Comportamento Convivendo

O que era privacidade se tornou transparência!

Lúcia Costa
Escrito por Lúcia Costa
Nós definitivamente amamos internet e rede social. É nessas plataformas que encontramos e nos conectamos com o bem e com o mal, com o real e com o ilusório. Não há definição de qual é o limite entre público e privado.

Assim como vemos, falamos com pessoas virtualmente e procuramos algo, outros também têm a mesma atitude. Muitos o fazem com boas intenções, apesar de sabermos que, ao mesmo tempo que a internet tornou-se a mídia mais importante de informação e comunicação entre as pessoas, também há pessoas mal-intencionadas, com propósitos definidos de propagar o mal para receber atenção, popularidade e curtidas ou simplesmente fazer o mal por pura maldade mesmo.

Pessoas encostadas na parede mexendo no celular

Nesse mundo digital, precisamos entender que existe muito mais que boas vibrações, hashtags e compartilhamentos.

Existe o outro, o que é muito diferente do que chamamos de “eu” de “nós”. Com tantas pessoas conectadas, bem sabemos que as informações nunca foram tão acessíveis como agora.

Muitas vezes não temos noção de quanto ficamos disponíveis para um estranho na internet. Mostramos o que não queremos para pessoas que não conhecemos.

Perdemos muito tempo conectados, tempo suficiente para mostrar o que não se tem ideia de quem pode receber o que estamos compartilhando.

É preciso dar maior importância ao que se escolhe postar. Que façamos uma reflexão para decidir se aquela postagem se faz necessária, se não sairemos prejudicados ou se prejudicaremos alguém.

Mão segurando celular com aba de redes sociais

A internet é um ambiente livre e acessível a todos, então há uma extensa vulnerabilidade em relação à privacidade e à segurança, tanto nossa quanto de outra pessoa que expomos.

Assegure-se se realmente vai valer a pena publicar algo em sua timeline. Tenha consciência do perigo que pode ser a exposição pública e até onde isso pode chegar.

Tenha maturidade e avalie seu comportamento. Pense e repense se o que vai fazer por meio das redes sociais é necessário ou útil, porque pode ser que daqui a um tempo você perceberá que o que publicou não era tão importante assim, então descobrirá que tudo não passou de uma mera ilusão que acarretou desconforto em si e em outros. Depois de feito, fica difícil e complicado desfazer, porque não foi somente para um único endereço, mas para uma multidão.

Contenha suas opiniões em ambientes digital. Caso queira mesmo opinar, tome cuidado com os trocadilhos, que muitas vezes chegam ao preconceito e ao ódio, que são panoramas negativos e que se amplificam e se aprofundam em comentários desagradáveis de pessoas que nem sabemos quem são.

Mulher segurando celular e rindo

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Utilize a internet com sabedoria. Uma tela e um teclado, quando manipulados de forma exagerada e perigosa, podem desconfigurar toda uma vida, podendo retirar suas chances de formatar seu perfil humano e de desbloquear sua privacidade.

As pessoas estão mais dispostas a simular um jeito de ser do que a mostrar quem de fato são.

Todo cuidado é pouco quando a exposição de uma vida e sua intimidade está ao alcance de um simples clique.

Sobre o autor

Lúcia Costa

Lúcia Costa

Meu nome é Lúcia Costa, me considero um ser em constante evolução, acredito muito em Deus, “Naquele Deus que nos criou”, O Criador de todas as coisas! Faço de Jesus o meu Mestre, meu Divino Condutor, Minha Centelha Divina!

Percorro meu caminho em busca de minha evolução espiritual, expandindo minha consciência, por meio de muita leitura, meditação, orações, cursos e vídeos com propósito de auxílio nesta busca incessante de encontro com o meu eu. Faço trabalho voluntário, aplicando reiki em asilos, e faço parte de uma instituição que atende pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade social com tratamentos holísticos. Participo de um grupo, “Cartas perdidas em um mar de palavras”, escrevendo e lendo cartinhas para idosos em asilos, moradores de rua etc.

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