Autoconhecimento Comportamento

11 coisas super comuns, mas irritantes que todo mundo faz sem perceber

Eu Sem Fronteiras
Escrito por Eu Sem Fronteiras

Todos somos irritantes uma hora ou outra — somos humanos, apesar de tudo. Entretanto, definitivamente existem algumas coisas que saem do nosso controle que todos fazemos e acabamos deixando os outros loucos. Tudo é uma questão de ter mente aberta e estar atento.

E só para constar — não sou um anjo perfeito. Há momentos na minha vida em que perco a razão e fico extremamente irritante. Momentos em que não ajo como normalmente, querendo atenção — todos passamos por isso, e não sou exceção. Até reclamo sobre coisas que acho irritante nos outros apenas para perceber que muitas vezes eu faço a mesma coisa (cruzar a esquina olhando o celular é uma delas).

Mas acho que é seguro dizer que ninguém quer realmente ser irritante com os outros, e normalmente esperamos estar atentos o suficiente para amenizar nossas tendências inoportunas. A verdade é que pode ser incrivelmente difícil para nos colocarmos em outra perspectiva, o que dificulta a identificação das características que precisamos melhorar e consequentemente nos autodesenvolver.

Se você está com medo, não está completamente atento sobre as vezes em que teve um comportamento irritante, aqui estão 11 coisas inoportunas que quase todo mundo faz sem nem perceber.

1. Olhar o telefone durante uma conversa

Essa primeira é pessoal, mas acho que é seguro dizer que a maioria de nós concorda. Não existe descaso maior do que alguém que passa a maior parte de uma conversa olhando o celular. Isso me diz que ela não está interessada no que tenho a dizer, ou que gostaria de estar com alguma outra pessoa, mesmo quando sei que essa não é a intenção. Se isso é algo que você costuma fazer, pense em criar a regra do “celular no bolso” para quando estiver conversando com alguém.

2. Falar apenas sobre si mesmo

Uma matéria da Forbes sobre hábitos das pessoas excepcionalmente agradáveis notou que elas não falam muito sobre si mesmas. Esteja aberto para sempre perguntar sobre os outros, uma vez que perceber que está falando muito sobre si mesmo.

3. Chegar atrasado

A matéria na Forbes também notou que as pessoas agradáveis são confiáveis. Então, se você chega constantemente atrasado, há uma boa chance de que as pessoas se irritem com isso (e talvez tenham se queixado disso com os demais). Lembre-se: não se atrasar significa que você respeita as outras pessoas, porque está respeitando o tempo delas!

4. Gabar-se e depois se diminuir com humor ou humilhação

Numa matéria para a Bold.com, Travis Bradbury, autor de Inteligência Emocional, ressaltou o fato de que ninguém gosta de gabação— e não gostam especialmente de gabação acompanhada de quem se gaba e se diminui. Se você tem orgulho de algo, não tenha medo de compartilhar. Apenas tenha cuidado com a maneira como você compartilha.

5. Falar demais sobre a nossa vida nas mídias sociais

Estudos têm mostrado que tendemos a achar que as pessoas que compartilham muitas fotos no Facebook são menos agradáveis. Especificamente, nossos pais, que não gostam de quando compartilhamos diversas fotos com nossos amigos. E, por falar em amigos, eles não costumam gostar de quando publicamos milhões de fotos com a nossa família. A solução? Ou você posta o que quiser e não se preocupa com isso ou faz menos posts. E você ainda ganha um bônus: fazer isso significa que vai aproveitar mais o momento e passar menos tempo no telefone.

6. Falar demais pessoalmente

Também de acordo com uma matéria do Business Insider, estudos têm mostrado que os outros geralmente se afastam quando compartilhamos muita informação pessoal de uma vez. Compartilhar muitos detalhes da sua vida pessoal, sem ter uma boa intimidade, pode deixar os outros desconfortáveis.

7. Contar os centavos com amigos

Compreendo totalmente que há hora e lugar para nos afirmarmos quando o assunto é dinheiro (como quando você só pede uma salada e o seu amigo pede uma refeição completa, taça de vinho e ainda quer “dividir a conta”), mas o oposto também é verdade. Às vezes, dividir a conta até os centavos pode ser adequado – principalmente se todos basicamente pediram a mesma coisa. Eu aprecio muito o equilíbrio – em geral, se você gastar um pouco mais dessa vez, vai gastar um pouco menos na próxima e assim por diante.

8. Não conte centavos

Ok, sei que acabei de dizer que contar centavos é chato, mas o oposto também é verdadeiro. Por exemplo, quando você pede o prato mais caro e ainda quer dividir a conta. Ter bom senso quando a questão é dinheiro significa que ninguém terá que iniciar aquela chata conversa de quem está devendo mais, ou pior, ser silenciosamente repreendido quando você acabou pagando menos que a metade.

9. Reclamação

Em uma matéria para a Psychology Today, o psicólogo Guy Winch observou que “a negatividade constante gera queixas crônicas, representando um enorme desafio para aqueles que nos rodeiam. E nada faz os reclamões de plantão mais felizes do que serem mais miseráveis do que seus amigos”. Portanto, esteja atento se você notar que está reclamando muito ultimamente!

10. Fofoca

Quase todos somos geradores de fofoca em um momento ou outro (ou pelo menos eu sei que sou). No entanto, Bradberry observou que fazer fofoca sobre os outros é uma maneira certeira para te tornar uma pessoa negativa. Sem contar que a fofoca pode ser algo extremamente doloroso para a vítima em questão.

Apenas fique atento nos momentos em que estiver falando sobre os outros quando eles não estiverem por perto. Acho que uma boa regra é simplesmente perguntar a si mesmo: “Quero que alguém fale isso de mim quando eu não estiver por perto?”

11. Ser dramático

Bradberry também observou que a maioria das pessoas é muito desligada com amigos ou colegas de trabalho dramáticos e emocionalmente imprevisíveis. Explodir de raiva ou chorar sobre algo que não é tão grande assim pode definitivamente fazer com que os outros queiram alguma distância. Se você sabe que tem uma tendência a ter grandes reações, considere trabalhar nisso para se controlar quando estiver junto com seus companheiros.

Não há como negar que somos irritantes algumas vezes, mas podemos tentar nos certificar de que não estejamos incomodando os outros com comportamentos básicos do dia a dia. E, lembre-se, ninguém é perfeito, então pegue leve.


Texto escrito por Amanda Magliaro da Equipe Eu Sem Fronteiras.

Sobre o autor

Eu Sem Fronteiras

Eu Sem Fronteiras

O Eu Sem Fronteiras conta com uma equipe de jornalistas e profissionais de comunicação empenhados em trazer sempre informações atualizadas. Aqui você não encontrará textos copiados de outros sites. Nossa proposta é a de propagar o bem sempre, respeitando os direitos alheios.

"O que a gente não quer para nós, não desejamos aos outros"

Sejam Bem-vindos!

Torne-se também um colunista. Envie um e-mail para [email protected]