Autoconhecimento

Qual a razão da sua vida?

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

A vida não é fácil. Desde crianças, somos obrigados a passar por obrigações e começar a entender a como lidar com problemas. É como se fossem fases de videogame, que passam do nível mais fácil (com deveres de casa e acordar cedo para ir à escola) ao nível mais difícil (trabalho, contas a pagar e a deterioração do corpo com o passar do tempo). Algumas crianças já nascem com dificuldades relacionadas à pobreza e saúde, entrando, assim, num jogo mais difícil logo no começo, enquanto determinados adultos podem se gabar de uma situação financeira confortável e/ou uma saúde de ferro.

Muitas pessoas definem suas razões de vida baseadas nesses dois aspectos: saúde e dinheiro. Mas será que esses dois únicos objetivos são suficientes para se alcançar a felicidade? A questão da saúde é muito importante para o bem-estar de uma pessoa e o dinheiro pode ajudar bastante nesse quesito, o que contribui muito para uma vida em abundância. Mas será o suficiente? Uma das premissas dos seres humanos é que quanto mais têm, mais eles querem.

Uma pessoa que não tem dinheiro pode ser feliz, assim como há inúmeros casos de indivíduos milionários que são infelizes. Quando falamos de saúde, a situação não é tão diversificada, porém, não é exata também. Da mesma forma que ela geralmente é priorizada, principalmente com milionários gastando fortunas para tentarem se curar, muitas pessoas doentes ou que possuem alguma deficiência levam uma vida plena e feliz.

Quando falamos sobre razão da vida, trazemos a questão racional na discussão. O sentido da vida liga o emocional também, a busca por aquilo que ilumina nosso coração. Mas a razão é algo muito mais pragmático, pois é a linha que nos liga para o objetivo em que queremos chegar. Qual é o seu objetivo? Oscar Wilde, famoso escritor, já dizia que pior frustração do que nunca alcançar uma meta é alcançá-la, ou seja, depois que superamos os obstáculos, qual o nosso novo objetivo? Diferentemente de um jogo de videogame, a vida continua, mesmo depois do jogo acabar.

É importante traçarmos uma razão de vida ligada ao nosso bem-estar. Se o objetivo é alcançável, uma maravilha, mas não há a necessidade de estipular um atrás do outro. Tem muitas coisas que desencadeamos um esforço descomunal para conquistar e que não trazem tantos benefícios assim. A razão de uma vida deve ser sempre pautada pela busca da própria felicidade.


Escrito por Diego Rennan da Equipe Eu Fronteiras

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