Autoconhecimento

Hei de vencer, um guia para uma vida tranquila e feliz

Carlos Pompeu
Escrito por Carlos Pompeu

Arthur Riedel nasceu em São Paulo, em 27 de maio de 1888. Filho do professor Alexandre Riedel, o autor, ligado ao círculo esotérico, foi um verdadeiro professor de otimismo, filosofia de vida prática calcada na autossugestão mental e no desenvolvimento da vontade. Durante muitos anos, manteve em sua casa a Escola da Vida, que reunia os amigos e simpatizantes de suas ideias. Assim, com seus ensinamentos, o professor ajudou, moral e espiritualmente, milhares de pessoas.

Criou o lema “Hei de Vencer” inspirado na autossugestão mental proposta pelo Método Coué, do psicólogo francês Emile Coué.

Durante 30 anos, pregou a autossugestão mental por meio de palestras e aulas, conhecidas como “sessões de cura”, ensinando as pessoas a serem donas de si mesmas ao aprender o caminho das pedras para se alcançar a paz interior necessária para uma vida calma e feliz.

O professor Riedel nos deixou um legado espiritual, nos ensinando a cultivar a imaginação positiva. Por meio dessa atitude, seguiríamos o caminho para a prosperidade em qualquer área da vida.

Avesso ao exibicionismo, de uma modéstia a toda prova, fora do comum e digna dos grandes mestres, jamais cogitou dar forma perene às suas reflexões; nunca escreveu um livro, em vida, mas teve nove palestras, as conhecidas “sessões de cura”, reunidas na coletânea “Hei de Vencer”.

Quando jovem, Riedel, sofreu um desequilíbrio psíquico, teve uma crise nervosa e chegou a flertar com pensamentos suicidas, tamanha sua depressão. Só o álcool lhe trazia conforto e foi parar em um sanatório de doenças mentais,.

Mas então surgiu um raio de esperança: o desejo de realizações. Ele veio junto com a motivação que surgiu quando, ao acaso, lhe caiu em mãos um livro de autossugestão mental, de Emile Coué.

Isso mudou sua vida. Passou a adotar o mantra mágico de Coué: “Todos os dias, sobre todos os aspectos, sinto-me cada vez melhor”. Usando o Método Coué, passou de fato a se sentir cada vez melhor.

Então, Arthur Riedel conseguiu observar a luz no fim do túnel e, literalmente, passou a compreender que, por sua vez, a mente positiva é capaz de gerar amor, confiança, paz, segurança, saúde, tolerância, caridade, agrado, serenidade e abundância. Descobriu a escola da vida, onde a verdadeira prece é o amor.

O professor também costumava afirmar que “o bom humor prolonga a vida e ajuda a resolver as dificuldades”. Esse estado de espírito, o bom humor, em suas aulas, conferências, palestras, em suas “sessões de cura”, estava sempre presente. Sabia, tinha conhecimento sobre o segredo de provocar o riso quando necessário, tendo a fórmula para despertar na consciência das pessoas algo de novo, mais vivo e real.

Com a mente em sintonia e o corpo em harmonia, ensinou que podemos ter a paz interior necessária para uma vida calma e feliz.

“Tudo lhe será dado se você souber imaginar com clareza e constância aquilo que deseja. Se você não obtém o que pede, é porque não sabe pedir e nem sabe o que pede. Aprenda a cultivar uma imaginação positiva, para benefício seu e de todas as criaturas. Grave em sua memória que a imaginação é uma força poderosa.”

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Inspirado na autossugestão mental, de Emile Coué e no seu mantra mágico que lhe trouxe de volta a vida, criou seu próprio lema: “Hei de Vencer. Não sei como, nem quando, nem de que jeito, nem de que forma, mas hei de vencer”. Essa premissa ficou resumida na frase-chave: “Hei de Vencer”.

Por sua vez, o seu lema é uma atitude mental forte, uma atitude mental capaz de vencer que, como o mantra, de Coué, o inspirou a criar a sua frase-chave que, repetida várias vezes, mentalmente, como uma técnica psicológica, funciona como mágica diante das adversidades da vida; é a chave encantada do enigma, da sabedoria hermética, do mistério da vida.

Ou seja, se seguirmos as sábias palavras contidas nos ensinamentos do professor Riedel, poderemos alcançar a plenitude. Isso porque “se você aprender a ser positivo, a felicidade virá ao seu encontro”.

Sobre o autor

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu

Carlos Pompeu, 46 anos, bacharel em Direito e formação em Letras, tendo sido redator publicitário e colunista em jornais e revistas, escreve em blogues, sobre entretenimento e cultura, na internet, sendo autor de livros virtuais de ficção, no qual adota o pseudônimo Boris de Pedra. Começou, ainda nos anos 1990, com esse nome artístico,”Boris”, em uma banda de Rock, na qual tocava baixo e cantava, além de compor as músicas e letras.

Já no século XXI, migrou para a Literatura, não tendo ainda nenhuma publicação, mas com a esperança de ter sua obra editada. No entanto, sabe que essa possibilidade encontra-se na formatação de um público leitor, o que vem fazendo, escrevendo na internet.

Atualmente tem suas atenções voltadas para a Terapia Holística, sendo sua especialidade o Reiki, com a graduação Nível III, o que o inspirou a escrever textos com a temática esotérica, que abordam a espiritualidade, pensamentos positivos e a autossugestão mental.

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