele tempo, muitas pessoas saudáveis morreram, com uma vida pela frente, pessoas que foram torturadas, separadas de suas famílias e mortas, cerca de 11 milhões de pessoas, incluindo crianças, mulheres e idosos. Isso é desolador. E todos nós estamos bem e aprendemos a não permitir que isso se repita em nenhum lugar. E eu olho para o cenário atual e percebo que o que causa a morte das pessoas não é um vírus, mas a própria humanidade, a falta de empatia pelo outro, o egoísmo o medo, o pânico.

Porque, em meio a tantas notícias ruins, o que tenho mais medo é o fato de que as pessoas revelam sua verdadeira natureza e não pensam no próximo, nos idosos, nas pessoas mais suscetíveis a um quadro mais grave da doença. Isso é o que me dá medo. Mas eu sei que isso é apenas uma minoria, a maioria são pessoas bondosas, com um coração grande. Uma fé é crer no invisível, no inacreditável, a fé é uma atitude não apenas religiosa, mas de saúde mental e felicidade, porque, quando acreditamos que as coisas vão ficar, elas ficam, quando tudo o que as pessoas conseguem enxergar é dor, a paz se torna sem sentido. O amor, ah o amor, é a maior delas, porque, sem amor, nós nada seriamos. Mesmo que tivéssemos o dom de falar todas as línguas e doássemos tudo aos pobres, se não tivéssemos amor, nada seríamos. O amor, meu caro, é o que movimenta o planeta, não é o caos, nem o medo, nem o pânico, isso só nos destrói. O amor é revolucionário, não o vírus.

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Tenha em mente sempre a fé, a esperança e o amor, pois tudo vai ficar bem, acredite em mim, não é algo interminável, é apenas uma fase e, assim como nos jogos de videogame, fases sempre terminam com grandes aprendizados. Tenha fé!

Sobre o autor

Rodrigo Frazzão

Rodrigo Frazzão

Desde criança sempre me fascinei pela escrita, pela leitura, pelo comportamento humano e por toda forma de manifestação de arte. Cresci em meio à pobreza, na roça, na caatinga, morava em uma casa de taipa, com poucos recursos, mas sempre muito feliz e desde essa época sempre mostrei interesse pela área da educação. Com 10 anos mudei-me para a zona rural de Petrolina, uma cidadezinha no interior de Pernambuco, onde minha família começaria a trabalhar na área de fruticultura irrigada, às margens do rio São Francisco, um paraíso.

Aqui, um pouco mais perto da cidade, fui me aprofundando na leitura, tendo contato com a escrita, com as artes e lendo mais e mais sobre a psicologia humana, o que nos molda e o que nós somos irresponsáveis, por que sofremos. Comecei a me conhecer por completo, os meus medos, meus traumas, minhas limitações. Comecei também a ler muito sobre a importância de amar a si mesmo, de se perdoar, de entender a mente, seus processos e desde então passei a me amar mais, a aceitar as pessoas como elas são, a não julgar, a querer ajudar quem precisa de um conselho, de um ombro amigo.

Aprendi que o modo como pensamos muda nossa experiência e nossa vida, então quero aos poucos ajudar as pessoas, mesmo sendo jovem, mesmo não sabendo de tudo, quero ajudá-las a mudar a forma como se enxergam, a forma como veem todos os seus problemas, todos os traumas, como veem a si mesmas. Eu aprendi que para as angústias da alma existe um alívio, um remédio, uma cura, basta apenas mudar a forma como enxergamos tudo ao nosso redor, começando por nós mesmos. Todo o meu conteúdo é livre, eu só quero ajudar você a ser cada vez melhor, mas para isso você precisa se permitir.

Em breve lançarei meu livro, falando sobre revolução do eu e por que todos nós podemos evoluir cada vez mais.

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