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Raios: Como nos cuidarmos

Raios no céu noturno
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Escrito por Nilton C. Moreira

O Brasil está em primeiro lugar na lista de países com maior incidência de raios no mundo. São 77,8 milhões de descargas no solo a cada ano. Tal incidência é responsável por uma considerável quantidade de acidentes e danos.

Sabemos de várias ocorrências envolvendo raios que não chegam a causar a morte de seres humanos, mas sim de animais, já que eles ficam mais expostos por longo período do dia.

Mas como nos proteger da fulguração? Esse é, afinal, um fenômeno atmosférico que nos acompanha desde os primórdios! A maneira mais eficaz é utilizando-se para-raios. Foi em 1752, por iniciativa de Benjamim Franklin, que foi colocado em funcionamento tal experimento que hoje é comum em prédios e torres, mas o local mais apropriado quando da incidência de raios é ficar em casa; não sair à rua; usar apenas telefone sem fio; desligar os eletrodomésticos da corrente elétrica, ficando longe de janelas, grades ou tomadas. Se for necessário ficar na rua, evitar segurar objetos metálicos longos, como tripés, varas de pesca ou guarda-chuvas. Andar a cavalo também é uma atividade de risco, pois o cavaleiro comporta-se como uma ponta e poderá atrair o raio.

Raios no céu noturno
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Alguns locais podem servir de esconderijo numa tempestade: ônibus, veículos fechados metálicos, prédios e moradias com proteção, construções com estrutura metálica, barcos e navios metálicos fechados, abrigos subterrâneos, túneis e metrôs, vales, desfiladeiros ou depressões no solo. Nunca se deve ficar no interior de celeiros, barrancos e tendas, que facilmente incendeiam ou se destroem pela força da descarga, tampouco próximo a linhas de energia elétrica ou árvores isoladas. Campos de futebol e quadra de tênis são perigosos.

É comum nos momentos que antecedem a descarga sentirmos os pelos arrepiados ou a pele coçando, indícios da atividade elétrica. Nunca devemos entrar em pânico, e se estamos em descampado fiquemos na posição de joelhos, curvados para a frente, com as mãos colocadas no joelho e a cabeça entre eles, imitando-se uma esfera e não uma ponta, como na posição de pé. Jamais devemos deitar no chão, pois a descarga atingirá diretamente essa superfície. Convenhamos: são assuntos que chegam a nos amedrontar, parecendo providências em tempo de guerra que só vemos em noticiários, mas é válido saber-se a respeito disso.

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Particularmente não me alarmo mais no momento dos raios. Tomo providências básicas, mas acredito que em se tratando de algo que não podemos evitar, existe um determinismo nos efeitos que eles vão produzir. É um bom momento para refletirmos, elevando nosso pensamento e fazendo uma prece evocando a proteção dos mensageiros de Jesus, pois somos impotentes perante certos desígnios. Muita paz a todos.

Sobre o autor

Nilton C. Moreira

Policial Civil, natural de Pelotas, nascido em 20 de maio de 1952, com formação em Eletrônica, residente em Redentora (RS), religião Espírita, casado.
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