Convivendo

Pirâmides. Mistério.

Templo Chichen Itza ao lado de árvores
Ivan Soto /123RF
Nilton C. Moreira
Escrito por Nilton C. Moreira

A cada momento cientistas e estudiosos nas respectivas áreas nos trazem informações valiosíssimas a respeito do passado.

É sempre uma incógnita entender como as pirâmides foram construídas e com tanta perfeição em seus traços geométricos, construções estas que vararam os tempos e continuam intactas, principalmente em seu interior.

Somos seguidores daquela linha de raciocínio que acredita que elas foram idealizadas e construídas por habitantes de outra esfera planetária, mais elevada do que a da Terra, e que aqui estiveram de passagem no sentido de promover a evolução do nosso planeta. Um povo com ideias e conhecimentos avançados, até porque Jesus mesmo nos disse que existem muitas moradas na Casa do Pai, sendo as moradas os mais diversos orbes existentes no Universo.

Não faz muito tempo, arqueólogos egípcios descobriram um grupo de novas tumbas de trabalhadores que construíram as pirâmides, abrindo espaço para entender a forma como eles viviam e comiam há mais de 4 mil anos. A revelação foi feita pelo departamento de antiguidades do país.

Pirâmide no deserto de areia
givaga /123RF

As tumbas são pertencentes à 4ª dinastia, entre os anos 2575 a.C. e 2467 a.C., quando as Grandes Pirâmides foram construídas, segundo o diretor do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass. As primeiras tumbas de trabalhadores que construíram as pirâmides foram encontradas nos anos 1990, e junto com as novas descobertas indicam que os trabalhadores não eram escravos, como se pensava anteriormente. “Essas tumbas foram construídas ao lado da pirâmide do rei, o que indica que essas pessoas não eram escravas, pois não poderiam ter construído suas tumbas dessa forma”, disse Hawass. As tumbas eram usadas para trabalhadores mortos durante a construção.

As evidências encontradas apontam que aproximadamente 10 mil trabalhadores atuaram na construção das pirâmides e eles comiam 21 bois e 23 ovelhas, que eram enviados diariamente para eles por fazendas do norte e do sul do Egito.

As pesquisas continuam até hoje e não se chegou ainda a uma conclusão do objetivo das pirâmides e efetivamente que tipo de equipamento foi utilizado para cortar e colocar milimetricamente as pedras.

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Mas encontramos na literatura filosófica informações de que a construção foi idealizada e realizada por uma civilização bem evoluída que esteve aqui na Terra e retornou ao plano espiritual. São questões que ensejam um mistério, pois traçando um parâmetro com os dias de hoje vemos a complexidade que é construir um arranha-céu, mesmo dispondo de guindastes potentes.

Sabemos que pessoas dotadas de certas aptidões podem, utilizando-se da concentração mental, fazer transporte de objetos de um lugar para outro, às vezes até de longa distância, e tratando-se de seres com alto grau de sabedoria e conhecimento nada seria de surpreender.

Certamente à medida que evoluirmos vamos encontrar os esclarecimentos necessários.

Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
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