Autoconhecimento Comportamento

Sobrecarregar ou desfrutar: eis a questão!

Da aparente sensação de improdutividade por querer descansar e parar tudo, mesmo que por alguns minutos.

Mas, muitas vezes, a autoexigência que nos acompanha é ainda maior que a dos demais, não é mesmo? E acabamos fazendo, fazendo, fazendo, acumulando tarefas e mais tarefas, intermináveis, deixando de lado o autocuidado e olhar para dentro.

Você tem feito para e por você ou somente para atender à demanda externa?
Somos criativas por natureza: criar nos dá prazer, criar nos dá poder! Nos reenergiza. Queremos realizar coisas e nos realizar como mulheres! O fazer criativo, sim, é fundamental. Vital!

Você tem criado (o que te dá poder e prazer) ou reproduzido (o que te esgota)?

Uma mulher escorando seu rosto numa grade de ferro.
KatarzynaBialasiewicz de Getty Images / Canva

Por que ainda não conseguimos equilibrar tudo isso? Por que ainda não nos priorizamos e adiamos esse contato criativo com nosso mundo interior? Como seria conciliar as tarefas importantes para você com o maior desfrute da Vida?

PRA CRIAR PARA SI, É PRECISO CORAGEM!

Acredito que, quando iniciamos um mergulho para dentro, naturalmente nos afastamos daquilo que não se alinha mais com nossas descobertas.

Assim, podemos muitas vezes sabotar, ou não priorizar nosso autoconhecimento por medo da solidão, do distanciamento, de perder aqueles que amamos, mas não seguem conosco nessa jornada.

O autoconhecimento não é um processo estático, passivo. Você se cria, se descobre, redescobre e, em vez de ficar com pena, reclamando ou se lamentando, AGE!
Autoinvestigação implica movimento, e talvez algumas pessoas ao seu redor irão estranhar, questionar… não vão te acompanhar.

Uma mulher sorridente dando um abraço a si mesma.
AaronAmat de Getty Images / Canva

E aquela vontade de agradar a todo mundo e ser aquela que “dá conta que tudo” acaba se sobrepondo – mesmo sabendo que isso nos deixa exaustas e desconectadas de nossa essência.

Por outro lado, vamos encontrando no caminho pessoas que sintonizam com esse novo modo de olhar. Criamos outros laços, novas tribos e ressignificamos as relações com aqueles que continuam a ocupar espaço especial em nossas vidas, mas agora de outra forma. Recriamos também os laços conosco…

E isso, um dia, se derrama em tudo ao seu redor.

Quando você estiver bem, tudo vai bem… Mas, para isso, é preciso Coragem. Para dizer sim pra você!

Sair do lugar de conforto ou de culpa para, quem sabe (e muito provavelmente), encontrar um Lugar ainda mais Bonito! Um refúgio interior para descansar, se aliviar dos pesos, das culpas e se deixar guiar pelo próprio Coração.

Você também pode gostar

É esse o caminho que percorremos, com calma, no Jardim em Flor: um programa de autocuidado e de sugestões semanais para sua autoinvestigação e autoexpansão.
Para saber mais e ver como as jardineiras vêm construindo seus refúgios e desfrutando mais a vida, acesse este link.

Sobre o autor

Carolina Rodrigues

Olá! Sou Carolina, uma sonhadora desde pequena. Pés descalços, no chão, cabeça nas nuvens. Sonhava com um mundo em que todas as pessoas fossem felizes, amigas e borboletantes. Fui crescendo e percebi que a Educação seria esse caminho. Ingressei na faculdade de Ecologia, sedenta por saber mais sobre Educação Ambiental e resgatei aí a possibilidade de tecer a Arte, a dança, a autoeducação como revoluções no mundo!

Deparei me com a Arteterapia, facilitei rodas de Danças Circulares e integrei projetos de formação de educadores pelas vias do autoconhecimento e da arte teatral.

A maternidade me impulsionou ainda mais a colocar meus projetos no mundo.

Com Cauê nasceu o Dá Tua Mão, que foi germinando do conto "A Dança de Um Um Lugar Chamado Flores" até tornar-se um Jardim em Flor.

Hoje me dedico à jardinagem de corações e à partilha daquilo que floresce do meu coração para aqueles que acolherem minhas palavras.

Gratidão!

Facebook: Carolina Rodrigues
Instagram: @paracultivaraalma/
Site: Florescendo Virtudes
Outros contatos: WhatsApp