Autoconhecimento Energia em Equilíbrio Mindfulness

Saiba como ter uma casa mindfulness

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Você conhece alguém que, depois de um dia difícil de trabalho e cheio de complicações, não deseja chegar em casa e relaxar? É praticamente impossível encontrar alguém que não considere seu lar o seu ponto de refúgio, de tranquilidade, de harmonia e de paz.

Porém nem sempre a nossa casa é mindfulness (ou seja, um local que não nos provoque confusão mental, que seja tranquilo), e precisamos buscar soluções para isso. Antes de qualquer coisa é preciso saber um pouco mais sobre esse termo que, apesar de já ser muito usado, nem todos conhecem.

Mindfulness significa “atenção plena”. Quem criou o termo e a técnica do mindfulness foi John Kabat-Zinn, fundador e diretor de uma clínica dedicada à redução de estresse, localizada nos Estados Unidos.

Para ele, nós perdemos o costume de prestar atenção conforme os dias passam. Uma de suas falas mais famosas é: “se você tentar focar e prestar atenção nos momentos em que você de fato está prestando atenção na sua vida, você perceberá que, na grande maioria do tempo, não presta atenção”.

Para ele, devemos nos concentrar no presente e no agora, que, afinal de contas, é o único tempo que temos de fato domínio para viver. O que já foi e o que ainda virá não nos pertence e mesmo assim continuamos concentrados nesses tempos que fogem do nosso alcance.

Muitas vezes, ter uma rotina mindfulness – ou seja, uma rotina que te permita focar e prestar atenção no presente – é muito difícil. O trabalho ou o estudo sempre nos fazem pensar no que ainda não temos ou naquilo que ainda não conquistamos.

Por isso é tão importante ter em casa um ambiente que respeite o aqui e o agora, que permita que nossa mente se concentre no que realmente importa: nela mesma, em você mesmo, no segundo que você está vivendo nesse exato instante.

Abaixo, você encontra algumas dicas para conseguir ter um espaço mindfulness, para começar a adquirir os hábitos de se concentrar no que realmente deve ser importante, ao menos enquanto estiver em sua casa!

Luz natural: Nada ilumina mais do que o sol. Permita-se sentir a energia que os raios solares podem trazer para você. Deixe que sua casa seja iluminada pelo sol e sinta seus benefícios. Além de carregar sua casa positivamente, o sol faz muito bem para a sua saúde e purifica o seu ser.

Local para meditar: tenha em sua casa um local dedicado à meditação. Nele, celular, computador ou qualquer aparelho eletrônico não é bem-vindo. Aliás, nada que possa tirar sua concentração de si mesmo deve estar nesse espaço. É válido dizer, inclusive, que de nada adianta ter o espaço e não meditar de fato, certo? Torne a meditação um hábito diário. 

Faça sua cama pela manhã: essa pode parecer uma dica boba, mas, acredite, não é. Deixar a cama arrumada logo depois de acordar faz com que você tenha mais foco para encarar o dia. Depois, ao chegar em casa após o trabalho, encontrar a cama arrumada e o quarto organizado faz com que sua mente relaxe mais rápido. Bagunça física também gera bagunça mental.

Coma quando tem fome: os seres humanos sentem fome (fome, não gula) quando o corpo está sedento por alimentos, ou seja, é preciso repor as energias e os nutrientes do corpo para que ele continue funcionando da maneira correta. Então, se você sente fome, não ignore isso. Não importa se está “no horário de comer” ou não. Faça da sua fome o seu horário de comer. Dessa forma, sua mente não será distraída por seu estômago vazio.

Não confunda os locais que frequenta: essa é a dica mais importante de todas. Casa é casa. Escritório é escritório. Parque é parque, e por aí vai. Você não deve trabalhar em casa – a não ser em casos específicos, extremos e de exceção. E mesmo quando esses casos acontecem, não leve material de trabalho ao seu quarto de descanso, à sua cozinha ou ao seu local de meditação.


Escrito por Giovanna Frugis da equipe Eu Sem Fronteiras

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